MEU TÉCNICO EM INFORMÁTICA VIROU MEU AMANTE...E MEU MARIDO CORNO APROVOU - PARTE 2

Continuação do meu relato [MEU TÉCNICO EM INFORMÁTICA VIROU MEU AMANTE - PARTE 1]

Por alguns segundos eu fiquei ali, olhando pro pau curvado dele ainda meio duro, brilhando da minha saliva e pignando porra. Mas então a realidade bateu forte.
— Vini… — falei baixinho. — Acho melhor a gente parar por aqui.
Ele piscou, ainda recuperando o fôlego.
— Parar?
— É. Eu tenho marido. Sou casada há mais de 20 anos. Isso… isso não pode acontecer de novo. Eu me deixei levar pelo tesão acumulado, pela falta que eu tava sentindo… mas agora tô arrependida pra caralho. Não sou esse tipo de mulher. Ou pelo menos não queria ser.

Fiquei quieta por um momento, ajustando a calcinha molhada e puxando a saia pra baixo. Minhas mãos ainda tremiam.
— Foi gostoso pra cacete. Mas isso termina aqui, tá bom? Foi um deslize. Um deslize quente pra porra, mas só isso.

Vini me olhou sério, mas concordou
— Tudo bem, dona Miriam. Eu entendo. Nunca imaginei que ia acontecer algo assim com a senhora.

Eu liguei o carro novamente.
— Quero que você continue trabalhando no escritório, Vini. Você é bom no que faz, o Joãozinho falou muito bem de você e eu vi que é competente mesmo. Preciso de alguém de confiança pra cuidar dos computadores, das câmeras, do sistema… Só peço uma coisa: nunca mencione o que aconteceu aqui hoje. Nem pra mim, nem pra ninguém. Foi um momento… e acabou. Combinado?
Ele olhou pra mim e respondeu:
— Combinado, dona Miriam. Eu sou profissional. O que rolou aqui fica entre nós dois. Não vou tocar no assunto nunca mais. Pode contar comigo no escritório.

O mês seguinte passou numa calmaria estranha. No escritório, Vini cumpriu à risca o combinado. Era sempre educado, profissional, “dona Miriam” pra cá, “dona Miriam” pra lá. Nunca um olhar mais longo, nunca um comentário duplo sentido. Quando precisava falar comigo sobre algum problema técnico, ele mantinha distância segura e os olhos no chão ou na tela do computador. Eu fazia o mesmo. Fingia que aquele boquete no carro nunca havia existido.

Em casa, as coisas seguiam no automático. Vagner, meu marido, continuava ocupado com os negócios dele, chegando tarde quase todas as noites. O sexo entre nós era raro, rápido e sem graça — como tinha sido nos últimos anos.

Um dia, Vagner apareceu no escritório sem avisar. Queria conhecer o novo técnico que eu tanto elogiava. Eu senti um frio na barriga quando os dois se cumprimentaram.
— Vagner, esse é o Vini, o técnico em informática que eu te falei. Ele tá fazendo um trabalho excelente aqui. – disse Ariele minha secretaria
Vagner apertou a mão dele com aquele jeito de homem de negócios.
— Prazer, Vini. A Miriam só fala bem de você. Disse que você salvou o sistema duas vezes esse mês.
Vini sorriu educado, apertando a mão com firmeza.
— Obrigado, senhor Vagner. Só tô fazendo meu trabalho. Sua esposa é uma ótima chefe.

Os dois trocaram algumas palavras sobre futebol e tecnologia. Eu fiquei ali, observando. Vagner era mais velho e Vini era jovem... os dois lado a lado me causou um aperto estranho no peito. Eu congelei por um segundo, mas lembrei dos filmes que a gente assistia juntos há uns anos. Aqueles de corno manso, de mulher sendo desejada, fodida por outros homens na frente do marido. A gente nunca tinha comentado nada do tipo “que coisa estranha” ou “nunca na vida”. Pelo contrário. Vagner gozava forte vendo aqueles vídeos, e eu também ficava excitada pra caralho imaginando a cena. A gente só nunca tinha falado em transformar aquilo em realidade.


