Brigando com meu irmão terminamos fazendo sexo anal

Adoro sexo, mas não aquele de beijinhos e carícias suaves. Não. O que me excita, o que realmente me faz explodir, é a briga. A luta corporal. Aquela sensação de estar sendo dobrada, de que não posso escapar, de que a intensidade é tão bestial que dói e é gostoso ao mesmo tempo. Quanto mais rude, mais eu gozo. É simples assim. E fodido.

Meu meio-irmão, Pablo, e eu sempre tivemos essa dinâmica. Desde que minha mãe se casou com o pai dele e nos enfiaram na mesma casa, aos dezessete anos, não paramos de criar atrito. Éramos como dois ímãs com o mesmo polo, sempre nos repelindo, mas com uma tensão que pesava mais que o ar. Ele, com aquele corpo de tanto jogar rugby, largo de ombros, e eu, mais baixinha mas igualmente teimosa. As discussões pela TV, pelo banheiro, pela última cerveja… eram nosso esporte favorito. E sempre, sempre, acabávamos nos empurrando, agarrando o braço um do outro, com a respiração ofegante e um olhar que dizia mil coisas obscenas.
A coisa explodiu num sábado à tarde. Os velhos tinham ido para a cidade do interior e a casa era nossa. Ele estava assistindo a um jogo no volume máximo e eu queria colocar música. O de sempre. “Tira isso, que é uma merda”, soltei, tentando pegar o controle. Ele o escondeu atrás das costas, com um sorriso de superioridade que me tirou do sério. “Vem buscar, vai, anã”.

Aí começou. Me joguei nele, e em dois segundos estávamos rolando pelo sofá. Ele me imobilizou, segurando meus pulsos acima da cabeça com uma mão, enquanto com a outra agarrava meu queixo. “Você gosta disso, hein? Sempre procurando briga”, disse, com a voz rouca, colado no meu rosto. Eu forcejeava, não para me soltar, mas para sentir a força dos músculos dele me contendo. Senti a virilha dura dele contra minha coxa e uma onda de calor me percorreu inteira.

“Me solta, seu babaca”, dei uma patada, mas minha voz saiu fraca, quebrada. Ele não soltou. Pelo contrário. Baixou o olhar para meus lábios e depois de novo para meus olhos. Foi como se algo se quebrasse. Sem dizer uma palavra, inclinou a cabeça e me beijou. Não foi um beijo de amor. Foi um beijo de raiva, de dominação, de pura necessidade. Eu respondi com os dentes, mordendo seu lábio, e ele gemeu, excitado.
De um puxão, ele arrancou minha camiseta. O sutiã durou dois segundos. As mãos dele apertaram meus peitos com força, quase me machucando, e minha cabeça foi pro espaço. “Mais”, gemei, e ele entendeu o jogo. Me virou e me pressionou contra o encosto do sofá. Senti o atrito do jeans dele na minha bunda, e o volume enorme que ele tinha lá. “Você é uma puta”, sussurrou no meu ouvido, enquanto me abaixava a calça e a calcinha de uma vez. Eu já estava encharcada.

Mas ele não foi por onde eu esperava. Em vez de me enfiar pela frente, senti seus dedos, cuspidos, me abrindo o cu. “Isso é por ser tão levadinha”, disse, e antes que eu pudesse me preparar, senti a ponta do pau dele, enorme e duro, pressionando contra meu buraco. Tentei me soltar, mais por instinto do que por rejeição, mas ele segurou minha nuca com uma mão e com a outra me agarrou pelo quadril. “Relaxa, se você lutar vai doer mais”, disse, e não era uma ameaça, era um fato.
A dor foi brutal, um rasgo seco que me fez gritar contra a almofada do sofá. Ele não parou. Entrou devagar mas sem piedade, até o fundo, me enchendo de um jeito que nunca tinha sentido. Meu corpo ficou tenso, mas ele começou a se mover, e aos poucos, a dor se misturou com uma sensação de prazer tão intensa que me fez ver estrelas. Era invasivo, era possessivo, era como se ele estivesse me marcando por dentro.

“Gosta que eu foda seu cu assim, sua vadia?”, me perguntou, ofegante, enquanto me dava cada vez mais forte. Eu não conseguia falar, só gemer, mas balancei a cabeça. Era verdade. A crueza, a dor, a submissão… estavam me levando ao limite mais rápido que nunca.

Ele percebeu que eu estava prestes a gozar. Mudou o ângulo, me agarrando pelos quadris com mais força, e começou a me dar umas enfiadas curtas e profundas que me faziam gritar a cada uma. “Você vai gozar com meu pau na sua bunda, não vai?”, me disse, e não era uma pergunta, era uma ordem. E eu obedeci. Explodi com um grito abafado, me contorcendo ao redor dele, sentindo meu corpo se render completamente.
Isso terminou de enlouquecê-lo. Com um rugido, me agarrou pelo cabelo e me enfiou até o fundo, jorrando dentro do meu cu um jato de porra quente que senti queimar. Ficamos assim, ofegantes, grudados, por um minuto que poderia ter sido uma hora.

Quando se separou, me deu um tapa na bunda, já avermelhada e marcada. “Não conta pra ninguém”, disse, como se nada tivesse acontecido. Mas o olhar dele era diferente. E o meu também.

Desde então, sempre começo brigas que sempre terminam do mesmo jeito. Com ele fodendo meu cu contra a parede, na cozinha, ou no quarto dele, cada vez mais forte, mais rude. E eu, que pensava que tinha experimentado de tudo, descobri que quanto mais dói, mais grito, e mais eu gosto.

Foto 1 do Conto erotico: Brigando com meu irmão terminamos fazendo sexo anal

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Brigando com meu irmão terminamos fazendo sexo anal

Codigo do conto:
255823

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

Quant.de Votos:
9

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5