A gente não era daqueles amigos super próximos, mas tinha um carinho grande, daqueles que a gente se gostava de verdade. Ele me ofereceu várias vezes pra ficar na casa dele, e dessa vez eu aceitei.
A casa era relativamente grande e confortável. Me instalei no quarto de hóspedes, desfiz a mala e passei a tarde colocando os papos em dia com o Rafa. Ele estava animado, sorridente, e me contou que estava namorando havia pouco tempo com o Igor.
Logo ele me levou pra passear, e me apresentar a cidade. Lembramos de quando nos conhecemos, e curtimos muito. À noite, fomos num bar tomar uma. Foi quando conheci o Igor.
Ele era branquinho, cabelo cacheado loirinho, olhos verdes impossíveis de ignorar, boca rosinha, com lábios carnudos. Uns 26 anos, mais baixo que eu, uns 1,70m no máximo, todo musculozinho, socadinho, corpo definido de quem malhava com consistência.
Gostoso pra porra.
Quando Rafa nos apresentou, Igor estendeu a mão pra mim. Assim que nossos olhos se encontraram, ele tremeu. Foi rápido, quase imperceptível, mas eu percebi. Um calafrio visível subiu pelo braço dele. A voz saiu um pouco mais baixa quando me cumprimentou:
- Prazer, Marco…
Sorri, apertando a mão dele com firmeza, e mantive o olhar um segundo a mais. Ele desviou primeiro.
Os três dias seguintes foram interessantes.
Eu ficava em casa de bermuda larga, sem cueca, como sempre. O volume da minha rola ficava bem marcado, especialmente quando eu sentava no sofá ou andava pela sala.
Peguei Igor olhando várias vezes. Ele tentava disfarçar, mas os olhos verdes voltavam pro meu colo. Quando eu pegava ele no flagra, ele corava levemente e virava o rosto rápido.
Rafa e Igor viviam de amorzinho: beijinhos, abraços, mãos dadas. Pareciam bem apaixonados. Mas isso não impedia o Igor de me olhar.
Na última noite da minha viagem, fomos pra uma balada. A noite foi boa pra caralho. Bebi, dancei e beijei cinco bocas diferentes: três caras e duas mulheres que insistiram muito.
Meu pau passou a noite inchado, babando dentro da calça. Quando voltamos pra casa já eram quase 5h da manhã. Eu estava louco de tesão, a rola latejando, a cabeça da pica melada de tanto pré-gozo que tinha escorrido.
Rafa e Igor foram direto pro quarto deles. Eu tomei um banho rápido e deitei no quarto de hóspedes só de bermuda, o pau ainda meio duro marcando o tecido.
Não conseguia dormir. O tesão da noite inteira não baixava. Fiquei rolando na cama, pensando no olhar do Igor, no jeito que ele tremia quando me viu, nas olhadas que ele dava pro meu volume.
Por volta das 6h30, ouvi um barulho leve no corredor. Levantei pra beber água e, quando abri a porta do quarto, dei de cara com Igor saindo do banheiro, só de cueca boxer preta. O corpo branquinho e musculoso brilhava um pouco com o suor da balada. Ele parou no meio do corredor quando me viu.
Seus olhos desceram direto pro meu pau, que marcava grosso e pesado na bermuda fina. Engoliu seco. A boca carnuda entreabriu levemente.
- Não consegue dormir? - perguntei baixo, encostando no batente da porta, invadindo um pouco o espaço dele.
Igor balançou a cabeça, a voz rouca:
- Vim tomar um banho antes de dormir. Rafa chegou muito cansado da balada e apagou direto.
Eu sorri de canto, sentindo o tesão da noite inteira ainda pulsando.
- Eu levantei pra pegar água - falei, passando bem perto dele no corredor estreito.
Meu corpo roçou no dele. Dava pra sentir o calor saindo da pele branquinha dele depois do banho quente. O cheiro de sabonete misturado com o cheiro natural de macho jovem era gostoso pra caralho.
