Grosso com o urologista

Era pouco depois do meio-dia. O consultório do novo urologista ficava no terceiro andar, uma clínica discreta, quase vazia àquela hora. Eu tinha marcado no horário do almoço porque odiava esperar e não podia faltar no trabalho.

Estava levemente suado da manhã corrida no escritório, mas não podia faltar a consulta de rotina.

Entrei na recepção vazia. A secretária me recepcionou, fez meu cadastro.

- Marco, entre, por favor - disse ele com voz grave e profissional, abrindo a porta do consultório.

Aproveitou para liberar a secretária para o almoço.

Dr. Sérgio era grande. Uns 50 anos bem conservados, porte de marido maduro, musculoso sem exageros, ombros largos e braços grossos que esticavam a camisa social branca. Peludo também, dava pra notar pelos pelos escuros que escapavam do colarinho.

Tinha um ar sério, intenso, daqueles que parecem sempre no controle. Mas quando seus olhos desceram pelo meu torso largo antes de se desviarem rápido demais, eu senti o primeiro sinal.

Ele fechou a porta atrás de mim e girou a chave com um clique seco. Rotina de privacidade, mas o som reverberou.

Sentamos primeiro para conversar. Falamos de sintomas leves, rotina, estresse do trabalho. Enquanto ele anotava, eu observava.

Seus mamilos marcavam a camisa social, duros, como se o ar-condicionado não fosse o único responsável. Ele era viril pra caralho. O tipo de homem que ninguém imaginaria se curvando.

- Pois bem, deita ali - disse ele, apontando a maca acolchoada no canto da sala.

Levantei e fui até lá. O consultório era pequeno, privativo, com cheiro de álcool e couro.

Ele calçou as luvas de látex com movimentos precisos. Pediu que eu baixasse a calça. Obedeci sem pressa. Como nunca uso cueca, meu pau caiu pesado entre as coxas peludas assim que abri o zíper.

Mesmo flácido, era grosso, a glande rosada já úmida de suor e daquela baba natural que ele sempre soltava.

Sérgio se aproximou. Seus olhos desceram direto para a minha rola. Por um segundo, a máscara profissional falhou.

- Você sempre anda sem cueca? - perguntou ele, com um sorrisinho discreto que fez suspeitar do interesse.

- Sempre - respondi, olhando fixo nos olhos dele. - Odeio me sentir apertado.

O exame começou rotineiro. Ele pediu que eu deitasse um pouco mais para trás. Seus dedos enluvados tocaram a base do meu caralho para examinar. O toque foi profissional no início, mas durou um segundo a mais do que o necessário.

Meu pau reagiu imediatamente. Inchou rápido, crescendo na mão dele, veias saltando, ficando mais grosso e comprido até atingir os 19cm completos, latejando, a cabeça babando pré-gozo.

Sérgio engoliu seco. Vi o volume crescendo na frente da calça social dele, uma ereção evidente marcando o tecido.

- Desculpe, é normal reagir assim durante o exame - murmurei, mas minha voz saiu rouca.

Ele não respondeu de imediato. Em vez disso, seus dedos apertaram levemente a grossura da minha pica, como se testasse o peso.

Depois deu uma punhetada lenta, só uma vez, da base até a metade. Meu caralho babou mais, uma gota farta, grossa escorrendo pela glande.

- Rapaz, que exemplar de pau - sussurrou ele, quase para si mesmo. A voz tinha perdido o tom clínico. Seus olhos estavam grudados na minha rola latejante, os mamilos ainda mais duros contra a camisa.

Foi ali que tive certeza.

Mantive o olhar fixo nele, sentindo meu pau latejar pesado na mão enluvada dele. Um sorriso cínico se abriu devagar no meu rosto.

- Tá tudo bem aí, doutor? - perguntei, a voz baixa e rouca, com um tom de quem já sabia a resposta.

Dr. Sérgio piscou, visivelmente desconcertado. Seus dedos ainda estavam enrolados na grossura da minha rola, que babava sem parar. Ele engoliu em seco mais uma vez, o pomo-de-adão subindo e descendo no pescoço musculoso.

