O dia seguinte acordei cedo, o corpo ainda dolorido das sirircas da noite anterior — a buceta inchada, sensível, latejando só de lembrar o vídeo do meu sobrinho batendo punheta e gozando pra mim. Eu parecia uma mulher que tinha sido usada a noite inteira. E ainda nem tinha começado.
Enquanto preparava o café, o arrependimento batia forte. “Taciane, para com isso. Ele é sangue da família do Jorge meu marido falecido. Filho da Lívia sua cunhada. Você vai destruir tudo.” Mas bastava fechar os olhos e lembrar da voz dele no áudio — “essa buceta gulosa” —, que o mel escorria de novo pelas minhas coxas. Eu me odiava por querer tanto. Me odiava por estar molhada só de pensar nele me chamando de puta.
Luciana desceu de pijama, ainda sonolenta.
— Mãe, hoje preciso revisar tudo pro simulado. Posso chamar a Gabi pra vir aqui?
Engoli seco. Era a brecha perfeita — e a pior armadilha que eu podia abrir.
— Filha… hoje eu preciso resolver umas coisas do seu pai no quartinho dos fundos. Tá uma bagunça lá. Que tal você ir na casa da Gabi? Eu levo e busco às sete.
Ela resmungou, mas topou. Levei ela às 13:40. Minha cabeça estava na campainha às 15h, no short jeans curtíssimo que eu vesti (aquele que entrava na bunda e marcava cada curva), na blusa de malha fina sem nada por baixo — os peitos pesados balançando livres, mamilos já duros roçando o tecido.
Voltei 14:10. Tranquei a porta. Subi pro quarto. Tirei a calcinha e joguei no canto — decidi que não ia usar. O short já estava escuro na virilha de tanto que eu estava molhada e ansiosa. Sentei na cama e esperei com as mãos tremendo no celular.
A campainha tocou e desci devagar. Saulo. Sem camiseta de anime. Camiseta preta colada no peito, bermuda de academia cinza — o pau já semi-duro marcando um volume obsceno.
— Oi, tia… — disse ele. — Preparou essa buceta como eu mandei?
Fiquei em choque na hora.
— Saulo… espera… isso é loucura. Você é meu sobrinho. Eu sou… velha. Sua mãe me mata. A gente não pode…
Ele entrou, fechou a porta com força.
— Você mandou foto da buceta aberta, tia. Mandou “vem me foder se tiver coragem”. Agora tá com medo? Quer que eu vá embora?
— Tô… tô com medo sim… isso é errado pra caralho… — Mas minha voz saiu chorosa, fraca. Os mamilos traíram, endurecendo tanto que rasparam a blusa.
— Então por que sua buceta tá escorrendo pelo short, tia? Eu vejo a mancha molhada daqui. Você tá pingando antes mesmo de eu tocar.
Olhei pra baixo. O jeans estava molhada na costura central, o tecido escuro brilhando. Fechei os olhos, tremendo inteira.
— Porque eu sou uma vadia fraca… uma puta que não aguenta mais… — confessei, quase chorando de vergonha.
Saulo sorriu, me pegou no colo com facilidade — eu não era leve —, enroscou minhas pernas na cintura dele e subiu as escadas me beijando como se quisesse me devorar. No corredor, me prensou contra a parede, tirou a blusa de malha com as duas mãos e meus peitos saltaram livres. Abocanhou o direito inteiro, chupou com força, sugando até doer gostoso. A mão livre desceu, abriu o botão do short, enfiou dois dedos direto na buceta sem aviso.
— Caralho tia… você ta molhada pra porra… — gemeu com a boca cheia do meu peito. — Tá pulsando nos meus dedos, tia. Essa buceta tá implorando pau.
Ele bombeou os dedos rápido, curvando, acertando o ponto G sem piedade. O som molhado ecoava no corredor.
— Saulo… por favor… no quarto… se alguém ouvir…
Ele me carregou até a cama, jogou de costas com força. Tirei o short num movimento desesperado. Fiquei nua da cintura pra baixo com as pernas abertas, buceta exposta —lábios inchados e abertos, clitóris vermelho pulsando.
Saulo arrancou a camiseta, baixou o shorts e a cueca de uma vez. O pau saltou — grosso, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ele segurou na base e deu uma punhetada lenta, olhando pra mim como predador.
— Olha o que você fez, tia. — Punhetando mais forte. — Esse pau tá doendo de tanto tesão desde ontem. Agora abre essas pernas.
Ele ajoelhou na cama, abriu minhas coxas com violência boa, baixou a cabeça e lambeu uma vez na entrada da minha buceta até o clitóris e depois sugou com força, ao mesmo tempo enfiando três dedos fundo.
Gritei alto, ele chupava sem parar. O mel escorria pela minha bunda, molhava os lençóis.
— Goza na minha boca, tia. Goza pensando que seu sobrinho tá te chupando como um animal. — gemeu contra minha buceta.
Não aguentei. Gozei tão forte com a buceta apertando os dedos dele, jorrando na cara dele. Ele lambeu tudo, gemeu alto, babou no meu clitóris.
Depois ele subiu por cima de mim, roçando o pau na entrada da minha buceta melada.
— Agora eu vou te arrombar, tia. Vou meter até o talo e não vou parar até você implorar.
Aquele moleque novo achava que dominava a situação inteira — e, por um segundo, eu quase deixei ele acreditar nisso.
