Eu reparava muito no Murilo, no meu condomínio. Moreninho, uns 24 anos, corpo magro e musculoso, daqueles que andam o tempo todo sem camisa pelo condomínio, exibindo o V da cintura, e a bunda redondinha que o short de tactel mal cobria. Bem lekzinho.
Ele tava sempre com o grupo de amigos, fumando 1, rindo alto e falando merda. O cofrinho aparecia toda vez que ele se virava pra rir com a galera de amigos.
Eu já tinha tido a impressão de que ele me olhava, mas demorei até ter certeza. Sou parrudo, 1,81m de altura, peito peludo, barba grisalha fechada, sempre sem cueca, então sei que chamo atenção. Mas ele parecia aquele hetero clássico.
De vez em quando, eu descia pra fumar meu beck num cantinho escuro perto da garagem, longe dos olhos, pra ficar chapado com a brisa da noite. Sempre me dava um tesão de leve, então o pau dava aquela inchada.
A primeira vez que ele me viu fumando, acenou de longe. Eu estava encostado na parede, e o pau tava meia bomba, mas já grosso, galudo.
Ele parou um segundo a mais do que devia, os olhos desceram pro meu pau e voltaram pro meu rosto. Ficou interessado, mas nervoso, sem graça, e seguiu direto.
Uma outra vez, ele veio mais perto:
- E aí, seu Marco. Certo? Preciso de um salve qualquer hora dessas, mano. - disse rindo.
Eu sempre muito simpático, olhei ele fundo nos olhos, já com tesão, e um sorriso safado, respondi:
- Quando quiser, Murilo. Só pedir com jeitinho. - e dei mais uma risada.
Ele engoliu seco, sorriu nervoso e foi embora. Os mamilos dele estavam durinhos, quase pude perceber um arrepio. Meu caralho deu uma pulsada dentro da bermuda.
Aquele dia, terminei de fumar em casa pra bater uma pensando nele.
O dia que tudo mudou foi quando ele ficou sem erva. Eu estava no mesmo canto de sempre, já com o beck aceso, quando ele apareceu sozinho, sem a turma. Olhou pros lados, certificou que ninguém via, e veio direto.
- Eae, seu Marco, blz? Po, tô sem nada hoje. Tu não me arranja um salve não?
Ali eu ainda não tinha certeza se ele tava me testando ou se era verdade.
Eu dei um trago longo, soltei a fumaça devagar e olhei ele nos olhos.
- Bora lá em casa, te arrumo. Aqui fora é arriscado.
Ele hesitou um segundo, mas o cheiro da maconha e o meu olhar firme fizeram ele aceitar. Dava pra perceber um misto de curiosidade e vontade. Subimos pro meu apartamento no terceiro andar. A porta fechou atrás da gente com um clique baixo.
O ar ficou pesado na hora.
Fui buscar mais erva pra bolar o nosso próximo beck.
- Bora fumar um comigo?
Ele topou, meio desconfiado. Bolei nosso beck, caprichado. Sentei no sofá, do lado dele, acendi, traguei e passei.
Ali, começamos a trocar ideia. Falei do meu trabalho, ele falou da faculdade. E eu hipnotizado, chapado, vendo aquele lek baixando a guarda comigo. Meu pau já queria dar sinal de vida.
Ele passou o beck de volta, esbarramos as mãos, e meu pau começava a ficar mais visível, caprichado. Ele viu, deu uma risada, meio sem graça. Eu traguei e relaxei contra o encosto.
Murilo tentou fingir que não, mas tava vidrado no meu pau. Eu percebi que a bermuda dele também já estava marcando o pau dele.
- O foda é que isso desperta cada coisa, né? - eu falei baixo, sem tirar os olhos dele. - Faz a gente pensar em umas merdas que a gente finge que não quer.
Ele riu nervoso, deu outro trago.
- É… às vezes.
- Às vezes? - olhei bem safado pra ele. - ou sempre, quando você me vê fumando lá embaixo e olha pro meu pau? - falei meio que tirando sarro.
Ele ficou vermelho, os mamilos durinhos pareciam que iam explodir. O short dele tinha uma mancha úmida pequena na frente, e o meu parecia uma barraca. Ele tentou desconversar, dizendo que “não tem como não olhar pra essa tora”, rindo muito, como quem quer sacanear com o amigo.
A gente fumou mais um pouco. O beck circulava entre nós, a fumaça enchendo o apartamento de um cheiro doce e pesado. A conversa foi ficando mais solta. Ele contou que os amigos dele achavam que ele era o cara mais reto do grupo. Eu só sorria, olhando direto nos olhos dele.
- Eles não sabem que você fica duro quando vê um pau de macho de verdade, né?
