A regra número um da casa era a liberdade total: ninguém usava roupas. Helena circulava pelos cômodos com o corpo nu e reluzente, os seios balançando ritmicamente, as auréolas escuras sempre marcadas por gotículas brancas que insistiam em brotar.
Certa manhã, o ritual começou na sala de jantar. Augusto já esperava sentado à cabeceira, nu, observando Helena servir o café. Logo, Lucas e Gabriel apareceram, os corpos jovens e rígidos denunciando o desejo imediato. "A mamãe está muito xeia hoje, não está?" provocou Gabriel, o mais novo, com um sotaque infantilizado enquanto rodeava o corpo de Helena. "Quelo meu tetê... tá doendo o peitinho da mamãe?"
Helena sorriu, sentindo a pressão interna nos mamilos. "Está explodindo, meu querido. Venham esvaziar a mamãe." Eles já haviam descoberto o segredo: quanto mais o corpo de Helena era estimulado, mais as glândulas produziam. Augusto se acomodou em uma poltrona larga e puxou Helena para o seu colo, metendo seu pau ja p começar a estimular a saida do leite q alimentaria seus filhos. Gabriel ajoelhou-se ao lado, mamando um peito equanto o Gabriel mamava no outro.
Enquanto os dois "bebês" se deliciavam lá em cima, Auguto, metia com mais força. "Vamos ajudar esse leite a descer mais rápido," ele sussurrou. O contraste era elétrico: a sucção voraz nos seios combinada com a penetração profunda. A cada estocada de Augusto, os mamilos de Helena disparavam jatos de leite quente diretamente nas gargantas de Lucas e Gabriel. "Isso... m-mexe mais... m-mama com força!" Helena gemia, gozando diversas vezes enquanto o leite escorria pelos queixos deles, criando uma lubrificação leitosa e quente. Augusto vendo seus filhos sendo alimentando com tanto vontade, intensificou as ivestidas na buceta de Helena ate q gozou e jorrou mto porra naquela buceta gostosa.
Após o frenesi, quando os seios de Helena estavam finalmente murchos e a porra do Augusto se misturava ao leite sobre suas coxas, Augusto deu o sinal para a lição final. "Agora, meninos, a lição mais importante," disse Augusto. "A mamãe deu tudo de si para nutrir vocês. Um homem de verdade nunca deixa sua provedora suja. Limpem-na com a língua e façam-na gozar em agradecimento."
Lucas e Gabriel ajoelharam-se diante dela. Gabriel começou pelos seios, lambendo cada gota de leite que havia secado na pele, contornando as auréolas com ternura. "Obrigado pelo tetê, mamãe... tá bem limpinho agola," balbuciou. Enquanto isso, Lucas ocupava-se da parte inferior, usando a língua para recolher o rastro de leite e fluidos das coxas dela.
A estimulação combinada — as lambidas nos mamilos sensíveis e a língua de Lucas trabalhando seu clitóris com maestria — criou uma tensão insuportável. Helena arqueou o quadril, as mãos enterradas nos cabelos de Lucas. "A-ah, assim eu não aguento... obrigada, meus meninos!" ela gritou, enquanto um último e violento orgasmo de puro agradecimento a percorria. No fim, a pele de Helena brilhava, totalmente purificada pelas línguas dos dois meninos. Augusto a pega pela mão e leva em diração ao quarto, diz p os meninos arrumar a cozinha do café, pq agora ele q vai mamar um pouco.