Quem conhece São Paulo, fica assustado com a verticalização desenfreada da cidade. Em todos os bairros mais bem localizados existem muitos prédios, de tamanhos variados, sendo erguidos.
A região central é a que mais está imersa nessa expansão imobiliária, o que nos leva a fazer a pergunta: quem compra tanto apartamento?
O Bairro da Bela Vista, é um dos mais movimentados nesse sentido. Em cada esquina tem um prédio subindo, e sobe rápido. Qualquer terreninho vago, ou casinha perdida na paisagem, logo se transforma num prédio.
Me chamo Vicente e trabalho em vários setores da construção civil, onde tiver um trabalho que eu possa desenvolver lá estou eu. Tenho 38 anos, vivo há 10 anos em Sampa, deixei família no interior do Pernambuco e desde então vivo e trabalho nessa cidade maluca e cativante. Há princípio morei muitos anos numa pensão na região central e depois de muito trabalho e economias, consegui comprar uma Kitnet pequenina, na região da Vila Buarque.
Sou moreno, tenho 1,75m de altura, meio parrudo e forte devido ao trabalho braçal. Nunca quis me casar, apesar de ter tido namoros sérios nesse período em que vivo aqui. Nunca tive problema com sexo, aliás aqui em Sampa ninguém tem esse tipo de problema, aqui as coisas são mais liberais, ainda mais na região onde trabalho e vivo. Tem pra todos os gostos, todo tipo de sexo, é só sair, dar uma voltinha, que logo você consegue um cuzinho, uma buceta, um boquete. Não tem tempo ruim nesse sentido, então me sinto bem sendo solteiro e não tendo ninguém pegando no meu pé.
Recentemente, a construtora para qual trabalho atualmente, comprou um bar e uma auto- escola bem pequenos, numa esquina da Av. 9 de julho com uma ruazinha que dá acesso à rua Santo Antônio, região da Bela Vista e Bixiga.
Quem olhava os dois imóveis jamais imaginaria que naquele espaço minúsculo daria para subir um prédio, mas depois de demolidos, o pequeno terreno logo deu lugar a um canteiro de obras e cá estamos nós construindo mais um prédio.
A rua é muito pequena, menos de cem metros. Tem um prédio pequeno, tipo Flat, um bar numa esquina e um supermercado 24 horas em frente, no outro lado. Entre o Flat e o mercado tem um espaço grande que servia de depósito para o mercado anterior.
Como o espaço onde está sendo construído o prédio é muito reduzido, a construtora resolveu alugar o espaço que antes servia de depósito para o mercado, para servir de depósito de materiais para a obra. Uma espécie de almoxarifado de materiais de construção.
Eu fui designado para tomar conta do local, juntamente com mais dois funcionários que se encarregam de abastecer a obra com os materiais solicitados. Ficamos o dia todo lá dentro e, às vezes, até dormimos por lá, quando tem entrega de material na madrugada.
Desde que começamos a trabalhar no local, comecei a observar os moradores do Flat. Tem todo tipo de gente morando por lá. Desde estudantes, casais sem filhos, idosos, solteiros e outros tipos.
Um dia estava tranquilo, atrás do balcão que fica na frente da guarita interna e vi um homem de mais ou menos 45 anos, acompanhado de um garotão, vestindo uma roupa esportiva, e com uma garrafinha de água na mão, como se fosse pra academia.
Os dois ficaram parados olhando para a obra, e conversaram alguma coisa, apontando para o local. Depois o homem passou a mão nos cabelos do moleque e desceu a rua, enquanto o moleque foi em direção à academia que fica na Rua Santo Antônio. Imaginei se tratar de pai e filho.
Passou um tempinho, já no final da tarde, o moleque voltou e ficou parado no mesmo local, olhando a obra, como se admirado com a rapidez com que a obra subia, ou com o movimento dos trabalhadores. Esse ritual passou a se repetir vários dias seguidos. Algumas vezes ele também ficava olhando pra dentro do local onde eu trabalhava com os outros dois funcionários.