Murilo engoliu em seco e riu sem graça. Eu estendi a mão e, em vez de pegar o beck, peguei a mão dele, e levei pro meu pau.
Ele arrepiou inteiro. O corpo inteiro dele tremeu. Foi o ponto em que ele se rendeu.
- Po, seu Marco - a voz saiu fraca.
Eu não respondi. Levei a mão na nuca dele, e puxei pra ele me mamar. Ele não foi, mas não soltou minha tora, que nesse ponto já tava pra fora do short. 19cm de caralho de macho, veiudo, cabeça brilhando de baba, pentelhada preta em volta da pica grossa da base até o cabeção.
Ele olhava vidrado. Deu uma apertada gostosa que fez o pau soltar aquela gota farta de mel.
- É isso que você quer desde o dia que me viu fumando.
Murilo ficou olhando, boca entreaberta, respiração pesada. Eu segurei a nuca dele com mais firmeza, puxei o rosto pra perto. Ele resistiu um segundo, mãos no meu quadril, mas o beck tinha deixado ele mole, curioso, com medo e tesão ao mesmo tempo.
- Não… e se meus amigos… — ele murmurou.
- Seus amigos nunca vão saber que o lek mais hétero do prédio mamou pica de macho. Agora mama.
Eu empurrei. A cabeça grossa forçou os lábios dele e entrou quente. Murilo gemeu abafado, olhos arregalados. Eu meti devagar no começo, sentindo a língua quente dele lamber a parte de baixo.
Ele degustava com capricho. Parecia que queria experimentar fazia tempo.
- Isso, Murilinho, engole tudo. Até o talo.
Ele engasgava, mas tava engajado.
Segurei a cabeça dele e comecei a foder a boca dele com mais força. O pau entrava fundo, batendo no fundo da garganta. Ele engasgou muito, lágrimas escorrendo, mas não tirou. O cu dele apertava dentro do short, bunda redondinha empinada no sofá.
- Vai, putinho. Chupa. Mame esse caralho como você sonha desde que viu o volume na minha bermuda.
Agora eu começava a perder o controle. Já segurava meu pau na garganta dele. Ele gemia, engasgava, mas a língua trabalhava, mamando guloso, olhos fechados de tesão e maconha.
Eu segurava a nuca firme, não deixava ele recuar. Deixava ele sem ar de propósito, pau enterrado até o saco, garganta apertando em volta da rola grossa.
- Engole tudo, lek. Mostra pra mim como você é putinho de verdade.
Ele tremia, pau duro pra caralho dentro do short, mamilos durinhos roçando na minha coxa peluda. Ele tava em transe.
Eu sentia o leite subindo. Não avisei. Segurei a nuca dele com força, empurrei fundo e gozei. Jatos grossos, quentes, explodindo direto na garganta dele. Murilo arregalou os olhos, gemeu como se quisesse sair, engasgou, olhos lacrimejando, mas bebeu.
Engoliu tudo, garganta trabalhando em volta do meu pau que parecia que nunca mais ia parar de pulsar. O beck tinha deixado ele completamente entregue.
Eu tirei devagar, pau ainda duro, brilhando de saliva e resto de porra. Murilo ficou ali, boca aberta, fios de baba e gozo escorrendo no queixo, respiração ofegante, olhar perdido.
- Bom garoto - eu disse, voz rouca, passando o polegar na boca dele e fazendo ele lamber o resto. - Engoliu tudinho como um putinho obediente.
Ele limpou a boca com as costas da mão, ainda chapado, corpo mole no sofá. Olhou pra mim, voz baixa e preocupada:
- Po, seu Marco… ninguém pode saber.
Eu ri baixo, puxei ele pela nuca de novo e dei um beijo possessivo, enfiando a língua na boca dele, sentindo o gosto do meu próprio gozo misturado com o dele. Ele gemeu contra meus lábios.
- Ninguém vai saber. Mas você vai voltar aqui sempre que eu mandar. Porque agora você engoliu porra até a última gota e quer sempre.
Ele assentiu, olhos baixos, mas brilhando, bunda ainda empinada no sofá, short molhado na frente. Eu puxei a bermuda pra cima, meu pau ainda semi-duro marcando o tecido. Acompanhei ele até a porta. Antes de abrir, segurei o queixo dele e olhei fundo nos olhos.
- Da próxima vez eu vou foder esse cu redondinho também. Mas hoje você já me serviu direitinho.
Ele saiu, pernas fracas, ainda com o cheiro da minha rola na boca. Eu fechei a porta, acendi outro beck e sorri. O condomínio continuava quieto lá fora. Ninguém sabia. Ninguém nunca ia saber.
Mas Murilo ia voltar. Eu tinha certeza. Ele tinha sentido o gosto do meu leite e, como todo putinho que eu converto, ia querer repetir.
Delícia adorei