Sandrinho O Filho Do Mecânico - O Nascimento De Um Putinho

Eu cresci ouvindo minha mãe falar mal de meu pai. Dizia que tinha sido um erro ter tido um filho com ele, que só tinha se envolvido com ele para sair da miséria em que vivia, que ele era um velho imprestável.
Eu já era um rapazinho, quando conheci meu pai e realmente me assustei com a diferença de idade entre eles.
Meu pai, além de muito mais velho, era malcuidado, tinha marcas do trabalho duro.
Ele era mecânico e borracheiro, tinha uma oficina velha numa estrada onde só passava caminhões, numa cidade um pouco distante de onde eu morava com minha mãe, desde que ela tinha abandonado ele para fugir com um caminhoneiro que, depois de se aproveitar bastante dela, a abandonara, e ela teve de se virar sozinha para criar o filho, mesmo contando com o dinheiro que meu pai mandava todo mês.
Acho que minha mãe estava sempre procurando um homem que a salvasse. Ela estava sempre com um homem diferente dentro de casa, a maioria uns cafajestes que só queriam sexo com ela, mas ela acreditava que encontraria o príncipe encantado, mesmo já tendo tido tantas desilusões amorosas.
Arrumei muita confusão na escola, toda vez que algum moleque me chamava de filho da puta, já que minha mãe era mal falada na cidade.
Eles também implicavam porque eu era bonito, tinha a bunda grande, arredondada e era bom de briga. Também desconfiavam que eu gostava de garotos.
Era nesse ambiente tóxico que eu vivia, o que me fez despertar a vontade de conhecer melhor meu pai, e passar algum tempo com ele.
Muitas vezes eu tive de sair de casa para ficar na rua, só para não ficar ouvindo o barulho desses caras fodendo com minha mãe, o que me deixava envergonhado e excitado ao mesmo tempo.
Um dia eu acordei com um cara grande e encorpado, sentado em minha cama. Era um dos últimos machos que minha mãe tinha trazido para casa. Ela saiu para trabalhar e deixou esse cara dormindo em nossa pequena casa, comigo no quarto ao lado.
Era um cara rústico, muito grande, forte, mas sem ser de academia, esses homens fortes e malhados por força da natureza.
Já tinha visto ele lá em casa algumas vezes, mas me assustei com ele sentado em minha cama.
Eu estava deitado, só de cueca, com a bunda pra cima, coberto com um lençol fininho, pois fazia muito calor.
Ele também estava só de cueca, com o peitoral cabeludo todo à mostra. Era um homem muito bonito e másculo, mas eu fiquei desconfortável com a situação e logo perguntei:
— O que você está fazendo aqui, cara? Cadê a minha mãe?
— Estou aqui olhando essa tua bunda, moleque. Você tem uma bunda bonita, redonda, maior do que a bunda da tua mãe. Tua mãe saiu, disse que tinha uma casa pra limpar, só volta à tarde. Estamos só nós dois aqui. – Ele respondeu e deu uma apertada no pau, o que me deixou alerta com o que pudesse acontecer, mesmo tendo atração por homens, eu ainda não tinha experiência com um macho como aquele.
— Vou me levantar, dá licença, cara. – Eu disse, fazendo menção de sair da cama, quando senti a sua mão imensa me empurrar de volta pra cama e começar a apalpar minha bunda.
— Calma aí moleque, fica mais um tempinho deitado, vamos brincar um pouquinho. Eu já ouvi algumas coisas sobre você, tenho um sobrinho que estuda no mesmo colégio que você.
— Não sei do que você está falando, cara. – Eu disse, tentando me levantar, mas ele puxou minha cueca pra baixo, me deixando pelado, e se jogou em cima de mim, já roçando a pica grande e dura em minha bunda. Ele rapidamente arrancou a própria cueca e ficamos os dois pelados na cama. Eu pensei em fugir dali, mas confesso que fiquei curioso com o que poderia acontecer, e apenas abri as pernas e empinei a bunda, sentindo aquele peso imenso em cima de mim.
— Isso mesmo, moleque. Se entrega, melhor não reagir, você vai gostar. – Ele disse isso e logo eu senti a sua pica grande e grossa cutucando meu cuzinho, procurando entrada. Eu gemi, temendo a dor que sentiria e ele, vendo que o pau não entrava, se curvou e cuspiu no meu buraquinho, passou cuspe na cabeça do caralho e voltou a forçar o pau em meu cuzinho. Abri mais as pernas e logo senti aquela cabeça roliça e grossa invadir meu cuzinho, me rasgando as pregas.