Na sexta-feira, no final da tarde, logo depois do expediente, Vagner me ligou animado do carro:
— Amor, tô saindo agora do escritório. Hoje eu tô com vontade de fazer um churrasco lá em casa. Chama a Ariele, aquele casal de advogados que você gosta… e o Vini também. Ele parece gente boa, e o cara salvou o sistema duas vezes esse mês. Vamos agradecer direito.
Meu estômago deu um nó.
— Vini? Tem certeza, Vagner? Ele é prestador de serviço… não sei se é apropriado.
— Ah, para de frescura, Miriam. É só um churrasco rápido. Chama ele sim.
Eu torci internamente pra caralho que Vini recusasse o convite. Mesmo assim, mandei uma mensagem formal pelo WhatsApp do escritório:
“Vini, o Vagner resolveu fazer um churrasco aqui em casa hoje à noite. Se você estiver livre, está convidado.”
Menos de dez minutos depois ele respondeu:
— Pode contar comigo, dona Miriam. Que horas eu chego?

Eu passei a tarde inteira nervosa e fui pra casa. Acabei optando por um vestidinho leve, soltinho, daqueles que marcavam o corpo sem ser vulgar demais. Por baixo, uma calcinha de renda preta que eu sabia que ficava molhada fácil. Às sete da noite, Ariele foi a primeira a confirmar que não poderia ir Logo em seguida veio a mensagem do casal de advogados.
— Miriam, a nossa filha acordou com febre alta. Não vamos conseguir ir. Desculpa o vacilo!

Pronto. Era só nós três. Vagner não pareceu se importar nem um pouco. Na verdade, quando eu contei que os outros não vinham, ele deu de ombros e sorriu:
— Melhor ainda. Fica mais tranquilo. O Vini parece ser um cara legal, vamos bater um papo descontraído.

Eu engoli seco. Meu coração batia forte.
Vini chegou pontualmente, de bermuda escura, camisa polo preta justa no peito e nos braços definidos. Carregava uma garrafa de whisky importado como presente. Quando eu abri a porta, ele sorriu educado, como sempre:
— Boa noite, dona Miriam. Obrigado pelo convite.
Ele passou por mim e eu senti aquele cheiro dele de novo. Meu corpo reagiu na hora. A buceta deu uma pulsada leve, traidora.
Vagner recebeu ele com um abraço de homem:
— E aí, Vini! Que bom que você veio, cara. Senta aí, pega uma cerveja gelada.

Os dois começaram a conversar e beber enquanto Vagner preparava as carnes. Eu fiquei na cozinha, preparando os acompanhamentos, mas não conseguia parar de ouvir a risada baixa de Vini e a voz animada do meu marido. Quanto mais o tempo passava, mais eu lembrava do gosto daquele pau na minha boca, da forma como ele gemeu quando gozou, da porra grossa e quente escorrendo na minha língua. As vezes eu ia pra cozinha respirar e para nao dar na cara o que tinha acontecido comigo e com Vinicius.

Fui até a geladeira buscar mais cerveja gelada. Vagner e Vini estavam sem camisa, os corpos suados brilhando. Meu marido, mais velho, barriga marcada pelos anos, mas ainda forte. Vini, jovem, peito definido e aqueles braços que eu já tinha sentido segurando minha cabeça.

Parei por um segundo na porta da cozinha, olhando os dois. Meu coração disparou. Sem conseguir me segurar, subi o vestido devagar, tirei a calcinha de renda preta que já estava encharcada. Voltei para perto deles completamente sem nada por baixo. Ninguém percebeu.

Sentei na cadeira de plástico entre os dois, cruzando as pernas devagar. A buceta exposta ao ar quente da noite começou a melar ainda mais. Eu sentia o líquido quente escorrendo devagar entre os lábios, molhando a parte interna das coxas enquanto olhava para os peitos suados deles.

Vagner me olhou de canto de olho. Eu estava vermelha, respirando mais rápido que o normal.
— Tá quente pra caralho hoje, né? — disse ele.

Vini concordou, tomando um gole de cerveja, sem imaginar o que estava acontecendo. Eu não aguentava mais. Minhas pernas tremiam levemente. A buceta pulsava, vazando sem parar. Vagner percebeu que eu estava inquieta, mexendo as coxas uma na outra.
— Amor, vamos pra sala? Aqui fora tá muito calor. Fica mais à vontade lá dentro no ar condicionado — sugeriu ele.
Eu aceitei, sem conseguir falar direito. Entramos os três. Vagner fechou a porta da sala e sentamos no sofá grande. Eu no meio. O vestido fino mal cobria minhas coxas. Vagner olhou para mim, depois para Vini, e soltou um suspiro longo.
— Miriam… eu vi a porra no banco do seu carro aquele dia. — Ele disse de repente, calmo, quase divertido. — Tava seco, mas ainda dava pra ver as marcas. E você tava com um cheiro diferente quando chegou em casa.

