Era uma tarde de terça-feira quente pra caralho no centro da cidade. Eu tinha saído de casa só porque as calças sociais que eu usava pros dias de trabalho presencial tavam apertando demais nas coxas. Eu tava crescendo.
Com 1,81m, corpo parrudo e peludo, grisalho nae barba fechada, eu não sou daqueles caras que cabem em qualquer roupa. Meu físico brutão sempre chama atenção.
As calças velhas tavam me sufocando as bolas e eu precisava de algo sob medida que valorizasse minha silhueta sem me deixar exposto demais.
Entrei numa loja especializada em roupas feitas à mão, um lugar discreto, com cheiro sutil de couro novo e ar-condicionado gelado que bateu gostoso no meu suor depois do calor da rua. Nenhum cliente naquela terça.
O vendedor veio me atender na hora. Fábio. 28 anos, morenão, musculoso socadinho como quem tá em bulking pesado, camisa social impecável colada no peito definido, calça social preta que marcava uma cintura fina e uma bunda redondinha que chamava atenção logo de cara. Lábios carnudos, sorriso educado, atencioso pra porra.
- Boa tarde, senhor. Em que posso ajudar? - perguntou ele, voz calma, já medindo meu corpo com os olhos.
Eu expliquei o problema das calças apertadas, e ele já desceu o olhar pra conferir. Não uso cueca nunca, então o pau de 19cm grosso, babão e pentelhudo ficava roçando direto no tecido, marcando tudo o dia inteiro.
Olhei algumas calças que gostei bastante e resolvi experimentar.
Ele me levou pro provador nos fundos, um cubículo espaçoso com cortina grossa, espelho de corpo inteiro e banquinho. O ar-condicionado ali dentro era mais forte, e meu suor de macho maduro começou a evaporar devagar, enchendo o espaço com aquele cheiro forte.
Eu experimentei a primeira calça e Fábio me perguntou se ficou boa, do lado de fora. Disse que tinha outra opção ali, e perguntou se podia abrir, já abrindo.
- Desculpe, senhor. Trouxe essa aqui.
Seus olhos fixaram no que via: eu de calça aberta, os pentelhos escapando, o pau grosso se acomodando no tecido. Ele engoliu em seco, mas não desviou o olhar. Eu vi o pomo de adão dele subir e descer.
Ali eu tive certeza. Era outra garganta que eu ia abusar.
Fábio pediu desculpar, fechou a cortina e me deixou experimentar a nova calça, que realmente era perfeita. Era a escolhida.
Quando saí do provador, meu pau já tava meia bomba, marcando a calça, e ele já tava na minha.
- Gostou? É essa! - perguntei com um olhar bem cafajeste.
Ele tremeu quando viu minha tora marcando e só disse:
- Precisa ajustar só a bainha.
Fábio pegou a fita métrica, voz ainda educada mas agora rouca na ponta.
- Se o senhor puder ficar de pé aqui no banquinho, eu meço a perna e marco a bainha rapidinho.
Eu subi no banquinho baixo, pernas abertas pra dar espaço. A calça azul-marinho nova colava nas coxas grossas, o pau pesado latejando contra o tecido, cabeça babando pré-gozo que já começava a deixar uma manchinha discreta.
Fábio ajoelhou na minha frente, olhos na altura da virilha. Mãos tremendo de leve quando ele passou a trena pela costura interna da perna. Subiu devagar, dedos roçando a coxa, depois mais alto, até abaixo das bolas.
A esbarrada veio: as costas da mão encostaram de cheio no meu caralho por cima da calça. Não foi acidente. Foram poucos segundos, mas o suficiente pra sentir o volume latejante, sentindo a grossura, o calor, o peso.
Meu pau deu um pulo forte, inchando completo, veias pulsando contra o tecido.
O cheiro do meu suor de macho, que o ar-condicionado não tinha conseguido tirar, invadiu o provador pequeno. Fábio inspirou fundo, nariz perto da minha virilha, corpo inteiro arrepiando. Eu vi a ereção dele marcando na calça social preta, pau duro pra caralho. Ele murmurou, voz baixa:
- Senhor… desculpe… eu não quis…
Eu ri baixo, aquela risada grave que desmonta qualquer putinho. Coloquei minha mão grande no ombro dele, apertando de leve.
