— "Vá ao banheiro e coloque. Não quero você vazia enquanto eu fecho este negócio."
A Reunião Silenciosa
Roberta obedeceu. Minutos depois, ela estava sentada em uma cadeira de couro logo atrás de Raul. O sobretudo estava ligeiramente aberto, revelando apenas o brilho da renda roxa. Ao redor da mesa, cinco executivos holandeses discutiam números e estratégias em uma língua que soava como um emaranhado de sons guturais para ela. Roberta não entendia uma palavra, o que tornava a sensação do plug anal ainda mais presente.
Raul, mantendo a postura de empresário implacável, inclinou-se para trás e disse em português baixo:
— "Finja um espirro e vá ao banheiro agora."
Ela obedeceu, encenando o gesto. No banheiro, uma mensagem de Raul brilhou no celular: "Pegue a ball gag e a máscara preta na sua bolsa. Coloque-as e volte para a sala imediatamente."
O coração de Roberta disparou. Ela colocou a máscara de pano preta, que cobria todo o seu rosto, deixando apenas a boca escondida que estava totalmente preenchida com a ball gag de silicone preto. Ela voltou para a sala de reuniões sob o olhar gélido dos executivos, que pareceram não se abalar — na empresa de Raul, era comum pessoas usarem máscaras quando estavam gripadas. Ela sentou-se novamente atrás dele, muda, sentindo o peso da mordaça e a invasão do aço.
Quando os executivos saíram, Raul a levou para sua sala particular. No entanto, o trabalho não havia acabado.
— "Tenho uma conferência online com fornecedores agora, e não pretendo ficar longe de você."
Ele a imobilizou no armbinder e a vendou, lacrando seus braços atrás das costas. Primeiro, ele a posicionou em uma cadeira lateral com um dildo de ventosa fixado no assento. Roberta tentava se manter firme enquanto ouvia a voz calma de Raul negociando milhões através da tela do computador.
— “Mmm-hnnn... mmmph!” — ela gemia baixinho, sentindo o objeto preenchê-la enquanto o plug anal fazia o contrapeso.
Após 30 minutos, Raul interrompeu sua fala no microfone, mas manteve a câmera ligada. (Imagem 1)
— "Onde estão meus modos? Você está muito longe, Roberta."
Ele a pegou no colo e a colocou de joelhos em cima de sua mesa de carvalho, bem à frente dele. A reunião continuava. Roberta estava ali, exposta na altura dos olhos de Raul, enquanto ele digitava. O dildo agora estava posicionado entre ela e a mesa. Com o movimento do próprio corpo e o pânico de estar sendo vista por webcam (mesmo que Raul garantisse o enquadramento), Roberta entrou em um transe de prazer e medo. Ela gozou ali mesmo, em cima da mesa, com o corpo tremendo contra o armbinder e a cabeça jogada para trás. (Imagem 2 e 3)
— “MMMMMMMM-NNNHHH!” — a mordaça abafou o grito que ecoou pela sala luxuosa.
Raul olhou para o relógio e para o monitor.
— "É... parece que essa reunião vai demorar mais do que o previsto."
Ele a desceu da mesa e a colocou de quatro sobre o carpete escuro da sala. Com um movimento rápido, ele puxou a calcinha roxa para o lado, deixando sua intimidade completamente exposta e vulnerável. Ele então colocou a venda de cetim sobre a máscara de látex, selando sua percepção do mundo.
— "Fique exatamente assim. Aguarde o fim da reunião. Já, já eu vou te devorar." (Imagem 4)
Roberta ficou imóvel. A cena era o ápice da sua submissão: de quatro no chão do escritório, encharcada de suor e prazer, com a calcinha de lado, o butt plug profundamente enfiado, os braços presos pelo armbinder a sua frente e a ball gag silenciando seus desejos. Ela ouvia apenas o clique do teclado e a voz grave de Raul, esperando o momento em que ele finalmente desligaria o computador e cumpriria sua promessa.
O silêncio na sala de reuniões agora só era interrompido pelo som suave da voz de Raul finalizando os detalhes técnicos da conferência. De quatro no carpete, Roberta sentia cada segundo como uma eternidade de antecipação. O butt plug de aço parecia pulsar dentro dela, e a falta de visão pela venda sobre a máscara de látex aguçava seus outros sentidos a um nível quase insuportável.
Raul desligou o notebook com um estalo seco, mas não a desamarrou de imediato. Ele caminhou até Roberta, que permanecia de quatro no carpete, os braços presos no armbinder forçados para a frente, o que a obrigava a manter o peito baixo e o quadril empinado, em uma postura de total vulnerabilidade. O butt plug de cristal brilhava entre suas nádegas, refletindo a luz fraca da sala.
Ele se posicionou atrás dela, sentindo o calor que emanava de seu corpo. Sem dizer uma palavra, Raul com decisão, afastou a calcinha roxa totalmente para o lado. Roberta soltou um gemido abafado pela ball gag — “MMMM-HNNNN!” — sentindo o ar frio ser substituído pela presença dominante dele.
Raul a possuiu ali mesmo, com força e ritmo. A posição com o armbinder para frente impedia que Roberta usasse os braços para se apoiar, forçando-a a depositar todo o peso nos joelhos e no rosto contra o carpete macio. A cada estocada, o corpo dela balançava, e os gemidos contra a mordaça tornavam-se mais agudos e frenéticos.
— “MMMMMM-NNNHHH! MMMMM-HNNNN!!” — Ela arqueava as costas, sentindo o prazer se misturar com a restrição física. Raul segurava sua cintura com firmeza, ditando o ritmo até que o clímax se tornou inevitável para ambos. Ele rugiu baixo enquanto ela descarregava toda a tensão acumulada do dia em um orgasmo violento que fez seus músculos travarem contra as tiras de couro.
Raul ajoelhou-se atrás dela. Em vez de um movimento brusco, ele começou a traçar círculos lentos em sua pele, subindo pelas tiras do armbinder até a nuca.
— "Você foi perfeita hoje, Roberta," ele sussurrou com uma doçura rara, a voz baixa e rouca próxima ao seu ouvido. — "Manteve-se firme, mesmo quando o medo e o prazer tentaram te derrubar."
Ele começou a soltar as fivelas do armbinder com uma delicadeza extrema. Quando os braços de Roberta finalmente foram libertados, eles caíram pesados, mas Raul os envolveu, massageando seus pulsos para restaurar a circulação. Ele então desfez o nó da venda e removeu a ball gag, permitindo que ela soltasse um suspiro longo e trêmulo.
— “Ahhh... Raul...” — ela murmurou, a voz fraca, enquanto ele a puxava para o seu colo, ainda ali no carpete do escritório.
Raul removeu o butt plug com um movimento lento e cuidadoso, aliviando a pressão que a torturava há horas. Ele a abraçou com força, permitindo que ela escondesse o rosto em seu pescoço. Não havia mais a máscara de látex, apenas Roberta, vulnerável e exausta, sentindo o calor do homem que a levava aos limites da sanidade.
Ele beijou seu rosto, limpando os vestígios de saliva do canto de sua boca com carinho.
— "Agora, chega de reuniões e de vitrines. Por hoje, só existe você e eu."
Ele a ajudou a se levantar e a ajeitou dentro do sobretudo preto, cobrindo a lingerie roxa que ainda estava úmida. O toque dele era protetor, quase possessivo de uma forma terna, enquanto ele a guiava para fora da empresa, rumo à noite tranquila de Amsterdã.
A primeira parte da viagem chegava ao fim com Roberta sentindo-se não apenas uma submissa, mas o tesouro mais valioso de Raul.