Fui até a cozinha, abri a geladeira e peguei a jarra de água. Fiquei em pé, só de short fino, tomando água devagar. Meu pau estava semi-duro, marcando pesado, a cabeça quase aparecendo na perna do short.
Igor entrou na cozinha também, fingindo que ia pegar água. Ficou parado perto de mim. Eu terminei de beber, coloquei o copo na pia e passei por ele de novo, bem devagar. Dessa vez meu pau roçou direto na coxa dele, pesado e quente.
Ele parou. Olhou pra baixo, viu o volume grosso marcando a bermuda, depois olhou pra cima, direto nos meus olhos.
Ficamos um momento assim, nos encarando no silêncio da cozinha. A respiração dele acelerou.
Foi ele quem deu o primeiro passo. Se aproximou e me beijou.
O beijo foi delicioso pra caralho. Carnudo, molhado... Dava pra sentir que ele tinha me desejado durante aqueles três dias inteiros. Eu segurei a nuca dele com uma mão e apertei forte aquela bunda carnuda e redonda com a outra, puxando ele contra mim.
Igor gemeu baixo na minha boca, o corpo tremendo inteiro enquanto eu o apertava como se quisesse engolir ele.
Minha rola endureceu completamente, latejando contra a barriga dele. Igor desceu a mão e fechou os dedos em volta da grossura por cima da bermuda. Sentiu o tamanho e soltou um gemidinho surpreso.
- Porra… - sussurrou ele contra meus lábios.
Ele desceu meu short só um pouco. Meu pau saltou pra fora, grosso, babando, pentelhudo. Igor olhou pra baixo, viu os pelos escuros e grossos, a rola latejante pingando pré-gozo, e algo mudou no olhar dele.
Ele se transformou.
Sem dizer uma palavra, ajoelhou ali mesmo no chão frio da cozinha. Encostou o nariz nos meus pentelhos e deu um cheiro longo, profundo, quase viciado. Depois outro, esfregando o rosto na minha virilha peluda. Olhou pra cima com aqueles olhos verdes lindos, a boca rosa entreaberta, completamente entregue.
Tinha virado uma putinha na hora.
- Que cheiro bom… - murmurou ele, quase sem voz, passando o nariz pela base grossa do meu pau.
Eu segurei o cabelo cacheado dele com uma mão e sorri.
- Vai, Igor… sente o gosto do pau do amigo do teu namorado.
Ele lambeu os lábios, os olhos brilhando de tesão, abriu a boca carnuda e engoliu minha cabeçorra. O calor úmido e a língua macia me fizeram soltar um rosnado.
Ele não perdeu tempo. Desceu devagar, mas determinado, tentando tomar o máximo possível desde o primeiro momento.
- Isso… chupa gostoso, putinha - murmurei, segurando o cabelo cacheado dele com firmeza.
Igor gemeu ao redor da minha rola, vibrando a garganta. Ele era dedicado pra caralho. Experiente. Sabia exatamente o que estava fazendo. Desceu até sentir a resistência da garganta, engasgou um pouco, mas forçou mais e conseguiu passar da metade.
Ele olhava pra mim, ele chorava com aqueles olhos verdes de putinha sedenta, mas não recuou.
Eu estava com tesão acumulado da noite inteira, pau babando na calça sem descarregar. Comecei a foder a boca dele com estocadas firmes. Não podíamos fazer muito barulho. Rafa podia acordar a qualquer momento.
- Calma… quietinho - rosnei baixo. - Se o teu namorado acordar e te vir aqui de joelhos mamando meu caralho, vai dar merda.
Igor gemeu mais alto com o perigo, mas abafou o som.
Ele segurava minhas coxas peludas, puxando meu corpo contra o rosto dele. Passava as mãos no meu corpo. Queria tudo. Esfregava a cara nos meus pentelhos enquanto a cabeçona latejante pulsava fundo na garganta dele.
Tirava só o suficiente pra respirar, babando muito, e voltava a engolir, nariz enterrado na minha pentelhada.
- Porra, Igor… que boca gostosa. Tá louco pelo leite do amigo do teu namorado, né?
