O voo pra casa tava atrasado em quatro horas. Aeroporto lotado, ar-condicionado fraco, cheiro de gente estressada misturado.
Me afastei da multidão barulhenta e me enfiei num canto mais isolado, daqueles com poltronas viradas pro vidro onde dava pra tentar responder uns e-mails no notebook.
Sentei, abri o laptop e tentei me concentrar. Mas o pau já tava pesado dentro da calça. Tinha passado o dia inteiro cercado de caras mais novos na empresa, aqueles estagiários magrinhos que me olhavam de canto quando achavam que eu não via.
Eu sou 100% ativo, todo mundo sabe, ou pelo menos desconfia. Tenho 38 anos, 1,81m de altura, parrudo e peludo, grisalho e barba fechada. Eu chamo bastante atenção, modéstia à parte. Ativos querem me dar, putinhos querem me servir. E eu adoro quando servem.
Foi aí que ele apareceu. Enzo. Uns 18 ano, branquinho, magrinho, baixinho, com aquela cara de santinho de igreja que contrasta pra caralho com o olhar safado.
Cabelo loirinho bagunçado, boca rosinha de lábios carnudos, bermudinha jeans e camiseta básica colada no corpo lisinho. Ele parou na poltrona bem na minha frente, olhou pro meu colo sem disfarçar e sentou.
Cruzou as pernas, mas o joelho tremia. Eu fingi que tava digitando, mas senti o volume flácido do meu pau grosso de 19cm começar a inchar devagar só com o jeito que ele me encarava.
A calça cinza marcava tudo, o contorno da rola pesada, as bolas penduradas. Ele lambeu os lábios sem querer, um gesto rápido, quase imperceptível.
Meu caralho deu um pulo dentro da calça. Porra, o moleque tava hipnotizado.
Fiquei uns minutos assim, o pau engrossando, uma manchinha úmida de pré-gozo aparecendo bem no tecido cinza.
Ele não tirava os olhos. O cheiro do meu suor passou a me dar ainda mais tesão. Percebi quando a respiração dele ficou mais pesada. Eu sorri por dentro.
Santinho na rua, vagabundo no privado. Perfeito.
Levantei devagar, fingindo que ia ao banheiro. Ajeitei o pau na calça com a mão aberta, bem na frente dele, empurrando a rola pro lado pra ficar mais confortável.
A manchinha de pré-gozo ficou ainda mais visível, brilhando no cinza. Enzo arregalou os olhos, boca entreaberta.
Eu passei por ele e fui andando pro banheiro masculino, sabendo que o putinho ia seguir.
Entrei no banheiro. Pouca gente. Escolhi o mictório do canto, perto da baia de deficientes, mais espaçosa e com porta que tranca.
Abri o zíper, liberei o pauzão já meio duro, pentelhudo, a cabeça grossa brilhando de melzinho. Comecei a mijar quando Enzo parou do meu lado, fingindo que ia mijar também, mas os olhos grudados na minha rola.
- Precisa de ajuda aí, garoto? - perguntei baixo, voz grave, olhando ele direto nos olhos.
Ele não respondeu com palavras. Só ficou vermelho, mas não saiu.
Eu terminei de mijar, sacudi o pau devagar, exagerando o movimento pra ele ver o tamanho, as veias, o pré-gozo que já escorria de novo.
Guardei devagar, mas antes de fechar o zíper, passei a mão na bunda dele por cima da bermuda. Uma passada firme, apertando a carne macia.
Enzo se arrepiou inteiro, corpo tremendo, um gemidinho baixo escapou da boca rosinha.
- Vem - ordenei, empurrando ele de leve pra dentro da baia de deficientes.
Ele obedeceu. Fechei a porta, tranquei. O espaço era apertado, cheiro de desinfetante e meu suor de macho enchendo o ar. Eu encostei na parede, ele na minha frente. Olhos dele desceram pro volume latejando na minha calça.
- Tava louco pra ver isso de perto, né, seu putinho? - sussurrei, abrindo o cinto devagar.
