A viagem inesquecível de Roberta - Parte 7

O dia amanheceu sob uma névoa densa em Amsterdã, mas o clima dentro do hotel era de pura eletricidade. Raul selecionou o traje com precisão sádica: uma calcinha fio-dental G-string, que não passava de um cordão fino de seda negra cortando a intimidade de Roberta, as meias 7/8 pretas que realçavam suas pernas, um corset ajustado ao limite que deixava seus seios completamente expostos e, para finalizar, um butt plug de aço com uma base de ônix negro.

Roberta sentiu o peso do metal frio dentro dela enquanto caminhava até a limusine sob o sobretudo. Assim que a porta se fechou, o ambiente de luxo tornou-se sua cela. Raul agiu rápido: prendeu seus pulsos, deslizou a venda de veludo e afivelou a ball gag de silicone em sua boca.

— "Hoje, Roberta, o mundo vai ver quem você é. Vou te expor na rua."

Roberta sentiu o carro serpentear por ruas que pareciam distantes do centro. O som dos canais deu lugar a um ruído industrial metálico — engrenagens, prensas e o zumbido de máquinas funcionando de forma automatizada. Raul a guiou para fora do carro. O ar gelado da Holanda atingiu sua pele exposta nos seios, fazendo seus mamilos reagirem instantaneamente.

O barulho das fábricas era ensurdecedor, criando a ilusão de um exército de operários trabalhando ao redor. Roberta sentiu o asfalto frio sob seus pés e, logo em seguida, Raul a forçou a ficar de joelhos na calçada.

Ele removeu a venda por um segundo cruel.

Roberta piscou, em choque. Ela estava do lado de fora, na calçada de uma das lojas de Raul, entre duas fábricas imensas. Ela viu a rua deserta, mas o barulho das máquinas e a imensidão do cenário industrial a fizeram acreditar que centenas de olhos poderiam surgir de qualquer janela a qualquer momento. Antes que ela pudesse gritar, a venda foi recolocada.

— “MMMM-HNNNN! NNN-HNNN!” — ela gemia desesperada contra a gag. Ela sentia o vento fustigando seu corpo, o peso do plug anal e a humilhação de estar ajoelhada em via pública, à mercê de qualquer passante. Foram 10 minutos que pareceram horas, onde cada vibração do chão era sentida como um passo de alguém se aproximando. (Imagem 1 e 2)

Raul a puxou para dentro da loja e trancou a porta.Dentro da loja, o silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo tique-taque de um relógio de parede e pela respiração errática de Roberta (Imagem 3). Quando Raul removeu a mordaça para lhe dar água, o contraste entre o pavor da rua e a segurança do toque dele causou uma fissura em sua psique. Ela não se sentia mais uma mulher comum; sentia-se um instrumento de prazer, uma extensão da vontade de Raul.

— "Eu confio em você... eu sou sua. Me possua, Raul... me possua como desejar, mestre!" — As palavras saíram em um sussurro febril, quase uma prece.

Raul não respondeu com palavras. Seus olhos escureceram, tomados por uma possessividade feroz. Ele a agarrou pela cintura e a prensou contra o balcão de vidro frio da loja. O contato do vidro gelado contra suas nádegas expostas pela G-string enviou um choque pelo seu sistema nervoso, enquanto o butt plug de aço pressionava internamente a cada movimento.

Sem desamarrar o armbinder, Raul a forçou a se curvar sobre o balcão. Roberta sentia-se como uma oferenda. Ele recolocou a ball gag de silicone, apertando-a com uma urgência sádica. Ele queria ouvir apenas o som da alma dela tentando escapar pela garganta.

— "MMMM-NNNHHHH!" — Roberta arqueou as costas quando sentiu Raul entrar nela com uma força que beirava a brutalidade, mas que ela recebia com uma fome desesperada.

Seus pensamentos eram um redemoinho: “Eu estou em uma loja... qualquer um pode olhar pelo vidro... eu sou dele... totalmente dele.” A humilhação de ter sido exposta na calçada minutos antes agora se transformava em um combustível inflamável. Cada estocada de Raul fazia o butt plug vibrar dentro dela, criando um circuito de prazer duplo que a deixava tonta.

Raul segurava as tiras do corset com uma mão, enquanto a outra pressionava a nuca de Roberta contra o vidro. Ela via seu próprio reflexo distorcido, os olhos arregalados de prazer, a mordaça negra esticando seus lábios.

— “MMMMMMMMMMMM-NNNHHH!!!” — Os gemidos tornaram-se uivos guturais, constantes e rítmicos. Ela tentava gritar o nome dele, mas tudo o que saía era o som da borracha sendo mastigada e o estalo da carne contra a carne.

O suor escorria por entre seus seios expostos, molhando o balcão. Roberta sentiu o clímax chegando como uma avalanche. Ela se debateu contra o armbinder, as meias 7/8 deslizando levemente pelo carpete da loja enquanto ela buscava apoio. Quando o orgasmo finalmente a atingiu, foi violento; sua visão escureceu e ela sentiu cada músculo do corpo travar em um espasmo interminável.

— “MMMMMMMMMMH!!!!!” — O som final foi longo, agudo e carregado de uma entrega que transcendia o físico. Ela desabou sobre o vidro, trêmula, enquanto Raul despejava sua própria intensidade dentro dela.

Por alguns minutos, o único som na loja era o do metal do plug batendo levemente contra o vidro enquanto ela arfava. Roberta estava desfeita, vazia de vontade própria, mas preenchida pela marca de seu mestre. Ela era, enfim, a submissa perfeita que ele tanto treinou e estava finalmente pronta para a última parada da viagem.

Foto 1 do Conto erotico: A viagem inesquecível de Roberta - Parte 7

Foto 2 do Conto erotico: A viagem inesquecível de Roberta - Parte 7

Foto 3 do Conto erotico: A viagem inesquecível de Roberta - Parte 7


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A viagem inesquecível de Roberta - Parte 7

Codigo do conto:
256536

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
09/03/2026

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