- Sim… está tudo bem - respondeu ele, a voz um pouco mais grave que o normal. - É só que… preciso ter mais certeza. O exame precisa ser mais… completo.

Enquanto falava, ele não soltou meu caralho. Pelo contrário. Começou a punhetar devagar, com mais pressão, subindo e descendo a mão enluvada pela extensão grossa. O movimento era firme, quase reverente, espalhando o pré-gozo que escorria farto pela cabeça rosada.

Eu ainda estava deitado na maca, calça arriada até os joelhos, pernas abertas. Soltei um gemido grosso, profundo, que saiu do fundo do peito.

Dr. Sérgio arrepiou inteiro. Vi os pelos dos seus braços se levantarem debaixo da camisa social, e seus mamilos endureceram ainda mais, marcando o tecido como dois botões duros. A respiração dele ficou mais curta, quase ofegante. O volume na calça social dele estava brutal agora, a rola dele pressionando o tecido de forma quase obscena.

Ele continuou punhetando meu pau com movimentos lentos e longos, como se estivesse hipnotizado pelo tamanho e pela grossura. Meu caralho babava tanto que já tinha molhado os pelos da minha virilha e escorria pelos dedos dele, mesmo através da luva.

- Porra… - murmurei, sem tirar os olhos dele.

Sérgio não respondeu com palavras. Em vez disso, apertou mais um pouco, girando o punho na cabeça babona, espalhando o líquido viscoso. Seus olhos estavam vidrados na minha pica latejante, 19 centímetros de rola grossa, veias saltadas, completamente dura na mão dele.

O cheiro do meu suor do dia misturado com o cheiro de macho excitado preenchia o espaço. Eu via o conflito no rosto dele.

Mas ele não parava de me punhetar.

Meu pau pulsava na palma dele, cada vez mais babão, a glande inchada brilhando. Sérgio lambeu os lábios sem perceber, um gesto rápido e involuntário que entregou tudo.

Eu sorri de novo, cínico, sentindo o poder crescer dentro de mim.

- Continua então… - falei baixo, quase um comando. - Examina direito.

Ele olhou para os dois lados, mesmo sabendo que estávamos completamente sozinhos, e então se inclinou devagar sobre mim. Seu rosto se aproximou da minha rola latejante.

Sem dizer uma palavra, Dr. Sérgio encostou o nariz bem na cabeça do meu caralho e deu um cheiro longo, profundo. O nariz largo dele deslizou pela glande úmida, melando todo com o pré-gozo viscoso que escorria sem parar. Ele inspirou forte, como se quisesse guardar meu cheiro dentro dos pulmões. Suor do dia, macho excitado e aquela baba natural que deixava tudo melado.

- Hmmm… porra… - gemeu ele baixinho, a voz rouca e abafada contra minha pica.

Vi o nariz dele brilhando, todo lambuzado com minha lubrificação. Passou o nariz mais uma vez, de baixo para cima, esfregando a glande inchada contra as narinas, depois desceu até roçar nos meus pentelhudos.

Ele estava se entregando feio.

- Tá gostando do cheiro do meu pau, doutor? - perguntei, a voz carregada de tesão.

Ele não respondeu com palavras. Em vez disso, abriu a boca e lambeu uma vez, devagar, a língua larga passando pela cabeça rosada, recolhendo o pré-gozo. Depois lambeu de novo, mais guloso, circulando a glande inteira enquanto ainda segurava a base grossa com a mão.

Meu pau pulsava forte contra a língua dele. Eu soltei outro gemido rouco, segurando a nuca com uma das mãos.

Sérgio estava perdido. O médico sério e musculoso de 50 anos, com porte de marido, agora lambia meu caralho como um putão faminto, o nariz melado, os olhos semicerrados de tesão. A ereção dele marcava tanto a calça que dava pra ver o contorno da rola dele pulsando.

- Tira a luva - ordenei.