Puxei o zíper pra baixo e liberei o pauzão inchado de uma vez. Ele, sentado na privada, olhou pra mim, olhou pro meu pau, apertou firme com sua mãozinha delicada, mal conseguindo fechar em volta da grossura, fazendo aquela gota farta do mel de macho sair grossa.
O cheiro forte de macho invadiu o banheiro.
- Olha o que você causou, moleque. Agora mama.
Enzo lambeu a cabeça, língua rosada rodando no pré-gozo babão. O corpo dele tremeu inteiro quando o sabor salgado invadiu a boca. Ele gemeu abafado, olhos fechando em êxtase. Abriu mais os lábios carnudos e engoliu a cabeçona.
A boca quente, molhada, esticada ao máximo. Eu empurrei devagar no começo, sentindo a garganta apertada resistir.
- Isso…
Segurei a cabeça com as duas mãos agora. Comecei a foder a boca dele com estocadas curtas e profundas. Ele fazia tudo pra não fazer barulho, mas a saliva escorria pelo queixo dele.
Enzo engasgava, olhos lacrimejando, mas não tirava a boca. Pauzinho dele duro pra caralho marcando na bermuda. Eu metia mais fundo, bolas peludas batendo no queixo dele.
- Você ficou hipnotizado o dia inteiro com esse volume, né? Agora engole tudo.
Ele tentou puxar a cabeça pra trás pra respirar, mas eu segurei a nuca firme, empurrando até o talo. O nariz dele encostou nos meus pentelhos, cheiro forte de suor e pau enchendo os pulmões dele.
A garganta dele cedeu de uma vez. Meu caralho deslizou inteiro, latejando. Enzo convulsionou, tossindo, lágrimas descendo pelo rosto branquinho, mas eu não soltei.
- Não foge, putinho. Vai levar meu leite direto na goela.
Dava pra ver que não era a primeira mamada dele, mas que ele nunca tinha pegado um pau tão grosso.
Aumentei o ritmo, socando a garganta dele sem dó. Rápido, urgente, o risco de alguém entrar no banheiro só deixando tudo mais safado. O som obsceno enchia o espaço. Ele gemia abafado, vibrando na minha rola. Eu sentia as bolas subindo, o orgasmo vindo forte.
- Isso… engole até o fundo… tua boquinha foi feita pra isso.
Três estocadas brutas e gozei. Jatos grossos, quentes, abundantes explodindo direto na garganta dele.
Segurei a nuca com força, nariz colado nos pelos, forçando ele a engolir cada gota enquanto meu pau pulsava dentro dele. Enzo tossiu, corpo tremendo, mas engoliu tudo. Nem uma gota escapou.
Puxei a rola devagar, ainda dura e babada, e passei a cabeça melada nos lábios inchados dele.
- Lambe. Limpa tudo, bom garoto.
Ele lambeu obediente, língua passando devagar pela grossura, limpando porra e saliva. Olhos vermelhos, rosto todo molhado de lágrimas e baba, bochechas vermelhas de tanto engasgar. Parecia destruído, mas satisfeito pra caralho.
Eu ajeitei a calça, fechei o zíper e dei um tapa leve no rosto dele.
- Gostou do leite do tio, Enzo?
Ele balançou a cabeça, voz rouca e exausta:
- Sim… tio…
Antes de sair, segurei o queixo dele e dei um beijo possessivo, língua invadindo a boca que ainda tinha gosto da minha porra.
Eu abri a porta da baia, olhei pro espelho rápido, me ajeitei e saí primeiro. Ele veio atrás, pernas moles, cara vermelha, olhos ainda brilhando.
- Volta pra sua poltrona e sente o gosto enquanto espera o voo.
Ele sentou tremendo, eu voltei pro meu lugar, pau ainda latejando de leve dentro da calça cinza. O notebook continuava aberto. Sorri sozinho. O atraso do voo tinha valido cada segundo. E eu sabia que o putinho ia lembrar do meu leite por muito tempo.