Grosso com o hétero na balada

Fui convidado por uns colegas do trabalho pra ir numa balada sertaneja e resolvi aparecer para espairecer. Eu chamava atenção mesmo em meio a um monte de gente hétero. Alguns caras olhavam disfarçado, algumas mulheres também. Outros caras eram mais descarados. Eu curtia aquilo.

Ricardo devia ter uns 23 ou 24 anos, bem socadinho, malhado de academia, daqueles héteros que malham pesado.

Ele não tava no nosso grupo. Usava uma calça jeans bem apertada que marcava as coxas grossas, uma bunda redonda e empinada pra caralho, e uma camisa de flanela aberta no peito cabeludo.

Ele estava bebendo pra valer. A namorada brigava com ele no canto da pista, gesticulando alto. Dava pra ver que o problema era que ele tava se passando.

A noite passava, eu e meus amigos ríamos muito. A gente falava muita merda, mas a gente era de boas.

Por volta de umas 2h da manhã, a namorada do Ricardo chamou atenção do outro lado da balada. Ela tava puta, mandou ele tomar no cu e foi embora.

Ricardo ficou. Continuou bebendo, dançando torto e dando em cima de algumas meninas que não deram bola.

Em certo momento ele foi passar perto de mim, tropeçou, quase caindo no meio da pista. Eu segurei ele pelo braço e pela cintura. Deu pra sentir aquele perfume forte de colônia barata de macho, misturado com álcool.

Ricardo ergueu o rosto, barba roçando meu ombro, e murmurou:

- Valeu, mano… porra, tô muito louco hoje.

- Vi a briga com tua mina - respondi rindo, ainda segurando ele. - Ela te deixou na mão, né?

Ele riu, bêbado, e deu um tapinha no meu peito.

- Deixou mesmo. Foda-se. Vou aproveitar a noite.

Os olhos dele encontraram os meus por um segundo a mais do que o normal. Algo mudou no olhar dele. Um misto de curiosidade e confusão.

Eu tenho 38 anos, sou grandão, peludo, machão. Eu sei que também chamo atenção.

Ele se afastou cambaleando, mas fiquei com a sensação de que não seria a última vez que nos veríamos.

Voltei a dançar com os manos, que ficaram me gastando.

Lá pelas tantas, precisei mijar. Fui pro banheiro, que estava razoavelmente vazio por causa do horário. Parei em um mictório, abri o zíper e deixei meu pau cair pesadão pra fora. Estava meio inchado do calor da balada, grosso mesmo flácido, foi um alívio.

Dois segundos depois, Ricardo entrou tropeçando. Parou no mictório ao meu lado, quase caindo por cima de mim. Eu segurei ele novamente, dessa vez com o braço esquerdo, enquanto minha mão direita segurava o pau.

- Caralho, mano… desculpa - disse ele, rindo. Então olhou para baixo.

Seus olhos pararam direto no meu caralho. Ficou uns bons segundos olhando, sem disfarçar.

- Porra… que tora, hein? - soltou ele, rindo com aquele tom típico de hétero bêbado elogiando outro macho. - Isso aí deve fazer um estrago. As mina devem pirar nessa rola grossa.

Eu sorri, ainda segurando meu pau, que começou a inchar devagar com a atenção dele.

- Às vezes - respondi calmamente. - Mas na verdade eu gosto mesmo é de abusar de uns putos que fingem que são machos.

Ricardo riu, mas o riso saiu meio nervoso. Ele tentou mijar, mas estava claramente distraído. Seu pau, até razoável, estava meio duro dentro da calça jeans apertada. A bunda redonda empinada pra trás enquanto ele se equilibrava.

Ele balançou o corpo, esbarrando o ombro no meu de novo.

- Abusar como? - perguntou, a voz um pouco mais baixa, ainda tentando soar casual.

Eu guardei meu pau, que agora já estava bem inchado, marcando a calça, e fechei o zíper devagar. Virei de frente pra ele, invadindo um pouco o espaço pessoal.

- Gosto de pegar uns curiosos aí, e fazer um carinho no fundo da garganta deles, segurar a nuca e leitar gostoso.
Ricardo engoliu seco. Os olhos desceram de novo pro volume na minha calça, depois subiram pro meu rosto.