Tentei gritar de dor, mas ele tapou minha boca com sua mão imensa e continuou metendo e socando, me abrindo e arregaçando, até que deu um urro forte e encheu meu cuzinho de leite. Em seguida ele se levantou, saiu do meu quarto, e eu fiquei ali sentindo os efeitos de minha primeira foda com um adulto.
Mesmo sentindo muita dor no cuzinho, eu fui ao banheiro tomar banho, bati uma punheta gostosa e gozei muito, revivendo tudo que aconteceu.
Depois desse dia eu comecei a perturbar minha mãe, ela ligou para meu pai e eu passei uns dias com ele.
A princípio eu estranhei o lugar, era uma borracharia e oficina no meio do nada, dentro de um terreno imenso, cheio de árvores e um vasto campo vazio, onde os caminhoneiros e carros paravam para fazer reparos ou descansar um pouco, antes de seguirem viagem.
Atrás da oficina tinha uma casinha pequena, mas muito arrumadinha, onde meu pai morava sozinho, já que não tinha se casado depois que minha mãe foi embora.
Nas primeiras vezes em que eu fui pra lá ele se comportava de maneira meio distante, mas, com o tempo, ele se aproximou mais, e até me tratava bem. Ele me dava sempre um dinheirinho, me deixava ajudar ele e o auxiliar, um senhor quase da idade dele, nas tarefas mais simples da oficina, mas eu não levava jeito para aquele trabalho.
A maior parte do tempo eu ficava explorando o local, conversando com os clientes, fazendo perguntas aos caminhoneiros, e, às vezes, ia até à vila que ficava a poucos quilômetros dali, pra ver o movimento.
Dessa última vez que eu fui passar uns dias com ele, eu conheci o filho do senhor que trabalhava com meu pai, um jovem de vinte anos, cara e jeito de caipira, mas muito bonito. Ficamos conversando e eu senti uma certa atração por ele, que tinha um jeito másculo e rústico, mesmo sendo jovem.
No outro dia, no meio da tarde, parou um caminhão na oficina e desceu um caminhoneiro forte, grande, musculoso, mesmo tendo uma barriguinha de chope. Era um homem de uns quarenta anos, bonito, que me lembrou o cafajeste que tinha arrombado meu cuzinho na casa da minha mãe.
Enquanto meu pai fazia os reparos no caminhão, ele se afastou e ficou embaixo de umas árvores, com a camisa aberta, descansando. Me aproximei e vi que ele estava bebendo algo no gargalo de uma garrafinha, de perto eu percebi que era cachaça.
Ele deu um gole e guardou a garrafinha na mochila que estava ao lado. Eu puxei assunto, perguntando sobre como era viajar pelas estradas sempre sozinho e ele me contou algumas curiosidades, em seguida eu questionei:
— Mas não é difícil ficar tanto tempo sozinho? Ainda mais um homem jovem e bonitão como você. – Eu perguntei e ele me olhou com uma cara desconfiada, deu uma risadinha e apertou o pau, me deixando notar um volume grande no meio das pernas.
— É um pouco difícil sim meninão. Às vezes a gente quer foder uma bocetinha, ou meter num cuzinho, mas nem sempre é fácil de encontrar, mesmo tendo muitas putas nas estradas. Muitas vezes a gente quer uma coisa diferente. – Ele disse, me olhando de maneira estranha.
— Eu imagino. Deve ser difícil mesmo. – Eu falei olhando novamente para o meio de suas pernas e vi que o volume aumentara. Senti que ele notou o meu olhar curioso.
— Você me achou bonitão, garoto? – Ele me perguntou com malícia e eu fiquei vermelho, um pouco envergonhado.
— Achei sim. – Eu respondi e, antes de continuar, fomos interrompidos por meu pai que falou que o serviço estava pronto. Eles foram lá pra oficina e eu os segui, lamentando não ter ficado mais tempo com ele.
Enquanto meu pai ia pegar o troco eu perguntei se ele me dava uma carona até à vila, eu queria comprar uma coisa e depois voltaria a pé. Era tudo uma desculpa para ficar um pouco mais com aquele cara. Só queria estar um pouco mais ao lado dele.
— Claro que te dou uma carona, moleque. Teu pai não se importa de você sair com um estranho para a vila? – Ele me perguntou sorrindo e eu senti que ele estava sacando que eu queria ficar um pouco mais em sua companhia.
Eu falei para meu pai que iria até a vila e ele apenas falou para não demorar muito, voltar antes de escurecer.
Entramos no caminhão, rodamos menos de um quilômetro e ele entrou num desvio da rodovia, pegou uma estradinha de barro batido e parou embaixo de umas árvores grandes, num local que tinha uma clareira.
— Por que você entrou por aqui, cara? – Eu perguntei.
