A viagem inesquecível de Roberta - Parte 3

A noite em Amsterdã caiu com um misto de calmaria e antecipação. Após a intensidade na casa particular, o retorno ao hotel serviu como um breve intervalo tático. Eles tomaram um banho demorado, onde a água quente relaxou os músculos de Roberta, e jantaram no quarto, trocando olhares que diziam muito mais que qualquer palavra.

Por volta das 23h, Raul serviu uma última dose de vinho e, com aquele sorriso de canto que Roberta já conhecia bem, anunciou: "Hora de dormir, querida. Mas hoje, quero que você use algo que combine com o luxo dessa suíte."

Ele entregou a ela um corset de cetim preto, estruturado com barbatanas que apertavam sua cintura de forma milimétrica, mas com o detalhe provocante de deixar os seios totalmente à mostra. Para acompanhar, meias 7/8 de seda preta com renda no topo e uma calcinha fio-dental de fio duplo, feita de um algodão egípcio macio. Roberta vestiu tudo, sentindo-se estranhamente confortável; ela estava acostumada a dormir com lingeries sensuais e o fio duplo não a incomodava.

Mal sabia ela que o conforto era apenas o cenário para o próximo nível de restrição.

Assim que ela se deitou, Raul não se aconchegou ao lado dela. Em vez disso, ele trouxe o armbinder de couro preto. Com habilidade, ele posicionou os braços de Roberta atrás das costas, encaixando os cotovelos nas bolsas de couro e fechando as fivelas. O dispositivo forçava seus ombros para trás e unia seus pulsos e cotovelos em uma posição de total vulnerabilidade.

— "Raul... o armbinder para dormir?" — ela sussurrou, sentindo o aperto.

Ele não respondeu com palavras. Apenas deslizou a venda de veludo sobre os olhos dela, mergulhando-a na escuridão. Roberta respirou fundo, tentando se acalmar. Eu consigo dormir assim, pensou, já fiz isso antes.

O clique metálico da fivela da ball gag preta foi o som que mudou tudo. Raul a colocou com firmeza, empurrando a bola de silicone para o fundo de sua boca e apertando a tira de couro até o último furo.

— “MMMPHHH! NNN-HNNN!” — Roberta arregalou os olhos por baixo da venda. O pânico subiu pela garganta. A mordaça estava tão justa que seus maxilares latejavam e a língua não tinha espaço para se mover. Ela tentou sacudir a cabeça, mas o armbinder limitava seu equilíbrio na cama. (Imagem 1)

Raul então deslizou a mão por baixo do corset e removeu a calcinha de fio duplo, aquela que ela achava que seria seu conforto. Roberta sentiu o ar frio tocar sua pele e arqueou o quadril, esperando a penetração que traria o alívio do prazer. Mas Raul tinha outros planos.

Ele vestiu nela uma micro calcinha fio-dental de elastano preta, tão pequena que mal cobria os lábios, e logo em seguida, Roberta sentiu a pressão fria de um plug anal de aço cirúrgico com uma base de cristal. Ele o introduziu com decisão, preenchendo-a de uma forma que a fez perder o fôlego.

— “HNNNNNN-MMMPH!” — o gemido de surpresa ecoou abafado. O plug era pesado e mantinha sua consciência focada inteiramente naquela região, enquanto a micro calcinha apertava tudo no lugar. (Imagem 2)

A Noite em Claro
"Boa noite, Roberta. Tente descansar," Raul disse friamente.

Ele apagou todas as luzes da suíte. O silêncio era absoluto, interrompido apenas pelo som da saliva de Roberta batendo na mordaça — “slurp, mmm-ph” — enquanto ela lutava para engolir sem sucesso. Sem estímulo clitoridiano, apenas com a sensação de preenchimento anal e a restrição total dos braços, o tesão começou a se transformar em uma agonia febril.

Ela ficou ali, no escuro total, por mais de uma hora. Cada minuto parecia uma eternidade. Seus braços começaram a formigar dentro do armbinder, e a ball gag parecia crescer dentro de sua boca. Ela tentava se mexer para encontrar uma posição confortável, mas o plug de aço lembrava sua presença a cada centímetro deslocado.