- Sai fora! - disse ele rindo, meio nervoso, segurando seu pau que também começava a inchar, sem conseguir mijar.

Ele estava bêbado, excitado e claramente confuso.

O banheiro tinha ficado mais vazio. Só nós dois ali, o som abafado da música vindo de fora.

Ele passou a mão na barba, rindo nervoso.

- Porra, mano… tu é doido.

Mas não saiu do lugar. Continuou ali, balançando levemente, olhando pra mim como quem espera o próximo movimento.

Fui até a pia lavar as mãos. Ricardo guardou o pau dele com dificuldade, fechou a braguilha e veio pra pia também, bem do meu lado. Pelo espelho, vi ele olhando pro volume grosso que minha rola fazia na calça, tentando disfarçar.

Como não uso cueca, o pau ainda meio duro marcava pesado, a cabeça quase desenhada no tecido. Ele ria sozinho, balançando a cabeça, claramente sem acreditar no que estava vendo.

Quando estiquei o braço pra pegar o papel no dispenser que ficava na frente dele, meu corpo parrudo encostou por trás. Meu pau grosso roçou bem no meio daquela bunda redonda e empinada da calça jeans apertada. Senti ele dar uma leve rebolada pra trás, pressionando a carne durinha contra minha rola por um segundo.

Ricardo se tocou do que fez e endireitou o corpo rápido, rindo alto e nervoso.

- Caralho, mano! Sai fora! - exclamou, virando de lado, o rosto vermelho. - Tu tá maluco? Quase me fodeu com essa tora aí!

Ele ria, mas os olhos voltavam o tempo todo pro meu peito peludo e pro volume na minha calça. Estava tentando disfarçar, mas falhando feio.

- Bora tomar uma no bar? - ofereceu ele de repente, ainda rindo. - Pra agradecer tu ter me segurado lá na pista e agora aqui. Senão eu já tinha caído umas três vezes.

Aceitei. Fomos pro balcão, pedimos duas cervejas geladas e ficamos encostados conversando. Ricardo falava sem parar, nervoso, gesticulando muito.

Contou que namorava fazia pouco mais de um ano, mas que a mina vivia dando problema porque ele “se passava demais” nas baladas, bebia, dançava com todo mundo.

Falava olhando pro copo, pro balcão, pro chão… toda vez que nossos olhares se cruzavam, ele ficava desconcertado, corava levemente e desviava rápido.

Eu percebia ele, de vez em quando, baixando o olhar rapidinho pro meu pau, que continuava marcando na calça. O volume não baixava. Quanto mais ele olhava, mais meu caralho latejava.

Bebemos mais uma rodada. Ele ficou mais solto, rindo das minhas piadas, e sentia ele se arrepiando quando eu chegava mais perto pra falar no ouvido por causa do barulho.

Por volta das 3h30 a balada já estava esvaziando. Terminei minha cerveja e falei:

- Vou embora, tá tarde pra caralho.

Ricardo se animou na hora, os olhos brilhando de um jeito que não era só da bebida.

- Te dou carona! Tô de carro, mano. Deixa eu te levar.

- Sem chance - respondi rindo. - Tu tá muito louco, nem pensar em dirigir.

Ele insistiu. Insistiu pra caralho. Falou que era no caminho, que não tinha problema nenhum, que a gente podia continuar conversando, que ele ia devagar… Quanto mais ele falava, mais eu via que não era só gentileza de bêbado.

- Beleza então - falei por fim, dando um sorrisinho. - Mas eu dirijo.

Pagamos a conta e fomos pro estacionamento. Ricardo andava meio torto ao meu lado, esbarrando o ombro no meu de vez em quando.

O ar da madrugada estava fresco, mas o cheiro dele, suor de balada, colônia barata e cerveja, ainda estava forte pra caralho. No caminho pro carro, ele olhava pro chão, mas de vez em quando virava o rosto e me encarava, aquele misto de curiosidade, tesão e vergonha estampado na cara barbuda.

Chegamos no carro dele, um hatch preto simples. Ele me entregou a chave, rindo nervoso.