- Relaxa, Fábio. Acontece. - eu já tava abusando do tesão dele.
Quando ele terminou de medir, eu abri novamente o botão da calça pra atiçar ele com meus pentelhos. Ele ficou hipnotizado.
Ele ficou vermelho, mas não tirou os olhos. Tremor subiu pela coluna dele, que levantou, e um protesto fraco saiu da boca carnuda:
- Senhor… a loja… pode entrar alguém… eu sou só o vendedor aqui…
Eu fiz um carinho na bunda dele, dedo médio roçando o vinco entre as nádegas por cima do tecido. O pau dele latejava visível agora.
- Ninguém vai entrar. Tá vazio. E você já tá duro que nem eu. Agora ajoelha direito pra medir essa bainha… e abre essa boca enquanto faz.
Fábio nem relutou porque sabia que tinha que ser rápido. Caiu de joelhos de vez no carpete. Cortina fechada, loja silenciosa, mas o risco de um cliente aparecer e chamar por ele deixava o ar pesado, safado.
Ele fingiu medir a bainha de novo, fita tremendo na mão, olhos grudados na tora que marcava a calça nova. Eu baixei o zíper devagar, liberei o pauzão de uma vez, batendo na boca dele, e deixando aquele fiozinho do mel de macho.
19cm grosso, venoso, cabeça vermelha inchada babando pré-gozo grosso, pentelhudo. O cheiro forte de pau e macho encheu o cubículo.
- Porra… - sussurrou ele, hipnotizado, lábios carnudos entreabertos.
Eu segurei a nuca dele com firmeza, puxando o rosto pra frente.
- Sente o gosto, moleque. Lambe primeiro.
Fábio olhou pra mim, em cumplicidade. Eu permiti, e ele lambeu a cabeça, língua quente rodando no melzinho babão. Gemeu baixo quando o sabor salgado bateu.
Abriu mais os lábios e engoliu a cabeçona. Boca quente, molhada, esticada ao máximo pela grossura. Perfeita.
Segurei a cabeça com as duas mãos agora, nuca travada.
- Isso… mama essa rola, caralho. Chupa gostoso que nem o vendedor solícito que você é.
Comecei a foder a boca dele com estocadas curtas e profundas. Barulho molhado ecoava no provador.
Fábio engasgava, olhos lacrimejando, mas o pau dele pulsava na calça. Eu meti mais fundo, bolas peludas batendo no queixo dele.
- Engole tudo. Tá gostoso?
Quando ele foi gemer em concordância, relaxando a garganta, eu segurei firme e forcei até o talo. Nariz dele encostou nos meus pentelhos. Sua garganta cedeu de uma vez. Meu caralho deslizou inteiro, latejando grosso.
- Não foge, seu puto. Vai levar meu leite direto na goela agora.
Aumentei o ritmo, socando urgente, rápido. Risco de alguém chamar na loja deixava as estocadas mais brutas. Som obsceno enchia o espaço. Ele gemia abafado, vibrando na minha rola, bunda empinada tremendo. Eu sentia as bolas subindo, prazer subindo forte.
- Engole até o fundo… tua boca carnuda foi feita pra servir seu cliente.
Fábio tentou puxar a cabeça pra trás, garganta apertando em desespero, mas eu segurei a nuca com mais força, dedos cravados nos cabelos curtos. O risco de um cliente entrar na loja e chamar por ele só me deixava mais bruto.
- Cala a boca e engole, porra. Tua garganta é minha agora, vendedor.
Meti fundo, estocadas curtas e brutas, o pauzão inchando ainda mais dentro da boca carnuda dele. Meu suor escorrendo do meu peito peludo e pingando no rosto dele. O cheiro forte de macho maduro misturado com saliva enchia o provador inteiro.
Fábio tossia, lágrimas grossas descendo, mas o pau dele latejava tanto na calça que uma manchinha molhada apareceu no tecido. Ele não queria soltar.
Aumentei o ritmo, socando sem dó, a cabeça grossa forçando o fundo da garganta dele a cada investida.
- Isso… aperta essa garganta no meu caralho. Vai, puto… me faz gozar.