Ele assentiu desesperado, olhos verdes olhando pra cima, completamente entregue. A saliva escorria pelo queixo, pingando no chão da cozinha.
Ele chupava com fome, sugando forte, a língua trabalhando na parte de baixo da rola enquanto a garganta apertava a cabeça grossa.
Cada estocada fazia ele engasgar levemente, mas Igor não desistia.
Quanto mais eu forçava, mais ele se esforçava pra engolir tudo, esfregando o nariz e a boca nos meus pelos pubianos como se quisesse se impregnar do meu cheiro.
- Isso, sente essa tora pulsando na sua garganta. Tava me olhando esses três dias inteiros, né? Agora tá aqui mamando como uma vadia.
Igor gemeu alto, vibrando forte no meu pau. Ele estava louco de tesão, a cueca boxer marcando uma ereção dolorida. Uma das mãos dele desceu e apertou o próprio pau por cima da cueca enquanto continuava mamando com dedicação.
Eu sentia as bolas apertando. O tesão acumulado estava insuportável.
Segurei a cabeça dele com as duas mãos, fodi a garganta com estocadas mais curtas e profundas, sentindo a glande inchada bater no fundo.
- Vou encher sua garganta de leite, Igor. Vai engolir tudo que eu guardei a noite inteira pra você.
Ele não recuou. Pelo contrário, puxou minhas coxas com mais força, querendo me sentir ainda mais fundo. Os olhos verdes lacrimejantes me encaravam com pura submissão enquanto a garganta trabalhava ao redor da minha rola grossa.
- Porra, vou gozar, caralho… toma tudo.
Igor gemeu desesperado ao redor da minha rola, os olhos verdes cheios d’água me encarando. Eu atolei fundo, a cabeçona grossa travando no fundo da garganta dele, e gozei com força.
Jatos grossos, quentes e fartos explodiram direto na goela dele. Era porra acumulada da noite inteira de tesão, um leite grosso, cremoso, abundante.
Igor arregalou os olhos, o corpo tremendo inteiro enquanto tentava engolir. Alguns jatos escaparam pelo canto da boca, escorrendo pelo queixo carnudo, mas
Igor puxou o pau um pouco pra trás, manteve a cabeça na boca e sugou o resto com fome, como se não quisesse desperdiçar uma gota.
Segurou minhas coxas com força, engolindo o máximo que conseguia.
- Isso… engole tudo, caralho. Toma o leitinho do macho.
Ele engasgou forte, lágrimas escorrendo pelo rosto branquinho, mas fazia questão de engolir.
Quando finalmente parei de pulsar, ele continuou mamando devagar, limpando cada centímetro da minha rola com a língua, venerando o pau que tinha acabado de encher ele.
Olhava pra cima com aqueles olhos verdes molhados de lágrimas, um olhar grato e submisso, como se tivesse recebido uma honra.
Ficou assim por um tempo, chupando mansinho, passando a língua pela glande sensível, esfregando o nariz nos meus pentelhos, cheirando e lambendo tudo.
Levantei ele devagar pelo braço. Igor ficou de pé, pernas tremendo, lábios inchados e brilhando de saliva e porra. Segurei o queixo dele e dei um beijo firme, enfiando a língua na boca que eu tinha acabado de foder. Senti meu próprio gosto forte na língua dele.
- Delícia de boca, Igor - murmurei contra os lábios dele. - Rafa é um cara de muita sorte.
Ele respirou fundo, ainda ofegante, e respondeu com a voz rouca:
- Porra, Marco… que leite docinho… gostoso pra caralho. Nunca provei um tão bom. Muito melhor que o do Rafa.
Eu sorri, ainda sentindo o gosto na boca dele. Dei mais um beijo nele, apertando aquela bunda carnuda uma última vez.
- Bom garoto. Agora vai dormir antes que o teu namorado acorde e sinta cheiro de porra na sua boca.
Igor assentiu, ainda com as pernas fracas, e voltou pro quarto na ponta dos pés.
Eu também voltei pro quarto porque agora podia dormir relaxado.