- Tu é foda, Marcão… - murmurou enquanto eu abria a porta do motorista.

Entrei, ajustei o banco para trás o máximo possível pra caber meu corpo parrudo de 1,81m. O carro era pequeno e Ricardo, acostumado a dirigir, teve que se ajeitar no banco do passageiro, abrindo mais as pernas grossas dentro da calça jeans apertada.

Enquanto eu mexia no banco, ele não tirava os olhos do meu colo. Meu pau, ainda meio duro da tensão da noite, marcava pesado na calça social.

- Caralho, mano… - murmurou ele, rindo. - Essa tora aí chama muita atenção, hein? Deve ser difícil pra caralho pros cara. Como é que aguenta isso tudo?

Eu sorri, girando a chave na ignição.

- Aguentam sim. Até pedem mais.

Ricardo riu alto, daquele jeito nervoso de bêbado, e esticou a mão esquerda, fingindo que ia medir o volume por cima da calça.

- Porra, deixa eu ver se é verdade… - brincou ele, fingindo que ia passar a mão espalmada sobre o volume - Que grossura do caralho…

Eu segurei o pulso dele e pressionei a mão dele com mais força contra meu pau. Ricardo riu pra caralho, tirou a mão rápido, mas logo voltou, apertando de novo por cima do tecido, ainda rindo.

- Tu é louco, mano! - disse ele, passando a mão na barba cheia, claramente desconcertado.

Eu mantive o olhar nele.

- Pô, mas tem que tentar… tem que praticar. Não vai saber se aguenta se não experimentar.

Ricardo riu mais ainda, nervoso, mas não tirou a mão. Ficou massageando a grossura do meu caralho por cima da calça, sentindo ele latejar.

- Não deve nem caber na boca, porra… - murmurou ele, quase pra si mesmo.

- Tem que tentar, po - respondi firme, olhando direto nos olhos dele. - Tu tem que experimentar o gosto também.

O carro ainda estava parado no estacionamento, motor ligado, luzes fracas do poste entrando pelo para-brisa. Ricardo engoliu seco, a respiração pesada. Eu abri o cinto, baixei o zíper e puxei meu pau pra fora.

A rola grossa de 19cm saltou pesada, já babando bastante na glande rosada, veias saltadas, latejando no ar quente do carro.

Ricardo arregalou os olhos, rindo incrédulo, passando a mão na barba várias vezes.

- Caralho… que porra é essa… - sussurrou ele.

Mesmo rindo, ele esticou a mão de novo, fingindo que ia medir. Dessa vez pegou direto na rola. A mão quente e grossa dele envolveu a grossura do meu pau, apertando de leve, sentindo o peso e o calor.

- Porra, mano… tá babando pra caralho - disse ele, ainda rindo nervoso, mas sem soltar.

Começou a bater uma punheta lenta, meio desajeitada, subindo e descendo a mão pela extensão grossa. Meu pré-gozo escorria pelos dedos dele.

Eu passei a mão na nuca dele com a mão direita, firme, puxando o rosto dele mais pra perto do meu pau.

- Sente o gostinho dele, Ricardo.

Ele tentou relutar, rindo e balançando a cabeça.

- Não, mano… sai fora… eu sou hétero, porra…

Mas não soltou o pau. Continuou punhetando devagar, os olhos vidrados na glande babona. Eu puxei a nuca dele com mais força. Ricardo resistiu por uns dois segundos, depois cedeu.

Deu uma lambida tímida, quase experimental, na cabeça grossa e pulsante do meu caralho. A língua quente passou pela glande, recolhendo o pré-gozo viscoso. Ele fez uma careta misturada com tesão, mas lambeu de novo, dessa vez mais demorada, circulando a cabeça toda.

- Isso… assim - murmurei rouco, segurando a nuca dele. - Sente o gostinho de macho.

Ricardo gemeu baixo, ainda com a mão no meu pau, e abriu mais a boca, colocando a cabeça grossa entre os lábios. O calor úmido da boca dele me fez soltar um gemido grave.