Senti as bolas subindo rápido, o prazer apertando a base da espinha. Segurei a cabeça dele com as duas mãos, nariz dele colado nos meus pentelhos já molhados.
O pau latejou forte e eu gozei, fundo, sem piedade.
Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram direto na garganta dele, enchendo tudo. Eu mantive ele preso, forçando cada gota pra baixo enquanto meu caralho pulsava sem parar.
Fábio se debatia, engasgando forte, corpo inteiro tremendo, mas engoliu tudo. Nem uma gota escapou.
Puxei devagar, a rola ainda dura e brilhando de baba e porra.
- Lambe tudo, bom garoto. Limpa esse pau que você ganhou de cliente.
Ele obedeceu exausto, língua passando devagar pela grossura, limpando cada fio de porra e saliva. Cara vermelha, olhos lacrimejando, respiração pesada, bochechas molhadas. Parecia destruído, mas o olhar que ele me deu era puro vício.
Eu terminei de tirar a calça para vestir a minha.
- Gostou do leite? Essa boquinha carnuda agora é minha. Toda vez que eu voltar pra ajustar roupa, você vai me atender no provador.
Ele balançou a cabeça, voz rouca, quase sumida:
- Sim, senhor.
Eu abri a cortina devagar, olhei a loja ainda vazia, me ajeitei na frente do espelho grande e saí primeiro. Ele levantou cambaleando, pernas moles, ajustando a camisa social toda babada e a calça com a manchinha molhada na frente.
No balcão, enquanto eu passava o cartão, segurei o queixo dele de leve e dei um beijo possessivo, curto mas bruto, língua invadindo a boca que ainda tinha meu gosto forte e salgado.
- Sente o gosto do meu leite na garganta enquanto atende o próximo. E pensa em como vai ajoelhar de novo da próxima vez que eu aparecer.
Fábio ficou ali atrás do balcão, tremendo, olhos baixos mas brilhando, rosto ainda vermelho e molhado.
Eu ainda tinha que voltar para pegar as calças ajustadas.
E eu sabia que, toda vez que aquele puto educado ajoelhasse pra medir uma bainha, ele ia lembrar exatamente do gosto do meu leite e do peso da minha rola na garganta.
Três estocadas profundas e gozei. Jatos grossos, quentes, abundantes explodindo direto na garganta dele. Segurei a nuca com força, nariz colado nos pelos, forçando ele a engolir cada gota enquanto meu pau pulsava sem parar. Fábio tossiu, corpo inteiro tremendo, mas engoliu tudo. Nem uma gota escapou.
Puxei a rola devagar, ainda dura e melada, e passei a cabeça babada nos lábios inchados dele.
— Lambe. Limpa tudo, bom garoto. Serviço prestado pra caralho.
Ele lambeu obediente, língua passando devagar pela grossura, limpando porra e saliva. Cara vermelha, olhos lacrimejando de tanto engasgar, bochechas molhadas, respiração pesada. Parecia destruído, mas o olhar era de quem tava viciado no cheiro e no gosto.
Eu ajeitei a calça azul-marinho nova no corpo, fechei o zíper e dei um tapa leve no rosto dele.
— Gostou do leite do tio, Fábio? Essa garganta agora é minha. Toda vez que eu precisar de roupa nova, você vai me atender no provador. E vai mamar de novo.
Ele balançou a cabeça, voz rouca e exausta:
— Sim… senhor Marco…
Eu abri a cortina devagar, olhei pra loja ainda vazia, me ajeitei na frente do espelho e saí primeiro. Ele veio atrás, pernas moles, cara vermelha, ajustando a camisa social que tava toda babada. No balcão, enquanto eu pagava as duas calças novas, segurei o queixo dele de leve, dei um beijo possessivo rápido, língua invadindo a boca que ainda tinha meu gosto forte.
— Sente o cheiro do meu suor na tua cara enquanto atende o próximo cliente. E pensa em como vai me servir da próxima vez que eu voltar.
Fábio ficou ali, tremendo, olhos baixos mas brilhando. Eu saí da loja com as calças novas marcando meu pau satisfeito, o ar quente da rua batendo de novo. O provador tinha ficado com nosso cheiro misturado. E eu sabia que o putinho ia lembrar do meu leite por muito tempo toda vez que ajoelhasse pra medir outra calça.
