Grosso com o soldado novinho

Moro numa cidade litorânea com base da Marinha por perto. Quase todo dia eu via o Nathan no mercado do bairro. Ele tinha uns 21 anos, cabelo loirinho cortado curto, olhos azuis penetrantes, corpo musculoso de quem treina pesado, e uma voz grave que contrastava com a cara de menino.

A farda caqui marcava tudo: peito largo, braços grossos, e especialmente aquela bunda redonda, empinada, que esticava o tecido toda vez que ele se virava. A boca era o que mais me chamava atenção, rosinha, carnuda, perfeita.

Ele era sério, quase sempre sozinho. Mas eu percebia os olhares. Discretos, rápidos, mas repetidos. Eu nunca uso cueca, então o volume do meu pau sempre marcava no short. E ele notava.

A gente se cumprimentava com um aceno rápido, daqueles de quem se esbarra com frequência. Até que um dia, no caixa do mercado, ele tava na minha frente. Comprou um monte de coisa e ficou visivelmente preocupado com o peso das sacolas. Não tinha carro.

- Se quiser, te dou carona. Moro na mesma direção - ofereci de boas

Ele hesitou um segundo, mas aceitou.

Eu tinha saído da academia fazia pouco. Estava de short curto e regata suada colada no peito peludo. Quando entrei no carro e sentei, o short subiu nas coxas grossas e peludas, deixando o volume do meu pau bem visível.

Nathan tentou disfarçar, mas os olhos azuis desceram direto pro meu colo e ficaram ali uns três segundos longos demais. Admiração misturada com curiosidade. Meu caralho deu uma pulsada só com aquele olhar.

Durante o trajeto curto ele ele me contou que sua familia era do interior, e veio pra estudar. Disse que dividia o apartamento com outro colega, mas que ele tinha voltado pra cidade dele ver a familia, e por isso estava sozinho.

Eu sentia a tensão. O cheiro do meu suor pós-treino não era forte, mas preenchia o carro. Parei em frente ao prédio simples onde ele morava e, antes de ele descer, soltei:

- Eu te ajudo a subir.

Ele engoliu seco, mas concordou. Subimos de elevador. O espaço apertado fez nossos braços se encostarem.

Eu sou parrudo, 38 anos ao lado do dele, novinho e másculo. Quando chegamos no apartamento, ele abriu a porta e eu entrei com as sacolas, invadindo o espaço sem pedir.

- Valeu mesmo, seu Marco… - murmurou ele, voz grave um pouco rouca.

Fechei a porta atrás de mim. O clique soou alto no silêncio.

- Deixa eu tirar esse coturno, e essa roupa, e já volto. Vou descer com você pra ir treinar também. - disse Nathanzinho.

Nathan parecia desconcertado com minha presença. Eu era bem maior que ele, parrudo, peludo e com aquela presença de macho maduro. Ele me olhava de cima a baixo enquanto arrumava as sacolas na cozinha.

- Caralho, você é bem grandão mesmo… Treina pesado? - perguntou, voz grave tentando soar casual.

- Treino sim. Nada de loucura, mas consistência - respondi, em pé na porta da cozinha pequena.

Ele ofereceu uma água. Quando passou por mim pra pegar o copo na geladeira, o quadril dele roçou direto no meu pau, que já estava meia bomba dentro do short curto. Senti ele congelar por meio segundo antes de continuar.

Me entregou o copo. Bebi um gole grande e um pouco d’água acabou escorrendo pelo meu peito peludo. Passei a mão devagar, espalhando a água nos pelos. Nathan ficou hipnotizado, olhos azuis grudados no movimento.

- E aí, como é ficar longe de casa tanto tempo? - perguntei, mudando de assunto. - Consegue se aliviar de vez em quando ou fica só na vontade?

Ele ficou vermelho na hora.

- Sou meio tímido… fechado. Não faço nada não - respondeu, evitando meu olhar.

Não acreditei nem um pouco. Continuei:

- E no quartel? Deve rolar umas histórias safadas por lá, né?

