Eu tinha ido ao supermercado comprar umas coisas rápidas depois da academia. Já estava com a regata suada, os pelos do peito molhados à mostra. Aquele tesão pós-treino, mas cheio de coisa pra resolver.
Eu sempre via uma caminhonete parada do outro lado da rua do supermercado vendendo abacaxi, e resolvi que hoje era dia pra comer um abacaxi gelado pra refrescar.
Fui atendido pelo Felipe, uns 26 anos. Era um moreno de traços comuns, mas um corpo lisinho, esculpido pelo trabalho braçal. Tinha uns ombros e braços definidos, umas pernas grossas de quem parecia jogar futebol. A bermuda de tactel deixava tudo desenhado: a pica volumosa, e a bunda redondinha. E a correntinha era o que dava a cartada final.
Quando me notou, percebi que ele me olhou duas vezes.
Eu sabia que chamava atenção pelo tamanho, 1,81m, peludo, suado, inchado do treino. Ele percorreu disfarçadamente o olhar por todo meu corpo e percebeu meu pau grosso marcando na minha bermuda sem cueca, onde ficou por segundos suficientes pra eu desconfiar.
Ele me recebeu com um sorriso muito simpático, dentes perfeitos, uma simpatia anormal na minha cidade, mas um olhar de cafajeste que me cativou. Ele tinha um molho.
- Opa, tudo certo? E esse abacaxi aí, tá docinho? - perguntei, igualando a energia de putão enrustido dele.
- E aí, tio? Claro, po. Experimenta aqui - ele me respondeu com um sorrisinho de canto de boca que foi minha derrota.
Ele ia ser meu.
Tinha um abacaxi cortado, que experimentei, e realmente tava uma delícia. Fiquei surpreso.
- Rapaz, com esse calor, um abacaxi é a fruta perfeita pra refrescar - falei, puxando papo.
- Pois é. Eu fico aqui e passo o dia comendo abacaxi.
- Ah, você tá é certo, moleque. Tá dando resultado - falei rindo, enaltecendo o braço desenhado dele.
- Coé, tio - me respondeu orgulhoso. Flexionou o braço, levantou a camisa pra mostrar o abdome, quando vi aquela bermuda folgada baixa mostrando a barriga lisinha, só com uns pelos perdidos abaixo do umbigo, e quase revelando os pentelhos.
- E po, sem treino, só na batalha aqui do abacaxi. - completou - O senhor é que é grandão, tá no shape pra tua idade. Deve fazer sucesso.
Eu ri com a falta de noção dele de me chamar de velho, sabendo que ia fazer ele se arrepender disso.
- Só um pouco. Abacaxi sempre ajuda, que adoça o leite - falei rindo com a cara mais safada do mundo.
Ele me olhou no olho como quem entendesse exatamente o que eu quis dizer. Ficamos nos olhando por alguns segundos pra deixar tudo claro.
Ele me ofereceu mais um pedaço de abacaxi e já era possível ver o pau dando um sinal de vida. Tanto o meu, quanto o dele, que era grande, mas fino.
Quando ele viu minha tora ganhando forma, já começando a babar na bermuda, arregalou o olho e ficou hipnotizado por um tempo até perceber que estava dando bandeira. Quando saiu do transe me olhou, e eu dei uma piscada, que deixou ele desconcertado.
Eu conseguia perceber na juventude dele, uma submissão latente que ia ser descoberta ainda naquele dia.
Pedi três abacaxis cortados pra levar, falando que era pra manter o leite bem docinho. Ele riu sem graça e, na hora de pagar, pedi pra passar no pix.
Peguei o celular que tava no cós da minha bermuda, em contato com meus pentelhos, aproveitando pra minha mão roçar neles e pegar aquele cheiro de suor de macho, que já exalou com o calor.
Senti quando ele inspirou e ficou inebriado com meu cheiro. Paguei e perguntei se ele entregava em casa no final do dia, porque tava com as mãos cheias de compras.
- Claro, tio. Levo sim, na hora que fechar aqui - disse ele me olhando no olho, certo do que eu queria.
- Perfeito então. Você aproveita e experimenta o leite. - falei em tom de brincadeira. Ele riu sem graça e se esquivou como um bom hetero.
Eu tinha certeza que ele ia. Por volta de umas 16h, meu interfone tocou e abri pra ele subir.
Já esperava ele de shorts meia bomba marcando as veias do pau.
O interfone tocou de novo, impaciente. Eu abri a porta do apartamento. O calor ainda estava insuportável, suor escorrendo pelo peito peludo. Felipe entrou, carregando a sacola com os três abacaxis cortados, bermuda de tactel ainda suada do dia de trabalho, a pica dele já meio dura marcando o volume.
— Trouxe os abacaxis, tio… — começou ele, mas parou no meio da frase quando me viu. Os olhos desceram direto pro meu pau.
Eu fechei a porta devagar, trancando. O clique soou alto no silêncio do apartamento.
- Deixa a sacola na mesa, Felipe. E vem cá.
Ele obedeceu, mas ainda tentou bancar o hetero:
- Tio, olha… eu trouxe só porque você pediu entrega… não sei se…
Eu ri baixo, aquela risada grave que sempre desmonta os putinhos. Dei dois passos e parei colado nele. Meu peito peludo roçou no braço dele. O cheiro de suor de macho encheu o ar entre nós.