Eu congelei. Vini também ficou tenso na hora. Vagner continuou falando nervoso e excitado:
— No começo eu fiquei puto. Mas depois… quanto mais eu pensava, mais meu pau ficava duro imaginando o que tinha rolado. Eu sempre gostei daqueles vídeos, né? De corno manso. De ver minha mulher sendo desejada, sendo comida por outro. Nunca pensei que ia acontecer de verdade… eu não consigo parar de pensar nisso. Ele olhou direto para Vini.
— Eu quero ver. Quero ver você comendo a minha mulher bem gostoso enquanto eu filmo e bato uma punheta. Quero ser corno hoje, Miriam. Quero ver você gozando no pau dele.
Eu estava chocada, mas a buceta traidora deu uma pulsada forte, soltando mais mel. Vini olhou para mim, depois para Vagner, ainda sem acreditar.
— Tem certeza, senhor Vagner? — perguntou ele.
— Absoluta. Tira essa bermuda, Vini. Mostra pra ela o pau que ela já provou.

Vini obedeceu. Tirou a bermuda e a cueca. O pau curvado pulou para fora, já meio duro, grosso, com aquela cabeça rosada brilhando. Eu senti a boca encher de água. Vagner pegou o celular, abriu a câmera e sentou na poltrona ao lado, já abrindo o shorts e tirando o pau dele, que estava duro como pedra.
— Vem, amor. Fica de quatro no sofá pra ele.

Eu tirei o vestido pela cabeça, ficando completamente nua. Me posicionei de quatro no sofá, empinando a bunda. Vini se ajoelhou atrás de mim. Passou a cabeça grossa do pau na minha buceta melada, esfregando devagar.
— Porra, dona Miriam… tá encharcada — gemeu ele.

Ele meteu devagar no começo, depois foi fundo. Eu soltei um gemido alto quando senti o pau curvado dele batendo bem no ponto G. Vini segurou meus quadris e começou a comer gostoso, ritmado, fazendo minhas tetas balançarem.
— Isso… fode ela, Vini. Come a buceta da minha mulher — murmurava Vagner, filmando tudo de perto enquanto batia punheta devagar.

Vini acelerou, metendo fundo, o barulho molhado ecoando na sala. Eu gemia sem vergonha, empinando mais a bunda. Depois de uns minutos, Vagner pediu com a voz carregada de tesão:
— Agora come o cu dela, Vini. Quero ver você arrombando o cuzinho da Miriam e gozando bem dentro.

Vini tirou o pau brilhando da minha buceta e encostou a cabeça grossa no meu cu. Cuspiu em cima, espalhou e foi empurrando devagar. Eu soltei um gemido longo e rouco quando ele entrou. Ele foi paciente, mas firme, até enterrar tudo.
— Caralho… que cu apertado sua safada — gemeu ele.

Ele começou a foder meu cu com socadas cada vez mais fortes. Vagner filmava de perto, o pau dele na mão, batendo cada vez mais rápido.
— Goza dentro, Vini. Goza no cu da minha mulher. Enche ela de porra.

Vini gemeu, segurou minha cintura com força e meteu fundo. Senti o pau dele pulsar forte dentro do meu cu, jorrando porra quente, grossa, enchendo tudo. Eu gozei junto, tremendo inteira, a buceta e esguichando escorrendo sem nem estar sendo tocada. Vagner também gozou forte, o leite espirrando na própria mão enquanto filmava tudo.

Quando Vini saiu de dentro de mim, um filete de porra escorreu do meu cu arrombado e desceu na minha buceta. Vagner desligou o celular, respirando pesado, e sorriu satisfeito:
— Eu desconfiava de vocês dois desde aquele dia. Ver a porra no carro foi o que atiçou tudo isso em mim. E hoje… porra, foi melhor do que qualquer filme.

Ele olhou para mim, ainda de quatro, gozando pelo cu e pela buceta.
— Isso não termina aqui, né, amor?
Eu só consegui sorrir, exausta e ainda latejando de prazer.
...

Nossas fotos da festinha daquele dia...

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Comentários


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frances21 Comentou em 26/03/2026

Que delícia de conto




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Nome do conto:
MEU TÉCNICO EM INFORMÁTICA VIROU MEU AMANTE...E MEU MARIDO CORNO APROVOU - PARTE 2

Codigo do conto:
257897

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
26/03/2026

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