A culpa foi do Grande Gatsby 1

Breve descrição de Telma, a personagem deste conto...
Atenção todos os personagens são maiores de idade e qualquer semelhança com a realidade e mera coincidencia…
Meu nome é Telma, tenho 28 anos, pele morena cabelo louro escuro
Gosto muito de usar umas meias antracite, sapatos fechados tipo mocassim brancos em pele…neste relato vou contar como conheci o “João”, alto moreno, um pouco mais velho que na altura tinha 34 anos…eu conheci o João quando em 1999 quando estava tirarando o final do meu curso médio…a gente se encontrava nas disciplinas de filosofía e inglés…
Telma (personagem ficticio) o Inicio:
A gente tava naquela aula de Inglês, sabe? a professora tinha dito que iam sair algunas perguntas sobre o libro de estudo, a saber esse maldito “Grande Gatsby”, aqueles dias de revisão que parecem que nunca acabam. Aí, do nada, a Telma veio falar comigo. Tipo, do nada. Ela veio e soltou:
Telma:"Ouvi dizer que tens as notas explicativas do livro 'O Grande Gatsby'...
João:" E eu, super na defensiva, respondi: "Sim, de facto tenho!"
Ela fez uma cara meio dramática e disse:
Telma:"Será que me podias emprestar até amanhã? Eu faço cópias e entrego logo de manhã, assim tu podes estudar para o teste, se é que tu ainda não leste, claro."
Eu fiquei pensando na minha vida, né? E aí eu soltei, meio sem querer, que eu tinha aquele auxiliar lá em casa.
Ela fez uma cara de quem não entendeu nada e perguntou:
Telma:"É muito longe daqui? A gente podia ir buscar?"
Eu fiquei tipo, "O quê? Em minha casa?"
Ela balançou a cabeça e disse: "Sim, qual é o problema?" Eu já tava no modo "por favor, me deixa em paz," mas ela não ia desistir assim tão fácil.
A gente saiu dali, os dois caminhando, e era um clima estranho. Eu não sabia nada da Telma, e ela não sabia nada de mim, mas já era óbvio pra quem estava olhando, ou melhor, pra quem sabia: eu tinha dito numas aulas atrás que andava num processo de um divórcio meio complicado. O silêncio era ensurdecedor.
Quando chegamos na minha porta, eu enfiei a chave, meio sem jeito. Ela olhou pra trás, para a rua, e disse:
Telma:"Posso entrar... ou vais deixar-me aqui na rua com esse frio?"
Eu quase gritei um "Por favor, não!" e tentei ser o cavalheiro, perguntando:
João:"Não tens problema de entrar sozinha comigo?" Ela fez uma careta, aquela de quem acha graça, e disse:
Telma:"João, tás mesmo parvo, é só para buscar o livro..."
E aí, eu fui até a prateleira e tirei aquele bendito livro, colocando-o num saco pra ela. Eu soltei:
"Pronto, vamos embora?" Mas a Telma, olhou pra mim e soltou:
Telma:"Bolas, pelo menos podias fazer um chá para aquecer. Sou uma menina, já perdeste o cavalheirismo?"
Eu fiquei vermelho, tipo, "Desculpa, mas eu estou nervoso... contigo aqui a sós!" Eu vasculhei a cozinha, achei uma chaleira e fiz um chá de gengibre, tentando que o vapor disfarçasse o meu pânico.
A gente ficou ali, tomando, e eu conseguia sentir o cheiro do gengibre misturado com o perfume dela. Foi aí que a coisa começou a mudar, sabe? Ela percebeu que eu estava desconfortável, mas também percebeu outra coisa. Ela notou um volume descomunal nas minhas calças.
Ela largou a xícara, e o tom de voz dela mudou, e os seus olhos ficaram mais investigativos.
João:"Então, quer dizer que tu continuas solteira?" soltei…
Ela sentiu o rosto esquentar até a raiz do cabelo.
Telma:"Sim," murmurou, com voz rouca. Depois me olhou nos olhos e sorriu, aquele sorriso que desarma qualquer coisa. "Se aparecer um gato... digo assim como tu! Ah ah ah..." E ela riu.
Mas a curiosidade dela, aquela coisa que não dá pra controlar, venceu. Num impulso, ela se levantou, caminhou até a cadeira mais próxima de mim, e com a mão, ela tocou, ela testou, o que realmente era aquele volume nas minhas calças.
Eu congelei. "Que fazes, Telma?" eu consegui balbuciar, sentindo a mão dela ali, tão perto.
Ela não tirou a mão. "Curiosidade... De facto, podias mostrar-me o que tens aí dentro?"
Eu senti um frio na espinha, uma mistura de medo e adrenalina.
João: "Desculpa, mas eu estou desacustumado... Desde que me separei da minha mulher, nunca mais tive nenhum relacionamento íntimo..."