- Já ouvi algumas… mas eu não faço - disse ele, rindo sem graça, passando a mão na nuca. O tom entregava que não era bem verdade.

A conversa voltou pro treino. Ele elogiou meu corpo de novo, mesmo eu não sendo daqueles sarados definidos. Sou só grandão, com pernas grossas e braços fortes. Ele começou a flexionar o próprio braço, mostrando o bíceps esculpido.

Esticamos os braços lado a lado. O dele era bonito pra caralho, com aquela veia marcada. Ele tinha corpo de bodybuilder novinho, mas ainda com uma camadinha leve de gordura que deixava tudo macio e gostoso de apertar. Meu pau já estava tomando forma séria dentro do short.

Depois passamos pras pernas. Ele se agachou um pouco e apertou minha coxa peluda, elogiando a grossura. Os dedos dele subiam cada vez mais, apertando a carne. Meu caralho já estava quase todo duro, marcando pesado no tecido fino.

Num movimento desajeitado, o braço dele esbarrou de novo na minha rola latejante. Nathan parou, olhou pra baixo e murmurou baixinho, quase sem voz:

- Porra… parece que é todo grandão mesmo, né? rs

Foi o estopim.

Segurei o pulso dele com firmeza e levei a mão direto pro meu pau. Pressionei a palma dele contra a grossura latejante por cima do short.

- O que você acha? - perguntei, olhando bem fundo nos olhos azuis dele.

Nathan tomou um susto, respirou fundo pela boca carnuda e rosinha, o peito subindo e descendo rápido. Mas não tirou a mão. Pelo contrário. Os dedos apertaram de leve, sentindo o tamanho e o calor da minha rola.

Segurei ele pela cintura e apertei aquela bunda redonda e empinada com força, enfiando os dedos na carne macia por cima da farda.

Ele soltou um gemido rouco, quase involuntário, o corpo tremendo.

Sentei ele no sofá e fiquei de pé bem na frente, entre as pernas abertas. Baixei um pouco o short, só o suficiente pra mostrar a pentelhada grossa e escura.

- Dá uma olhada se é todo grandão mesmo - falei, olhando fundo nos olhos azuis dele de cima.

- Que isso, seu Marco… - murmurou ele, tentando bancar o machão, mas a voz saiu fraca.

- Vai. - mandei

Segurou a cintura do meu short e baixou devagar, revelando meu pau pesado pra fora, 19cm de rola grossa, veiuda, cabeça rosada brilhando, já babando bastante. Os pentelhos pretos exalavam meu cheiro de macho.

Ele arregalou os olhos azuis e se aproximou, encostando o nariz bem na base da minha pica. Inspirou fundo, cheirando minha pentelhada como um viciado. Meu caralho pulsou forte contra o rosto dele.

- Porra… - sussurrou, perdido.

Deu uma lambida lenta na cabeça, recolhendo o mel que escorria. No segundo seguinte, algo dentro dele quebrou. Abriu a boca carnuda e tentou engolir o máximo que conseguia.

Não tinha muita experiência, mas a vontade era enorme. A boquinha rosinha esticou ao redor da grossura, quente e molhada.

Segurei a nuca dele com as duas mãos e comecei a meter. Devagar no começo, depois mais fundo. Nathan engasgou forte quando a cabeça bateu no fundo da garganta, olhos lacrimejando, mas não recuou.

- Isso, putinho… engole essa tora. Você nasceu pra mamar caralho de macho.

Comecei a socar a garganta dele com mais força. A boquinha rosinha ficava cada vez mais brilhante de saliva, os lábios inchados esticados ao máximo. Ele gemia abafado, vibrando na minha rola, lágrimas escorrendo pelo rosto másculo.

- Tá gostosa a pica de um macho de verdade, marinheirinho? - rosnei, fodendo a boca dele.

- Mmmph… uhum - gemeu ele, sem tirar a rola da boca, olhos fechados de tesão.

Troquei de posição, sentando no sofa, e Nathan ajoelhou na minha frente, empinou o rabão, tão redondinho, que eu via há tanto tempo, e engoliu minha pica.