— Vou te foder devagar primeiro, tia… pra você sentir cada centímetro do meu pau entrando — ele falou tentando soar no controle.
Mas dava pra ver o tremor na mão que segurava a base do pau, o jeito que a cabeça pulsava, babando pré-gozo sem parar. Ele estava louco de tesão, ansioso pra caralho, morrendo de vontade de meter logo, mas ainda tentando bancar o machão. Eu não aguentei mais.
O fogo dentro de mim era insuportável. Fazia meses que eu não sentia um pau de verdade, e aquele ali — grosso, quente, veias saltadas — era tudo que eu queria devorar. Eu estava faminta. Faminta pra sentir ele me preenchendo, me rasgando, me fazendo esquecer que era errado. Esquecer que era o filho da minha cunhada Lívia. Esquecer que eu era a viúva do Jorge.
Empurre o peito dele com as duas mãos. Ele caiu de costas na cama, surpreso, o pau balançando duro contra a barriga. Antes que ele pudesse reagir, montei em cima dele como uma cadela no cio. Segurei o pau na base, alinhei a cabeça bem na entrada da minha buceta melada e desci de uma vez, sem aviso, sem dó.
— Caralho, tia! — ele gemeu alto assustado.
Engoli ele inteiro num movimento só. A buceta abriu, esticou, queimou gostoso enquanto o pau grosso forçava caminho até o fundo. Senti a cabeça bater no colo do útero e soltei um gemido rouco. Comecei a quicar imediatamente, sem dar tempo pra ele se acostumar. Subia até quase sair e descia com força, batendo a bunda nas coxas dele, o som molhado e proibido enchendo o quarto.
— Isso… isso… mete na buceta da titia … — eu gemia com as unhas cravadas no peito dele, rebolando com raiva e tesão. — Você queria me arrombar? Então aguenta, porra!
5 bombadas. Só cinco.
Na quinta quicada, quando eu apertava a buceta em volta dele com toda a força, sentindo ele pulsar loucamente, Saulo perdeu o controle. Ele agarrou minha cintura com desespero e gozou. Senti a porra quente enchendo minha buceta, escorrendo pra fora enquanto ele gemia alto, o rosto contorcido de prazer.
— Porra… tia… eu… caralho… — ele gozava, ainda tremendo com o pau pulsando dentro de mim, esvaziando tudo.
Eu parei de mexer. Fiquei parada, sentada em cima dele, sentindo o pau amolecendo devagar dentro da buceta ainda latejante. O gozo dele escorrendo pelas minhas coxas, quente e grosso. E eu… eu continuava pegando fogo. A buceta pulsando, o clitóris inchado implorando por mais, o corpo inteiro gritando por um orgasmo de verdade, daqueles que fazem a gente ver estrelas.
Mas ele tinha gozado. Em dez segundos. Cinco bombadas. A raiva subiu quente pela minha garganta. Tirei ele de dentro de mim com um movimento brusco, levantei da cama tremendo de tesão e ódio misturados.
— Sai daqui, Saulo. - ordenei
— Tia… espera… eu… eu não aguentei, você tava muito apertada, muito molhada… me dá mais uma chance, eu—
— Eu disse pra sair! — minha voz saiu mais alta do que eu queria. — Você veio aqui todo confiante, falando que ia me arrombar, que ia me fazer implorar… e gozou em dez segundos? Me deixou na mão como um moleque virgem? Não, Saulo. Não.
Completei:
— Vai embora. Agora. Antes que eu me arrependa de verdade e conto pra sua mãe o que você tentou fazer aqui.
Ele se sentou na cama, o rosto vermelho, uma mistura de vergonha e frustração. Tentou pegar a cueca, mas as mãos tremiam.
— Tia… por favor… eu te faço gozar agora, eu juro… deixa eu—
— Fora! — gritei, apontando a porta.
Saulo se vestiu rápido, sem olhar pra mim. Passou por mim no corredor ainda com o pau mole dentro da bermuda. Desceu as escadas cabisbaixo e foi embora.
Fiquei ali, nua da cintura pra baixo, a buceta latejando de tesão insatisfeito, a porra dele escorrendo devagar pela minha perna. Peguei meu celular e tirei várias fotos registrando a porra dele ainda na minha buceta. Fechei os olhos e respirei fundo. Eu odiava ele por ter gozado tão rápido.
Mas, mais ainda, eu odiava a mim mesma… porque, mesmo puta da vida, mesmo tremendo de raiva, minha buceta ainda pulsava querendo rola.
...
Registrei pra provar como meu sobrinho me deixou na mão
![Foto 1 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU...[Ele não me aguentou] - PARTE 2](/imgcto/d257/ph1cto257630.jpg)
![Foto 2 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU...[Ele não me aguentou] - PARTE 2](/imgcto/d257/ph2cto257630.jpg)
![Foto 3 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU...[Ele não me aguentou] - PARTE 2](/imgcto/d257/ph3cto257630.jpg)
![Foto 4 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU...[Ele não me aguentou] - PARTE 2](/imgcto/d257/ph4cto257630.jpg)
![Foto 5 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU...[Ele não me aguentou] - PARTE 2](/imgcto/d257/ph5cto257630.jpg)
Que sobrinho de sorte, sua buceta é linda, um convite para ser devorada!!