A descoberta do prazer anal foi um caminho sem volta, uma descida vertiginosa por uma ladeira que eu não queria subir. A rotina em casa havia mudado drasticamente: o vizinho, Seu Antônio, agora era uma presença constante no corpo da minha mulher, e o que antes era suspeita virou um acordo silencioso que eu aceitava com um tesão mórbido. Porém, com o fim das férias dele, o ritmo mudou. Naquela sexta-feira, o silêncio da casa vizinha deixou minha mulher inquieta. Privada da virilidade bruta do amante, ela se voltou para mim. Deitou-se com um babydoll de renda, curto e provocante, que deixava pouco para a imaginação. O desejo visual funcionou; minha rola subiu, rígida, alimentada pelas lembranças das imagens da luminária espiã. Ela começou a me mamar com uma técnica que parecia refinada por outros lábios, mas algo em mim estava travado. Eu socava com força, buscava o ângulo perfeito, sentia o calor dela, mas o ápice parecia um horizonte que recuava, eu na conseguia gozar. Nada. Ela tentou a punheta, acelerou o ritmo, e o cansaço começou a dar lugar à irritação. — O que foi? Não vai gozar? — ela reclamou, a voz já carregada de um desprezo que, estranhamente, me excitava. — Desculpa, não estou conseguindo... — balbuciei, sentindo-me pequeno. Ela não aceitou a derrota. Com um olhar autoritário que eu nunca tinha visto, ela se me olhou e disse: Você vai gozar sim, por bem ou por mal! Se levantou e foi até a penteadeira. Voltou com o pote de creme de cabelo nas mãos. Sem dizer uma palavra, voltou a me chupar com uma intensidade feroz, fazendo meu pau latejar de dor e prazer. Quando eu estava no limite da frustração, senti o toque frio do creme e, num movimento seco e preciso, ela atolou o dedo no meu cu. O choque elétrico percorreu minha espinha instantaneamente. Foi como se um dique tivesse rompido. A porra espirrou com uma violência selvagem, voando parte no rosto dela, parte nos fios de cabelo. Eu arqueei o corpo, gemendo alto, um som que misturava entrega e alívio, enquanto ela, com um sorriso de triunfo e deboche, disparava: — Goza ou não goza, safado?! Era isso que tu queria, né?! Eu já sabia seu viadinho! Ela me decifrou no escuro do quarto. Sem esperar resposta, limpou o rosto com o lençol, ajeitou-se com a frieza de quem cumpriu uma tarefa e adormeceu em segundos. Eu fiquei ali, no escuro, em transe. O latejar do meu corpo agora era completo, preenchido por uma verdade que eu não podia mais esconder: ela sabia do meu segredo, e agora a nossa cama nunca mais seria a mesma. Entre o cheiro do creme e o rastro da gozada, o sono finalmente me venceu.
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