Ela piscou o olho com malícia, e aquele brilho nos olhos dela foi tudo.
Telma: "Isso é algo que nós vamos resolver!"
E foi assim que eu assisti, impotente, enquanto ela desabotoava minhas calças, descendo-as devagar, até ficarem nos meus joelhos.
A Telma olhou para baixo, para o que ela acabara de expor, e soltou: "Nossa, que grande!"
A cena estava carregada de um tipo de eletricidade que dava um arrepio na espinha, sabe? Foi quando ela se abaixou, de joelhos, bem perto de mim, e com aquela mão que parecia saber exatamente o que fazer, agarrou meu pau com um carinho que me desarmou. Levou-o até a boca, e o mundo pareceu parar.
Telma:"Hum... isto é muito bom...", ela murmurou, e o gemido que saiu dela era mais um convite do que qualquer palavra. Mas eu, ainda meio tonto com a sensação, hesitei um pouco.
João: "No entanto, não sei se devemos fazer isto...", consegui balbuciar, mesmo sabendo que deveria querer muito mais.
Ela não me deu tempo para pensar. A boca dela era um vácuo delicioso, e os sons que ela fazia... "Mwaah... chup... chup... que caralho bom tu tens!", parecia que ela estava celebrando a minha existência com a boca. Foi assim um tempo, um tempo delicioso de rendição, até que ela parou um pouco, erguendo o rosto, os olhos brilhando com uma malícia que eu adorava.
Telma: "Sabes que eu estava com vontade de a gente dar uma fodinha..", ela começou, a voz mais rouca agora. Fiz questão de manter a respiração presa, esperando o resto. "Só tenho que te avisar é que faltam dois dias para o meu período menstrual..."
O meu sorriso morreu no rosto.
João: "Que pena...", murmurei, sentindo um peso de desapontamento. Eu realmente queria retribuir o carinho, a entrega...

Ela riu, um som gostoso, mas resignado.
Telma: "É melhor não... vai saber um pouco mal!"
A risada dela foi o empurrão que eu precisava. Esquecemos o tempo, o cansaço, tudo. Caminhamos até o quarto, e a primeira coisa que fiz foi afastar as roupas da cama, como se fosse um ritual antigo. Enquanto ela, com aquela lentidão calculada, baixava as meias antracite, ela fez um gesto, um pedido quase conspiratório.
Telma: "Poderias arranjar-me um saquinho pequeno?", ela pediu, e então, com um movimento quase casual, tirou o tampão absorvente que estava usando. Meu instinto de ajudante assumiu o controle, e fui procurar um saco de lixo por perto.
João: "Toma, tens aqui...", entreguei o embrulho.
Ela revirou os olhos, mas havia um brilho de cumplicidade neles.
Telma: "Parvo, cuidado vais sujar as tuas mãos – é sangue! Tonto! Leva isto para o lixo..."
O constrangimento passou voando. O foco voltou para o que realmente importava. Sem fazer ela esperar mais nem um segundo, eu apontei a cabeça do meu pau para a sua ratinha, e meus senhores... aquilo era um convite aberto.
João:"Delícia!", ofeguei, ao mesmo tempo que lhe mordiscava a orelha esquerda…
Telma: "Gostas dela?", perguntou, com voz grave.
João: "Sim, muito prazeroso...", admiti, contudo o seu corpo revelava síntomas de quem estava prestes a perder o controlo.
Telma: "Então mete...", ela sussurrou, a voz quase a implorar. "Soca gostoso..."
Eu comecei as investidas, lentas no início, aumentando a cada toque. Era quase obsceno dizer que eu estava prestes a gozar ali mesmo, naquele momento de pura entrega. Mas quando as pernas dela começaram a tremer, num ritmo que não era de brincadeira, e senti o segundo orgasmo dela apertar o ar, ela soltou aquele suspiro longo, profundo, que parecia tirar todo o ar dos pulmões.
Telma: "Sim... goza... goza dentro...", ela ofegou, agarrando-se as minhas coxas, sem se importar com o resto. "Está tudo bem... oh sim... já sinto teu leitinho! Que loucura..."

E foi aí que o mundo desabou em nós dois, num turbilhão de suor, gemidos e satisfação que não cabia em palavras…
Telma: Tens uma toalhita pequena de bidé, das mais escuras que tiveres?
João: vou buscar… toma…
Telma: É para tapar minha ratinha para não te sujar a roupa da cama…depois levo para lavar…
Continua ass Natalia...

Foto 1 do Conto erotico: A culpa foi do Grande Gatsby 1

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A culpa foi do Grande Gatsby 1

Codigo do conto:
259610

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
17/04/2026

Quant.de Votos:
3

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