- Você sabe exatamente o que veio fazer aqui, moleque. Agora tá na minha casa. Sem cliente, sem carro, sem ninguém pra ver.
Esbarrei meu pau na mão dele, e ele sentiu um arrepio. Puxei a mão dele pra sentir o calibre da tora que ia alargar a garganta dele.
- Tio… eu nunca… - murmurou, voz rouca.
- Cala a boca. - Eu puxei o rosto dele pra baixo, forçando ele a olhar minha bermuda já armada. - É isso que você ficou hipnotizado o dia inteiro.
Eu baixei a cueca com a outra mão. Minha rola saltou pra fora, 19cm grosso, venosos, cabeça vermelha brilhando do melzinho que escorria grosso. Os pentelhos pretos e grisalhos molhados de suor exalavam o mesmo cheiro que deixou ele maluco mais cedo.
Felipe arregalou os olhos, boca entreaberta. O hetero safado tava completamente vidrado.
- Porra… - sussurrou ele, quase sem voz.
Sentei ele no sofá, e fiquei de pé na frente dele. Eu segurei a nuca com mais força e empurrei o rosto dele contra minha rola. A cabeça grossa bateu nos lábios dele, deixando um rastro de baba.
- Abre. Mama. Sente o gosto do tio.
Ele resistiu meio segundo, mão no meu quadril me segurando, mas o cheiro forte de pau e suor de macho invadiu ele. Abriu a boca. Eu meti. A cabeça esticou os lábios dele e entrou quente, babada. Felipe engasgou na hora e tossiu.
Me olhou de baixo, como quem estivesse pensando no que tava fazendo. Pisquei pra ele em cumplicidade, e peguei pela nuca de novo e deslizei de novo pra boca dele. Empurrei mais fundo, sentindo a garganta apertada.
- Isso… chupa essa pica, caralho. Mama gostoso que nem o putinho que você é.
Segurei a cabeça dele com as duas mãos agora. Comecei a foder a boca devagar no começo, deixando ele sentir o tamanho, o gosto salgado do pré-gozo.
A cada vez que engasgava ele me xingava, mas voltava a mamar. Tinha vocação pra ser feito de puto.
O barulho molhado enchia a sala. Saliva escorria pelo queixo dele, pingando no chão. Lágrimas desciam pelo rosto moreno. O pau dele tava duro pra caralho já pra fora da bermuda. Ele batia uma muito gostosa.
- Olha pra cima enquanto eu fodo tua boca, seu puto. Você tava louco pra isso desde que me viu.
Felipe gemeu abafado, o som vibrando na minha rola. Eu metia mais forte, bolas peludas batendo no queixo dele. O suor do meu peito pingava no rosto dele. Ele tentou puxar a cabeça pra trás pra respirar, mas eu segurei a nuca firme.
- Não. Engole até o talo. Você vai experimentar meu leite doce é agora.
Ele tentou escapar, dizendo que isso não.
Mas eu forcei até o fundo. A garganta dele cedeu de uma vez. Meu pau deslizou inteiro, nariz dele encostando nos meus pentelhos sentindo meu cheiro.
Felipe convulsionou, engasgando forte, mas eu não soltei. Segurei a nuca com as duas mãos e comecei a meter fundo, rápido, sem piedade.
A garganta dele apertava minha rola toda vez que ele tentava respirar.
- Isso… engole tudo… vai levar meu leite direto na goela, porra.
Meu pau latejava, bolas subindo. Eu sentia o orgasmo vindo forte. Dei mais três estocadas brutas e gozei. Jatos grossos, quentes, abundantes explodindo direto na garganta dele. Eu mantive ele preso, nariz colado nos pelos, forçando ele a engolir cada gota enquanto meu pau pulsava.
- Engole, putinho… engole o leite do tio inteiro.
Felipe tossiu, corpo tremendo, mas engoliu tudo. Nem uma gota escapou. Quando eu finalmente puxei a rola devagar, ainda dura e babada, ele ficou de boca aberta, língua pra fora, ofegante, rosto todo molhado de saliva e lágrimas.
Eu passei a cabeça melada nos lábios inchados dele.
- Lambe. Limpa tudo. Bom garoto.
Ele lambeu, exausto, língua passando devagar pela rola, limpando cada fio de porra e saliva. O gosto forte do meu leite ficou na boca dele.
Eu me ajeitei, puxei a bermuda pra cima e dei um tapa leve no rosto dele.
- Gostou do leite, Felipe? Vamos marcar de você me entregar abacaxi aqui de novo. E eu te entrego o leite. Toda vez que eu quiser. Essa garganta agora é minha.
Ele balançou a cabeça, voz rouca:
- Sim, tio…
Eu sorri, olhando ele ali, destruído, satisfeito, viciado.
- Agora levanta, se limpa e vai embora. E pensa no gosto da minha porra enquanto come abacaxi.
Ele saiu cambaleando, pernas moles. Eu fechei a porta e fui tomar uma cerveja gelada, pau ainda latejando de leve dentro da cueca.
O tanto q eu babei lendo esse conto, carai… votado 🤤