A sexta-feira amanheceu com uma euforia que eu não conseguia conter; o corpo pedia algo que a rotina não entregava. Sob o jeans, o toque sedoso da calcinha da minha esposa era o meu segredo sujo. Saí de casa sentindo o risco em cada passo, o tecido atolado lembrando-me, a cada movimento, que eu era um homem caminhando entre desconhecidos com uma identidade oculta e feminina por baixo da roupa. Afastei-me do meu centro habitual, buscando o anonimato de um bairro tranquilo. Em frente a uma lojinha de pipas, o destino colocou o cenário perfeito: dois rapazes na calçada e uma rua deserta. Ali, a ousadia falou mais alto. Sob o pretexto de buscar uma casa para alugar, abaixei o jeans o suficiente para que a renda da calcinha desse as caras. Vi o momento exato em que o primeiro notou, cutucando o colega com um riso cúmplice, enquanto o outro, sem desviar o olhar, levava a mão ao volume entre as pernas. — Tem uma kitnet aqui nos fundos — disse um deles, os olhos brilhando com a malícia da descoberta. — Quer dar uma olhada? Entramos pela loja, acessando um quintal reservado. Assim que as paredes da pequena construção nos cercaram, o jogo de aparências caiu. Ele, já visivelmente excitado, não perdeu tempo: — Desculpa a pergunta, você é gay? — Não — respondi, com a voz embargada pelo desejo. — Sou casado. Só preciso de um canto reservado longe da minha casa. A confirmação da calcinha foi o gatilho. Quando admiti que gostava de me entregar, a realidade se tornou brutal e física. Ele libertou uma rola morena e imponente, e eu, entregue ao fetiche, ajoelhei-me instantaneamente e o chupei. Quando percebi o látex da camisinha logo se fez presente e, em segundos, ele estava me possuindo com uma força que me fazia vibrar e comia com maestria e eu só gemia. O estalo das mãos dele contra a minha bunda, deixando as marcas vermelhas dos dedos das mãos, era a trilha sonora daquela entrega. A cena subiu de tom quando o segundo rapaz, mais baixo e de físico robusto, entrou no quarto. Sem cerimônias, ele revelou seu próprio desejo. Vi-me no centro de um furacão: um me possuía por trás enquanto eu me ocupava mamando o outro, sentindo o sabor do perigo e do prazer proibido. Os xingamentos — "puta", "piranha" — não eram ofensas, eram combustíveis. Eu era, naquele momento, exatamente o que eles queriam que eu fosse. O ápice veio em ondas de adrenalina. Terminei com o corpo marcado, meu cuzinho pulsando e meu rosto banhado de porra, era a prova daquela aventura. Ao me limpar, veio a revelação final entre risos: a kitnet não estava à venda nem para alugar; era apenas o refúgio dele. — Sempre que quiser algo reservado... — ele disparou enquanto se limpava com o lenço umedecido, com um sorriso de quem sabia que eu voltaria. Saí dali finalmente, enquanto caminhava sentia o leite entra minha bunda e pernas , e sentindo o latejar no corpo e o gosto ácido da experiência na boca. Caminhei de volta para a minha vida normal, mas por dentro, eu estava plenamente realizado, carregando comigo o peso e o prazer de ter cruzado a fronteira.
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