Ele começou a mamar devagar, chupando só a glande babona, a língua girando desajeitada mas cheio de vontade. Logo desceu mais, tentando tomar metade da rola. Chegou na metade e engasgou forte, os olhos arregalando. Tirou o pau da boca tossindo, baba escorrendo pelo queixo.

- Caralho… porra… isso é enorme! - exclamou ele, respirando pesado, olhando pro meu pau latejante. - Que rola grossa do caralho… nunca vi uma assim…

Elogiou mais uma vez, rindo nervoso, e voltou a mamar. Dessa vez desceu mais fundo, sugando com fome, as bochechas afundando.

Eu segurei a nuca dele com firmeza e empurrei devagar até o fundo. Ricardo engasgou violentamente, a garganta apertando ao redor da grossura da minha pica. Tentei segurar ele ali, mas ele se desvencilhou tossindo, saliva grossa pingando na minha bola.

- Filho da puta! - xingou ele, rindo e tossindo ao mesmo tempo, os olhos lacrimejando. - Tá querendo me matar com essa tora?

Mas nem terminou de falar e já voltou pra cima do meu caralho, mamando mais guloso, como se tivesse ficado com saudade. A cada vez que engasgava e tirava pra respirar, ele enchia meu pau de elogios:

- Porra, que pau lindo… tão grosso… tão babão… caralho, Marco…

Eu sorri, segurando a cabeça dele com as duas mãos agora, e fodi a boca dele com estocadas mais firmes. Ricardo engasgava, babava, lágrimas escorrendo pelo rosto barbudo, mas voltava sempre, chupando com mais fome a cada tentativa.

Enquanto ele mamava, deslizei minha mão direita pelas costas dele, descendo até aquela bunda durinha, redonda e empinada que a calça jeans marcava tão bem.

Apertei a carne firme, depois enfiei a mão por dentro da calça, por baixo da cueca. Meu dedo encontrou o cuzinho dele, quente e apertado. Comecei a dedilhar devagar, circulando o anelzinho enquanto ele chupava.

Ricardo gemeu alto ao redor do meu pau, a vibração gostosa subindo pela rola inteira. Quanto mais eu mexia no cu dele, mais ele mamava desesperado, a garganta vibrando e apertando minha pica.

- Tá gostando, putinho? - rosnei, enfiando o dedo um pouco mais fundo. — Mamando gostoso enquanto eu brinco no seu cu.

Ele só conseguiu gemer, a boca cheia de pica. Estava ganhando habilidade rápido.

O som molhado de mamada enchia o carro pequeno.

Eu continuava dedilhando o cuzinho apertado dele, sentindo ele pulsar contra meu dedo. Ricardo tremia inteiro, gemendo sem parar, cada vez mais entregue, chupando meu pau como se fosse a coisa mais deliciosa que já tinha provado na vida.

O putinho hétero estava virando um bezerro ali no banco do próprio carro.

Eu já não aguentava mais. O tesão acumulado da noite inteira me transformou num animal.

Segurei a cabeça dele com as duas mãos e comecei a socar fundo na garganta. Estocadas brutas, sem piedade.

- Isso, putinho! Chupa essa piroca de macho! - rosnei, fodendo a boca dele com força. - Viadinho safado, ficou o tempo todo de olho na minha rola e agora tá aqui engasgando nela. Vai sentir o gosto de macho de verdade hoje!

Ricardo ficou assustado.. Engasgava, saliva voando, lágrimas descendo pelo rosto barbudo, mas eu não parava.

- Mama, viadinho! Vai, caralho! Você ficou olhando, agora aguenta! Tora na garganta, seu filho da puta!

Ele tentava falar alguma coisa, mas eu enfiava até o fundo, segurava a nuca dele firme, batendo minhas bolas pentelhudas no queixo dele.

- Olha só pra você… barbudo, hétero da porra… e agora mamando gostoso no carro. Hoje sua barba vai ficar cheirando a pau de macho o resto da noite.

Meu tesão estava incontrolável. Eu socava cada vez mais rápido, mais fundo, sentindo a garganta dele apertar desesperadamente ao redor da minha grossura.

- Tá gostosa a pica, viadinho? - perguntei rouco, sem parar de meter.