Dia desses, já no final da tarde, ele voltou da academia, parou no mesmo local e ficou observando. Eu estava junto com o Pedro, um molecão de 25 anos, que trabalha comigo. Tem também o Manuel, um cara de 40 anos, negro e muito fortão. Resolvi me aproximar e puxar assunto.
— Boa tarde! Tudo bem? Tá admirado com a obra? – Perguntei. Ele me olhou e deu um risinho meio de surpresa.
— Estou sim. Está subindo rápido demais. Dia desses era dois imóveis pequenos, agora já é um prédio tomando forma. E também fico admirado com a rapidez e força com que o pessoal trabalha.
— É trabalho braçal, todo mundo acostumado com esse tipo de trabalho, todo mundo forte e pronto pra trabalhar com rapidez. – Eu Completei. Ele me olhou e falou:
— Melhor do que academia, os corpos ficam perfeitos, a gente vê a definição de todo os músculos. Tomara que eu consiga ficar assim na academia. – Ele falou me olhando. Nessa hora eu percebi algo diferente. Senti que o molecão observava não só a obra, mas os trabalhadores também.
— Vai ficar sim. Você é um molecão jovem, é só pegar firme que logo os músculos aparecem. – Eu disse olhando seu corpinho muito gostosinho, naquele short curto e camiseta regata apertadinha. Ele era novinho, mas tinha um corpinho bem interessante, uma bundinha bem arrebitada e durinha. Ele olhou pra dentro do depósito e comentou:
— Você fica aí dentro o dia todo? Eu nem sabia que atrás dessa porta de aço tinha esse depósito aí. – Ele disse olhando mais pra dentro do local onde o Pedro arrumava umas coisas, antes de ir embora.
— Pois é; a construtora alugou pra servir de depósito para a obra. Eu fico aí o dia todo e, às vezes, à noite também, quando tenho que receber o material. Sou sempre o último a sair. E você mora aí no Flat? – Eu perguntei, olhando para a portaria ao lado.
— Moro sim! Eu e meu pai somos do interior e nos mudamos pra cá. Estamos esperando um apartamento que meu pai comprou ali em frente à academia, ficar pronto para nos mudarmos. – Ele disse isso e continuou olhando para dentro do depósito, com um olhar curioso.
— Quer ver como é lá dentro? Chega aí que eu te mostro. – Eu disse isso e fui entrando no depósito, ele me acompanhou. Ao passarmos pelo Pedro ele me olhou com uma cara de interrogação, deu uma piscada de olho pra mim e um risinho sacana. Tive certeza de que ele já estava pensando besteiras, já aprontamos muito em outras obras onde trabalhamos.
— É muito grande aqui, cara! Muito espaçoso. E tá cheio de material. Não imaginei que fosse assim. – Ele disse, foi me acompanhando e olhando tudo. Logo estávamos na parte de trás do depósito, com as pilhas de material na frente. Ele viu uma portinha no canto e perguntou:
— Aquilo ali é um banheiro?
— É sim meninão. É um banheiro com chuveiro, às vezes, não só eu, mas os outros também, querem tomar um banho ou se lavar antes de ir embora. – Falei, olhando sua cara de curioso.
— Posso usar, cara? Saí rápido da academia, nem me lembrei de mijar. Se não puder, sem problema, eu faço em casa mesmo. – Ele disse me olhando.
— Pode usar sim meninão, vai lá. Aliás como é seu nome? – Eu perguntei, enquanto ele andava em direção ao banheiro.
— Meu nome é Gustavo, mas todo mundo me chama de Guga. E o seu? – Ele perguntou, entrando no banheiro e deixando a porta aberta. Foi em direção à cabine com o vaso e eu entrei junto, indo em direção à pia, com a intenção de lavar as mãos.
— O meu é Vicente, o meu amigo lá na frente chama-se Pedro, e tem mais um que entra bem cedinho que chama Manoel. – Eu disse isso e vi ele entrar na cabine, ficar de costas pra mim e abaixar o short com a cueca, deixando a bundinha toda à mostra. Era uma bundinha redonda, carnuda, pequena, mas muito gostosa.