Ele obedeceu rápido, arrancando as luvas de látex e jogando no chão. Agora com a mão quente e peluda, voltou a segurar meu pau, apertando firme enquanto chupava só a cabeça, mamando com vontade. O som molhado enchia a sala pequena.

Eu me sentei um pouco na maca e segurei a nuca dele com uma das mãos. Não forcei ainda. Apenas deixei claro quem mandava.

- Isso… chupa gostoso. Engole mais fundo.

Sérgio gemeu ao redor do meu caralho e desceu a boca, tentando tomar mais centímetros. Chegou na metade e engasgou, a garganta apertando em volta da grossura. Saliva escorreu pelo canto da boca dele, pingando na minha bola esquerda.

Eu sorri, sentindo o poder absoluto.

- Você é um médico tão sério… e olha só pra você agora. Nariz melado no meu pau, babando todo no meu caralho. Que putinha safada você é, hein, doutor?

Ele tremeu com as palavras, mas não parou. Pelo contrário, chupou com mais fome, os olhos lacrimejando enquanto tentava descer mais.

Sérgio mamava com fome, mas ainda estava tentando manter algum controle. Eu não queria mais aquilo.

Segurei a nuca dele com força, os dedos enterrados nos cabelos curtos, e empurrei minha rola grossa mais fundo na garganta dele. O pau deslizou até bater no fundo, fazendo ele engasgar violentamente. Os olhos de Sérgio se arregalaram, lágrimas surgindo rápido enquanto a garganta apertava em espasmos ao redor dos meus 19cm.

- Isso… engole tudo, caralho - rosnei, segurando ele no lugar por mais dois segundos antes de puxar um pouco para trás.

Ele tossiu, baba grossa escorrendo pela boca e pelo queixo, mas eu não dei tempo. Bati com a cabeça babada da minha tora pesada no rosto dele, primeiro na bochecha esquerda, depois na direita, depois de novo na boca entreaberta. O som molhado ecoava na sala pequena.

- Porra… eu não acredito que tô fazendo isso… - murmurou ele, a voz rouca e quebrada.

Eu ri baixo, cínico, e enfiei novamente, fodendo a boca dele com estocadas curtas e brutas, forçando a garganta a se abrir.

- E agora tá fazendo. E tá gostando pra caralho, não tá?

Ele tentou responder, mas só saiu um gorgolejo abafado quando meu caralho invadiu fundo de novo. Eu segurava a cabeça dele com as duas mãos agora, usando a boca quente como um buraco para meter. Minhas bolas pentelhudas batiam no queixo dele, saliva escorria sem parar, molhando minha virilha e pingando no chão.

- Vai ter que examinar o sabor do meu leite de macho hoje, doutor - falei, olhando direto nos olhos lacrimejantes dele. - E vai engolir tudinho.

Sérgio gemeu alto, um som misturado de vergonha e tesão puro. Algo dentro dele pareceu quebrar de vez.

Ele mesmo abriu mais a boca, língua para fora, olhando para cima como um animal no cio. Eu segurei a cabeça dele firme e meti sem piedade, fodendo a garganta fundo e rápido. Sérgio engasgava, tossia, chorava, mas não tentava escapar. Pelo contrário, tentava descer mais, querendo engolir até as bolas.

- Isso, seu bezerro safado… mama esse caralho. Engasga nele. Deixa eu sentir essa garganta apertando.

Meu tesão estava no limite. As bolas apertadas, o caralho inchado ao máximo dentro da boca quente e babada dele.

- Tá pronto pra tomar leitinho, doutor? - rosnei, acelerando os movimentos, usando a garganta dele sem dó.

Sérgio só conseguiu gemer uma resposta abafada, os olhos revirando de entrega total.

Eu segurei a nuca dele com as duas mãos, dedos cravados forte na pele, e enfiei até o fundo. Meu pau grosso travou na garganta dele, pulsando, bloqueando o ar. Sérgio engasgou violentamente, o corpo musculoso tremendo, mas eu não soltei. Mantive ele preso ali, nariz grudado nos meus pelos pubianos pentelhudos.

