Ricardo sempre viveu com uma espécie de vazio silencioso dentro de si.
Durante o dia, era apenas um homem comum de 40 anos: trabalhador, responsável, pai dedicado de Pedro, que estudava em outra cidade. Para quem olhava de fora, Ricardo era apenas um pai esforçado tentando dar uma vida melhor ao filho.
Mas havia uma parte dele que ninguém conhecia.
Ricardo tinha uma paixao intensa por jovens machos alfas. Rapazes confiantes, cheios de energia, exatamente o tipo de homem que ele sentia nunca ter sido. Aquela admiração acabou se transformando em algo mais profundo: uma necessidade de servi-los, de ajudá-los, de estar perto deles. Era um segredo absoluto. Principalmente de Pedro.
Tudo mudou quando Bruno apareceu.
Bruno era um daqueles rapazes que pareciam ocupar qualquer espaço com facilidade. Alto, musculoso, seguro de si. Tinha pouco mais de 20 anos e carregava uma arrogância natural. Ricardo o conheceu na academia.
No início foram conversas rápidas, depois pequenos favores. Ricardo pagou um suplemento aqui, ajudou com uma conta ali em troca de uma mamada rápida. Bruno mijava numa garrafa e dava pra ele beber, as vezes Ricardo treinava na academia com uma garrafa de mijo do lado para se hidratar e Bruno ria. Logo estava cozinhando para Bruno, lavando roupas dele, arrumando coisas na casa. E no fim do dia era fudido por aquele moleque alfa. Ricardo ficava feliz, pois Bruno era bruto, castigava seu cu com estocadas violentas. Era xingado de viadinho, piranha, putinha e adorava tudo isso. Vivia apenas pra servir seu macho.
Bruno percebeu rapidamente a devoção de Ricardo e decidiu aproveitar.
Numa noite, na cozinha da casa de Ricardo, depois de ter fudido o viadinho, Bruno observava enquanto ele terminava de preparar o jantar.
— Você gosta mesmo disso, né? — disse Bruno, apoiado na bancada.
Ricardo olhou para ele com atenção imediata.
— Gosto de te servir, o senhor merece.
Bruno riu e agarrou Ricardo pelos cabelos.
— Você implora pra fazer tudo em troca de levar uma pirocada nesse cu, de ter um macho que te domine e mostre seu lugar! Qual é o seu lugar?
Ricardo respondeu com sinceridade:
— É abaixo dos seus pés! O senhor é meu dono, meu macho! Eu não resisto, eu preciso servir ao senhor.
Bruno ergueu uma sobrancelha.
— “Senhor”, é?
Ricardo assentiu, quase ansioso.
— É assim que um macho como o senhor precisa ser tratado.
Bruno encostou na cadeira, claramente se divertindo.
— Você é um viadinho de merda, isso sim! Não consegue resistir a isso aqui, né, boiola? - Bruno tirou a blusa e flexinou os músculos
Ricardo queria se ajoelhar aos seus pés.
— Você sabe quem eu sou, né?
Ricardo apenas o olhava.
— Como assim?
— Eu estudei com seu filho.
Ricardo levantou os olhos.
— Com Pedro?
Bruno deu um sorriso torto.
— Eu fazia bullying com ele. Seu filho era um otario, nerdzinho que eu e meus amigos fazíamos fazer nosso trabalho kkkk. A gente adorava trancar ele sem as roupas no banheiro, batia nele direto kkkkk ele era muito merdinha igual você kkkkk
O silêncio tomou a sala.
Ricardo ficou alguns segundos sem reagir.
Bruno observou de perto.
— Isso te incomoda? Vai deixar de me servir por isso?
Ricardo demorou a responder.
Depois falou baixo:
— Não me incomoda...
Bruno soltou uma risada descrente.
— Então você não liga que eu zoava teu filhinho? Tu faz qualquer coisa por pica, né? - Bruno cuspiu em seu rosto
Ricardo balançou a cabeça devagar.
— Eu só quero poder continuar servindo e ter a chance de chupar seu pau, beber seu mijo, só isso que me importa.
Bruno ficou alguns segundos olhando para ele, avaliando.
A submissão ali era real. E absoluta.