— “Mmm-hnn... mmm-pfff...” — ela soltava gemidos baixos e rítmicos, uma mistura de cansaço, desejo reprimido e a constatação desesperadora de que Raul realmente pretendia deixá-la passar a noite inteira naquela prisão sensorial.

Ela estava encharcada, não de orgasmo, mas de suor, saliva e expectativa, implorando mentalmente para que ele fizesse qualquer coisa, contanto que quebrasse aquele isolamento cruel.

A escuridão do quarto era espessa, e o silêncio só era quebrado pela respiração ruidosa de Roberta através do nariz. O armbinder forçava seus ombros em uma posição de entrega absoluta, e o plug anal de cristal parecia pesar toneladas dentro dela, mantendo sua consciência focada inteiramente naquela invasão gelada.

De repente, Roberta sentiu um objeto cair sobre o colchão, próximo à sua coxa. O som abafado do impacto foi seguido pelo toque da mão firme de Raul, que deslizou por cima da micro calcinha rosa, sentindo a umidade que já começava a atravessar o tecido sintético.

— "Você acha que vai dormir, Roberta?" — a voz dele era um sussurro cruel no seu ouvido. — "O brinquedo está aí na cama. Eu só vou te soltar dessa agonia quando você estiver completamente encharcada. Se vire."

O desafio era hercúleo. Com os braços lacrados no armbinder atrás das costas e a visão vedada pelo veludo, Roberta começou a se contorcer sobre o lençol de fios egípcios. Seus quadris moviam-se freneticamente, tentando localizar o vibrador pelo tato das coxas.

— “MMMM-HNNNN! MMMM-PHHH!” — os gemidos saíam agudos e desesperados através da ball gag preta. A borracha impedia que ela fechasse a boca, e a saliva escorria generosamente, molhando o peito que o corset deixava exposto.

Ela arqueava as costas, sentindo o corset apertar ainda mais suas costelas. Após minutos de uma luta física exaustiva, sua pele suada finalmente sentiu o toque do plástico vibrante. Com um movimento giratório do corpo, ela conseguiu posicionar o pequeno aparelho entre suas pernas, pressionando-o contra a micro calcinha.

A vibração no nível máximo encontrou seu clitóris hipersensível. O choque de prazer foi tão intenso que Roberta quase perdeu os sentidos. Ela cavalgava o objeto na cama, os sons que saíam da mordaça eram agora de puro êxtase animal.

— “MMMMMMMM-NNNHHHH!! MMMMM-HNNN-HNNN!!” — o corpo dela tremia violentamente. O plug anal parecia pulsar em sincronia com o vibrador, criando um circuito fechado de prazer que ela não conseguia controlar.

Ela gozou de forma absurda, um espasmo que percorreu desde a ponta dos dedos dos pés, protegidos pelas meias 7/8, até a nuca. O líquido quente inundou a calcinha preta e escorreu pelo lençol. Ela desabou de lado, arquejando, com a mordaça banhada em saliva e o corpo trêmulo de exaustão.

Raul aproximou-se calmamente. Ele destravou a ball gag, permitindo que a mandíbula dela finalmente relaxasse com um estalo dolorido, removeu a venda e o plug anal. A luz fraca do abajur revelou uma Roberta desfeita, com os olhos vermelhos e a pele brilhando de suor e prazer.

Ele começou a soltar as fivelas do armbinder, libertando seus braços que caíram pesados ao lado do corpo.

— "Muito bom, Roberta. Você aprende rápido," ele disse, limpando o canto da boca dela com o polegar. — "Agora durma de verdade. Amanhã teremos um dia longo. Quero exibir cada detalhe da beleza brasileira para os meus sócios holandeses... e eles não fazem ideia do quão submissa você pode ser."

Roberta fechou os olhos, o som da promessa de Raul ecoando em sua mente enquanto o cansaço finalmente a vencia.

Foto 1 do Conto erotico: A viagem inesquecível de Roberta - Parte 3

Foto 2 do Conto erotico: A viagem inesquecível de Roberta - Parte 3


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A viagem inesquecível de Roberta - Parte 3

Codigo do conto:
256531

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
09/03/2026

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