Eu sei que muitos caras descem o short assim pra mijar, mas na hora meu pau ficou logo duro, estava há muitos dias sem gozar e a visão daquela bundinha de moleque me deixou cheio de tesão.
Fiquei ouvindo o barulho do mijo dele caindo no vaso e comecei a apertar meu pauzão por cima da calça. Ele olhou por cima do ombro e tive certeza que ele estava de sacanagem ao mostrar a bundinha daquele jeito. Fui em direção à cabine, enquanto ele balançava o pau, com a desculpa de que ia mijar também. Meu pau estava duro como pedra.
Ele saiu da cabine ainda com o short abaixado, passou com a bunda bem perto de mim e foi em direção à pia lavar a mão, ainda com o short abaixado, mostrando a bundinha.
Eu abri o zíper e botei meu pauzão pra fora, vi que ele olhou de rabo de olho e fez cara de surpresa com o tamanho de meu caralho. Ele se curvou pra lavar as mãos e eu, ao invés de mijar, fui em direção à pia e parei bem atrás dele, que continuou curvado, lavando s mãos.
Eu dei uma encoxada nele e rocei meu pau duro bem no meio das bandas da bunda dele. Ele deu uma risadinha e disse com voz de molecão safado, ele não era afetado como muitos veadinhos, era bem machinho e com voz firme:
— Para com isso seu safado! Seu amigo tá lá na frente, pode ver a gente. – Falou sem tirar o rabo da reta. Eu segurei na cintura dele e dei mais uma roçada firme em sua bundinha.
— Fica tranquilo molecão! Ele não vem aqui agora não, tá fechando as guias. Ele é meu parceiro, é de boa. – Eu disse isso e peguei meu pau dando uma pincelada no rabo dele, bem entre as bandas. Ele tava suado da academia, o cuzinho estava quente. Dei uma forçada e ele recuou.
— Tá louco Vicente? Não aguento isso tudo não, cara. Aqui é arriscado. – Ele disse, segurando meu pauzão com a mão, fazendo, movimento de vaivém. Eu fiquei muito maluco, com a visão daquela bundinha novinha.
— Vamos em tua casa, então. – Propus.
— Nem pensar, cara. Eu moro sozinho com meu pai e ele pede para os funcionários ficarem de olho em mim, já que tem receio de me deixar sozinho em casa. Se eu levar um estranho em casa ele fica sabendo.
— Chupa meu pau um pouquinho, moleque! Eu estou doido pra gozar contigo. – Eu disse, segurando a cabeça dele, que resistiu.
— Tenho medo, cara! É esquisito nós dois aqui dentro do banheiro. Seu amigo vai estranhar. – Ele disse, ainda segurando meu pau. Dava pra ver que ele estava excitado com a situação.
— Vem aqui comigo! – Eu disse puxando-o pelo braço em direção a uma pilha de tijolos bem alta. Assim que fui saindo do banheiro vi a sombra do Pedro atrás da pilha de sacos de cimento, ele estava nos olhando o tempo todo, o safado. Empurrei o moleque em direção a pilha de tijolos e expliquei:
— Fica aqui um pouquinho, dá pra ver a entrada pelas frestas dos tijolos, se entrar alguém a gente consegue levantar a roupa e sair sem levantar suspeita. Quero só sarrar um pouquinho na sua bundinha. – Eu disse, já fazendo ele ficar curvado, apoiado nos tijolos e abaixando mais um pouco o short dele.
— Tenho medo cara. Vamos deixar pra outro dia. – Ele tentou argumentar, meu tesão falou mais alto e eu falei ríspido com ele:
— Fica quieto moleque! É rapidinho. Eu estava quieto e você veio me provocar, agora aguenta um pouquinho. Eu sei que você quer. – Nessa hora eu percebi que ele se tocou que ia ter que ceder. Também percebi ele meio arrepiado, acho que excitado com o meu domínio. Ele se curvou mais um pouco e eu comecei a pincelar meu pau em seu cuzinho. Ele gemeu gostoso e bem baixinho. Olhei para a direção dos sacos de cimento e vi o Pedro com o pauzão pra fora, batendo uma punheta, enquanto nos olhava. Eu peguei bastante saliva e passei no cuzinho dele, e também no meu pau.