Ricardo tentou responder, a boca cheia de caralho:

- Hmmmmph…

A vibração da garganta dele na minha rola foi demais. Perdi o resto de controle que ainda tinha.

Segurei a nuca dele com força, puxei ele contra mim e atolei a tora toda até o fundo. A cabeçona grossa rompeu a resistência da garganta e eu gozei com violência.

Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram direto no fundo da goela dele, leite guardado da noite inteira de tesão.

- Engole tudo, porra! Toma o leite do macho!

Ricardo se debatia loucamente, as mãos grandes tentando empurrar minhas coxas, o corpo convulsionando, tentando tirar o pau da garganta. Mas eu segurei ele travado, nariz grudado na minha virilha peluda.

- Só vou soltar quando engolir tudo, seu putinho. Engole meu leite!

Ele engasgava, tossia, lágrimas escorrendo, a garganta trabalhando freneticamente ao redor do meu pau latejante. Eu continuei gozando, jato atrás de jato, enchendo ele até não aguentar mais.

Só quando o último jato saiu eu afrouxei a pegada na nuca. Puxei o pau devagar. Ricardo voltou com tudo, tossindo violentamente, buscando ar como se tivesse passado minutos debaixo d’água.

- Filho da puta! - cuspiu ele, rouco, baba e porra escorrendo pelo queixo e pela barba. - Caralho… até a bebedeira passou…

Eu ri baixo, ainda segurando o pau semi-duro, limpando a glande na bochecha dele.

- Meu leite é o melhor remédio pra ressaca, viadinho. Toma ele quente toda vez que quiser.

Ricardo ficou ali rindo sem graça, respirando pesado, olhos vermelhos, barba melada de saliva e porra, olhando pro meu pau como se ainda não acreditasse no que tinha feito.

- Porra, Marco… eu não acredito que fiz isso - murmurou ele, a voz rouca, quase um sussurro. - Nunca… nunca tinha feito nada assim.

Eu sorri, guardando o pau devagar na calça.

- Fez e gostou pra caralho, viadinho. Sua garganta apertou tanto que quase me ordenhou.

Durante todo o caminho até a casa dele, esticava o braço e apalpava meu pau por cima da calça, apertando a grossura, quase como se precisasse confirmar que aquilo era real. Eu deixava. Às vezes ele dava um apertão mais forte e ria baixo, balançando a cabeça.

- Tá doendo a garganta, filho da puta… - ele disse, com um sorrisinho safado no canto da boca. - Parece que ainda tem um pedaço dessa tora aqui dentro.

Chegamos na rua da casa dele. Parei o carro um pouco antes, na sombra. Ricardo ficou uns segundos parado, sem sair. Olhou pra mim, depois pro volume na minha calça, depois de novo pro meu rosto.

- Tu é perigoso pra porra, mano… - murmurou ele.

Eu segurei a nuca dele mais uma vez, puxei ele pra perto e dei um beijo, enfiando a língua na boca que eu tinha acabado de foder. Ele gemeu baixo, correspondendo.

Quando soltei, falei bem perto do rosto dele:

- Da próxima vez que sua mina te deixar na mão, me chama. Vou te ensinar a mamar direito e depois vou comer essa bundinha empinada que tu tem.

Ricardo corou, passou a mão na barba melada e abriu a porta do carro.

- Vai tomar no cu… - murmurou ele, mas saiu rindo nervoso.

O gosto do meu leite ainda devia estar na garganta dele quando ele deitou na cama.

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Comentários


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henriquebi Comentou em 03/05/2026

Delicioso mamar uma piroca de verdade.

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sethek Comentou em 03/05/2026

Tesão seus contos man, não tem como não se excitar cada vez que leio

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sergiohenrique Comentou em 02/05/2026

Esse é um conto gostoso, parabéns. Parecia um filme passando na minha mente e me enchendo de tesão.

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renner1960 Comentou em 02/05/2026

Conto sensacional.

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rotta10 Comentou em 02/05/2026

Delícia maravilha




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Ficha do conto

Foto Perfil thiccbrad
thiccbrad

Nome do conto:
Grosso com o hétero na balada

Codigo do conto:
260968

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/05/2026

Quant.de Votos:
9

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3