Nathan de joelhos, baba escorrendo pelo queixo, olhos azuis vermelhos e lacrimejantes. Passei a cabeça melada da minha rola nos lábios inchados dele e perguntei rouco:

- É tão gostoso quanto você imaginava, putinho?

No momento em que ele relaxou a garganta pra tentar responder, eu segurei firme na nuca e afundei a rola inteira. A cabeçona grossa rompeu a resistência e deslizou fundo, fazendo o nariz dele encostar nos meus pentelhos.

Nathan arregalou os olhos azuis em desespero, lágrimas escorrendo forte enquanto se debatia. Via aquele braço todo desenhado flexionando, aquele mamilo rosinha duro cheio de tesão.

Deixei ele sentir a rola toda entalada por uns segundos antes de puxar um pouco pra fora. Ele tossiu, baba grossa pingando, cara toda vermelha. Dei um tapão firme no rosto dele. Nathan me olhou com aquela carinha de pidão, boca aberta.

- Vai, puto. Engole tudo.

Ele tentou descer de novo sozinho, mas precisei segurar a nuca e forçar pra ele conseguir tomar até o talo. Meu caralho pulsava dentro da garganta apertada dele. Nathan enlouqueceu, gemendo e se debatendo, mas cada vez mais entregue.

- Isso, meu puto… agora eu vou foder essa goela de verdade.

Ele só conseguiu acenar com a cabeça, olhos cheios d’água, e relaxou a garganta pra me deixar usar.

Eu soquei fundo, sem piedade. Deixava ele sem ar de propósito, pau enterrado até o fundo, bolas batendo no queixo. Nathan se babava inteiro, corpo musculoso tremendo, mas a bunda empinada continuava arrebitada como um bom viadinho.

Quando senti o leite subindo, soube que ia ser uma leitada farta. Não avisei nada. Segurei a nuca dele com as duas mãos, cravei os dedos e meti até o talo.

Nathan arregalou os olhos em pânico, mãos apertando minhas coxas peludas, tentando empurrar. Mas eu não deixei. Urrando de tesão, descarreguei tudo:

- Engole, seu puto! Toma o leite de macho… sente minha porra te alimentando!

Sentia os jatos grossos, quentes explodirem direto no fundo da garganta dele. Eu segurava ele travado, nariz grudado nos meus pentelhos, enquanto gozava sem parar.

Nathan se debatia, engasgava, garganta apertando desesperadamente ao redor da minha rola, mas engoliu tudo. Não deixei ele desperdiçar nem uma gota.

Só quando meu pau parou de pulsar eu afrouxei a pegada. Puxei devagar. Nathan voltou tossindo violentamente, baba e resto de porra escorrendo pela boca carnuda, ofegante como se tivesse corrido uma maratona.

Olhou pra mim, ainda destruído, e murmurou:

- Obrigado, seu Marco…

Sorri satisfeito, passando o polegar nos lábios inchados dele.

- De nada, meu puto. Essa garganta agora é minha. Vou usar sempre que eu quiser.

Ele assentiu devagar, sem contestar, e voltou a lamber minha cabeçona devagar, limpando com a língua enquanto o pau amolecia.

Segurei o queixo dele, levantei seu rosto e dei um beijo, enfiando a língua fundo na boca que eu tinha acabado de destruir. Senti meu próprio gosto forte na língua dele. Quando soltei, falei bem perto do rosto:

- Da próxima vez que te ver no mercado, você já vai saber o que te espera. Entendeu?

Nathan balançou a cabeça, olhos baixos, mas brilhando.

- Entendi, seu Marco.

Levantei, ajeitei o short e saí do apartamento dele. Sabia que aquele marinheirinho ia dormir com o gosto do meu leite doce na garganta e com a certeza de que agora pertencia ao meu pau.


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Ficha do conto

Foto Perfil thiccbrad
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Nome do conto:
Grosso com o soldado novinho

Codigo do conto:
263375

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
31/05/2026

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