— É só uma sarrada cara, vai rápido! – O moleque falou. Eu dei mais uma pincelada, encaixei meu pau bem na entradinha e fui empurrando, ele tentou recuar, mas eu segurei sua cintura com firmeza e logo senti a cabeça de meu caralho pular dentro daquele cuzinho quente e apertado. Ele gemeu e tentou sair, mas eu segurei firme em sua cintura e fui metendo meu pau.
— Para cara! Tira! Tá doendo! Você disse que era só uma sarrada. – Ele choramingou.
— Quieto veadinho! Não faz barulho. Quer que alguém ouça? – Eu disse isso e fui bombando dentro daquele cuzinho, ele mordia o antebraço para abafar os gemidos.
— Vai rápido cara! Goza logo! Tá doendo muito! – Ele falava e empinava a bundinha para facilitar as estocadas. Meti forte naquele cuzinho, entrando e saindo com força. Sabia que tinha que gozar logo. Depois de uns minutos, senti meu pau inchar e pulsar forte.
— Tô gozando, moleque! Vou encher teu cuzinho de leite, seu veadinho gostoso. – Eu falava isso, sentindo meus jatos de porra entrando no fundo daquele cuzinho novinho. Assim que me viu gozando o Pedro foi de aproximando com seu pauzão comprido e torto para a esquerda, duro feito pedra. Eu arranquei meu pau do cu do moleque e ele levou um susto ao ver o Pedro ao nosso lado.
— Agora é minha vez, moleque. Empina o rabo pra levar rola de macho. – O Pedro falou, já se colocando atrás dele.
— Não cara, eu vou embora. Tenho de ir pra casa. Eu não aguento dar pra você não. – O moleque disse, tentando levantar o short, mas o Pedro puxou a cintura dele pra trás e falou bravo:
— Vai embora é o caralho, seu veadinho! Você veio atrás de rola e é rola que você vai ter. Vai dar o cu pra mim também, seu putinho! – O moleque olhou meio assustado pra mim e se curvou um pouco.
— Vai rápido cara! Eu estou de olho! Fode o cu desse putinho! – Eu falei olhando para a porta e logo vi o pauzão do Pedro sumir dentro do buraco do moleque, agora já lubrificado pelo meu leite. O Pedro socou o pau com força no rabo dele, que se empinou bastante, deixando o cuzinho bem aberto. Pedro socava e gemia gostoso, sentindo seu pau entrar bem fundo.
— Assim veadinho! Abre o cuzinho pra sentir meu pauzão lá no fundo. Vou estourar teu buraco, seu puto. Adoro um cuzinho de moleque.
— Ai meu cu, cara! Goza logo. Tá doendo muito. Vai logo cara. – O moleque gemia, sentindo as estocadas do Pedro.
— Vou gozar putinho! Vou te dar leitinho no rabo. – Pedro aumentou as estocadas e gemeu forte. Gozando numa estocada forte. Apertou o moleque em seus braços forçando o pau mais pra dentro.
— Fica assim cara! Espera um pouquinho. Deixa o pau dentro. – O moleque falou e bateu uma punheta rapidinha, gozando muito forte com o pauzão do Pedro atolado no cuzinho.
— Gostou, né veadinho? Gozou forte com o pau do macho no cu. Quando quiser é só vir aqui que tem mais. Se quiser a gente até arranja outros machos pra te foder. – Falou o Pedro, arrancando o pau do cu do moleque e indo em direção ao banheiro. O moleque levantou o short e começou a sair rápido, ele me olhou com uma carinha de espanto, meio bravo.
— Eu vou estar sozinho aqui amanhã à noite, moleque. Se quiser desce aqui que a gente fica à vontade. – Falei sorrindo pra ele.
Ele nada respondeu. Saiu pela porta, olhando para os lados, e entrou no flat.
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