Foi nessa mesma conversa que Bruno lançou a proposta.
— Sabe de uma coisa… talvez eu devesse morar aqui.
Ricardo levantou os olhos imediatamente.
—Eu e a casa somos seus!
Bruno sorriu.
— Mas tem condições.
Ricardo esperou.
— Aqui dentro eu mando.
Ele apontou para si mesmo.
— Você me chama de senhor, faz tudo que eu mandar, cuida da casa… e me trata como patrão.
Ricardo assentiu quase sem pensar.
— Sim, senhor.
Bruno riu alto.
— Você nem hesitou, nem pelo filhinho.
— Ninguém é mais importante que o senhor na minha vida! - Ricardo parecia quase agradecido.
- Agora vem mamar seu dono
Algumas semanas depois, Pedro voltou da faculdade sem avisar.
Ele abriu a porta de casa à noite, esperando encontrar o lugar vazio como sempre.
Mas ouviu vozes vindas da sala.
Pedro caminhou devagar pelo corredor.
E parou.
Na sala, Ricardo estava ajoelhado no chão, massageando os pezoes do rapaz, enquanto Bruno estava relaxado no sofá, mexendo no celular.
— Já terminou? — perguntou Bruno sem nem olhar.
— Estou terminando, senhor. Está gostando? — respondeu Ricardo.
Pedro sentiu o estômago afundar.
— Pai?
Os dois olharam para a porta.
Ricardo congelou.
— Pedro… você chegou…
Bruno olhou para ele… e então sorriu lentamente.
— Olha só quem apareceu.
Pedro encarava a cena sem entender.
— O que está acontecendo aqui?
Ricardo parecia incapaz de responder.
Bruno se ajeitou no sofá com calma.
— Seu pai não te contou?
Pedro olhou para ele, irritado.
— Contar o quê?
Bruno continuou completamente à vontade.
— Que ele é minha mulherzinha e ele cuida de mim.
Pedro olhou para o pai novamente.
Ricardo permanecia de cabeça baixa.
Bruno continuou, divertido:
— Ele cozinha, limpa a casa… faz tudo hahahah mama piroca, toma vara no cu e bebe meu mijo.
Pedro estava pálido.
— Pai… isso é verdade?
Ricardo mal conseguiu falar.
— Eu… só estou ajudando...
Bruno riu.
— “Ajudando”.
Então olhou diretamente para Pedro.
— Seu pai tá me bancando, otario! Conta a verdade pro teu garoto, putinha! Teu pai praticamente implora por pica e pra me servir todo dia!
O silêncio ficou pesado na sala.
Bruno colocou as mãos pra trás, observando a reação de Pedro.
— E sabe a melhor parte?
Ele deu um sorriso provocador.
— Ele sabe exatamente quem eu sou.
Pedro franziu a testa.
— O que você quer dizer?
Bruno respondeu sem hesitar:
— Eu sou o cara que fazia sua vida um inferno na escola.
Pedro ficou imóvel.
Bruno deu de ombros.
— E mesmo assim… ele prefere me servir.
Pedro olhou para o pai, completamente chocado.
Ricardo continuava em silêncio, incapaz de encarar o filho.
E Bruno, recostado no sofá, parecia se divertir profundamente com a situação.
Delícia nós coroas servir um moleque novinho. Eu contrato uns GP pra me usar, humilhar e castigar no motel. Tem um que chamo sempre, tenho que esperar deitado do lado da porta, deixar destrancada e ele entra e me faz lamber seus sapatos, às vezes entra no motel e fica descalço, sobe pelas escadas e me faz lamber seus pés sujos...amo começar a noite assim!
Delícia nós coroas servir um moleque novinho. Eu contrato uns GP pra me usar, humilhar e castigar no motel. Tem um que chamo sempre, tenho que esperar deitado do lado da porta, deixar destrancada e ele entra e me faz lamber seus sapatos, às vezes entra no motel e fica descalço, sobe pelas escadas e me faz lamber seus pés sujos...amo começar a noite assim
Nossa, adoro seus contos, me dá um tesão enorme lendo-os! Votado com louvor! Adoraria um comentário seu no meu último conto, bjinhos Ângela
euviadinho