- Engole tudo, sua puta bezerra. Não vai desperdiçar nem uma gota.

Eu gozei com jatos grossos, quentes e abundantes, despejando direto no fundo da goela. Dr. Sérgio engasgou, tossiu, o corpo convulsionando, mas eu segurei a cabeça dele travada contra mim, forçando ele a engolir enquanto eu continuava gozando. Três, quatro, cinco jatos pesados de porra enchendo ele.

- Isso… toma meu leite, caralho… engole tudinho.

Ele tentava respirar, lágrimas escorrendo pelo rosto, a garganta trabalhando freneticamente para engolir minha porra grossa. Alguns jatos escaparam pelo canto da boca, misturados com saliva, escorrendo pelo queixo dele.

Só quando meu pau parou de pulsar eu afrouxei um pouco a pegada na nuca. Puxei devagar, deixando a rola grossa sair da boca dele toda babada e brilhando. Um fio grosso de porra e saliva ainda ligava a cabeça do meu pau aos lábios inchados de Sérgio.

Ele ficou de joelhos, respirando pesado, tossindo baixo, o rosto vermelho e molhado de lágrimas. Parecia atordoado, sem graça agora que o tesão tinha baixado um pouco.

Foi então que reparei: uma mancha escura e úmida se espalhava na frente da calça social dele, bem no volume ainda meio duro. A rola dele marcava claramente o tecido molhado. Dr. Sérgio tinha gozado sem nem tirar o pau pra fora, só de mamar no meu caralho e engasgar com ele na garganta.

Eu sorri, satisfeito.

- Olha só pra você… gozou nas calças, doutor. Nem precisou tocar na sua rola. Que puta bezerra faminta você virou.

Eu me levantei da maca, o pau ainda semi-duro balançando pesado entre as pernas. Peguei um lenço de papel da mesa dele e limpei calmamente a rola, depois joguei o lenço na lixeira. Sérgio se levantou devagar, limpando o rosto e o queixo com as costas da mão, evitando meu olhar.

- Porra… eu… eu não acredito que fiz isso - murmurou ele, a voz rouca e baixa, claramente envergonhado da própria entrega. - Nunca… nunca tinha acontecido nada parecido.

Eu sorri, fechando a calça com calma, meu corpo parrudo ainda dominando o espaço pequeno do consultório.

- Relaxa, doutor. Você mamou muito bem. Virou uma puta bezerra gostosa pra mim.

Ele corou ainda mais, passando a mão no rosto novamente, como se tentasse apagar as marcas do que tinha rolado. Eu me aproximei, segurei o queixo dele com firmeza e dei um beijo, enfiando a língua na boca que eu tinha acabado de foder. Sérgio gemeu baixo contra meus lábios, ainda tremendo.

Quando soltei, ele estava com a respiração desregulada de novo.

- Marca minha próxima consulta - ordenei - Mesma hora. E da próxima vez quero ver esse cu peludo também.

Sérgio hesitou por um segundo, ainda sem graça, mas acabou assentindo devagar.

- Pode deixar. Vou marcar.

Eu dei um tapinha no rosto dele, leve mas firme.

- Boa, Dr.

Saí do consultório sem olhar para trás, o corpo leve e satisfeito depois de descarregar tudo na garganta dele. Atrás de mim, Dr. Sérgio ficou parado no meio da sala, o gosto do meu leite ainda na boca, meu cheiro na cara, o rosto marcado e a vergonha misturada com o desejo de repetir tudo de novo.

Eu já sabia que ele ia contar os dias até eu voltar.

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Comentários


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sethek Comentou em 02/05/2026

Não tem como ler sem ficar com o pai trincando

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loudra Comentou em 02/05/2026

Espetacular. Já teve a 2a consulta pra nós contar???

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rotta10 Comentou em 02/05/2026

Maravilha adorei e queria estar no seu lugar?!




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Ficha do conto

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thiccbrad

Nome do conto:
Grosso com o urologista

Codigo do conto:
260967

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/05/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
3