Eu abri mais as pernas, pau batendo de leve no rosto dele.
— Sente o cheiro primeiro, moleque. Veio do calor da rua, suor de macho de verdade. Agora abre essa boca carnuda.
Ele hesitou um segundo, medo misturado com tesão puro nos olhos. Mas o cheiro forte invadiu ele. Fábio lambeu os lábios, depois a cabeça. Língua quente rodando no pré-gozo babão, gemendo baixo quando o gosto salgado bateu. Abriu a boca e engoliu a cabeçona. Lábios carnudos esticados ao máximo ao redor da grossura. Quente, molhada, perfeita.
Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos, nuca firme.
— Isso… chupa essa rola, caralho. Mama gostoso que nem o puto solícito que você é.
Comecei a foder a boca dele devagar no começo, estocadas curtas, sentindo a garganta apertada resistir. O barulho molhado – gluck gluck – ecoava no provador pequeno. Saliva escorria pelo queixo dele, pingando na camisa social impecável. Fábio engasgava, olhos lacrimejando, mas o pau dele latejava visível na calça. Eu meti mais fundo, bolas peludas batendo no queixo moreno.
— Olha pra cima enquanto eu uso tua garganta, Fábio. Você ficou louco com o volume desde que eu entrei, né? Agora engole tudo.
Ele tentou puxar a cabeça pra trás pra respirar, mãos no meu quadril, mas eu segurei firme e forcei até o talo. Nariz dele encostou nos meus pentelhos molhados, cheiro forte de pau e suor enchendo os pulmões. Garganta cedeu. Meu caralho deslizou inteiro, latejando grosso. Fábio convulsionou, tossindo forte, lágrimas descendo pelo rosto, mas não soltou.
— Não foge, seu puto. Vai levar meu leite direto na goela agora.
Aumentei o ritmo, socando urgente, rápido. Risco de alguém chamar por ele na loja deixava as estocadas mais brutas. O som obsceno enchia o espaço. Ele gemia abafado, vibrando na minha rola, bunda empinada tremendo. Eu sentia as bolas subindo, prazer subindo forte.
— Engole até o fundo… tua boca foi feita pra servir macho como eu.
Três estocadas profundas e gozei. Jatos grossos, quentes, abundantes explodindo direto na garganta dele. Segurei a nuca com força, nariz colado nos pelos, forçando ele a engolir cada gota enquanto meu pau pulsava sem parar. Fábio tossiu, corpo inteiro tremendo, mas engoliu tudo. Nem uma gota escapou.
Puxei a rola devagar, ainda dura e melada, e passei a cabeça babada nos lábios inchados dele.
— Lambe. Limpa tudo, bom garoto. Serviço prestado pra caralho.
Ele lambeu obediente, língua passando devagar pela grossura, limpando porra e saliva. Cara vermelha, olhos lacrimejando de tanto engasgar, bochechas molhadas, respiração pesada. Parecia destruído, mas o olhar era de quem tava viciado.
Eu ajeitei a calça azul-marinho nova no corpo, fechei o zíper e dei um tapa leve no rosto dele.
— Gostou do leite do tio, Fábio? Essa garganta agora é minha. Toda vez que eu precisar de roupa nova, você vai me atender no provador. E vai mamar de novo.
Ele balançou a cabeça, voz rouca e exausta:
— Sim… senhor Marco…
Eu abri a cortina devagar, olhei pra loja vazia, me ajeitei na frente do espelho e saí primeiro. Ele veio atrás, pernas moles, cara vermelha, ajustando a camisa social que tava toda babada. No balcão, enquanto eu pagava as duas calças novas, eu segurei o queixo dele de leve, dei um beijo possessivo rápido, língua invadindo a boca que ainda tinha meu gosto forte.
— Sente o cheiro do meu suor na tua cara enquanto atende o próximo cliente. E pensa em como vai me servir da próxima vez que eu voltar.
Fábio ficou ali, tremendo, olhos baixos mas brilhando. Eu saí da loja com as calças novas marcando meu pau satisfeito, o ar quente da rua batendo de novo. O provador tinha ficado com nosso cheiro misturado. E eu sabia que o putinho ia lembrar do meu leite por muito tempo toda vez que ajoelhasse pra medir outra calça.