— Meu nome é Otávio, molecão. Eu parei aqui porque eu sei muito bem o que você quer. Este local é um lugar onde caminhoneiros param pra ficar mais à vontade, descansar e até foderem, aqui é muito tranquilo. - Fui pego de surpresa, mas fiquei muito excitado, estava no meio do mato com um caminhoneiro grandão que ia me foder.
— Meu nome é Sandro, me chamam de Sandrinho. – Eu falei gaguejando e vendo ele abrir o zíper e puxar a calça um pouco pra baixo, junto com a cueca, liberando um pauzão duro e já soltando uma babinha da cabeça. Não era um pauzão muito grande, mas era bem grosso e estava muito duro.
— Vem cá Sandrinho, cai de boca no meu pauzão! Eu sei que você tá querendo isso desde lá da oficina. – Ele disse isso e puxou minha cabeça em direção ao pau dele. Eu abri a boca e fui lambendo, não tinha muita experiência em mamar um caralho, mas fiz o que pude. Lambi e chupei gostoso, evitando raspar os dentes, e ouvindo ele gemer.
— Isso bezerrinho, mama o pau do paizão. Engole tudo. Chupa meu pau, veadinho gostoso. – Ele falava e empurrava o pau em minha boca, quase me sufocando. Eu babava naquele caralhão e sentia meu cuzinho piscando, enquanto eu mamava. Depois de um tempinho ele arrancou o pau de minha boca e me puxou para fora do caminhão.
— Vamos ali atrás do caminhão, moleque. Tira a roupa! Fica peladinho que eu quero te foder. – Ouvir aquele homem falar firmemente me fez arrepiar e eu fiquei peladinho, enquanto ele pegava um colchonete pequeno e levava para o local.
Depois de jogar o colchonete no chão, ele arrancou a roupa fora e ficou peladão em minha frente. Eu senti minha boca salivar ao ver aquele homem másculo, pelado em minha frente.
— Vem cá putinho! Fica de quarto pra mim. – Ele me puxou, me pôs de quatro e meteu a boca em minha bunda, lambendo meu cuzinho, me arrancando um gemido de puro tesão. Ninguém nunca tinha feito aquilo comigo.
— Que gostoso! Meu Deus como isso é bom! - Eu falava, me arrepiando inteiro.
— Gostosa é essa sua bundinha, moleque! Bunda grande, macia, boa de foder. Eu vou estourar esse teu cuzinho. Vem cá, sente o meu pauzão. – Ele me puxou, encaixou o pau na minha entradinha, deu uma leve pincelada e começou a forçar a entrada. O pau começou a abrir minhas preguinhas e eu dei um gritinho de dor. Era um pau muito grosso, mesmo meu cu estando bem lubrificado eu senti uma dor ardida, como se estivesse sendo rasgado. Ele segurou em minha cintura e socou o pau, enterrando tudo até o talo. Eu dei um grito mais alto e ele parou um pouquinho, enquanto seu pau pulsava dentro de mim.
— Grita moleque! Pode gritar que aqui ninguém te ouve. Eu vou arrombar esse teu cuzinho gostoso. – Ele começou a me estocar, entrando com tudo e tirando, para depois meter novamente.
— Ai meu cu! Tá me rasgando seu puto. – Eu dizia, enquanto sentia aquele macho dentro de mim.
— Eu sei que você tava querendo isso, putinho. Toma rola no cu. Esse teu rabão tem de ser fodido todo dia, veadinho do caralho. Abre o cu pra mim, vai! Eu vou gozar em teu rabão, moleque! – Ele socava com violência e eu me sentia todo arregaçado, o pau já entrava com facilidade e eu sentia um prazer imenso, juntamente com a dor das metidas.
— Eu vou gozar, moleque! Vou encher teu cuzinho. – Ele falou arfando e respirando forte, depois de quase meia hora arrombando meu cuzinho.
— Goza cara! Enche meu cuzinho. Goza forte dentro de mim. – Eu falei isso, comecei a bater uma punheta e gozei juntinho com ele, numa explosão de prazer. Me senti completamente realizado com aquele macho, e sabia que, a partir daquele dia, minhas férias e visitas ao meu pai seriam muito bem aproveitadas.
— Toda vez que eu estiver por aqui eu vou passar na borracharia para ver se te encontro, Sandrinho.
– Ele disse entrando no caminhão e me deixando na rodovia, onde eu ia tentar uma carona de volta.

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Abraços a todos!!!


Conto Registrado no Escritório De Artes e protegido pela Lei 9.610 de Fevereiro de 1998. Proibida a reprodução ou divulgação sem autorização do autor.
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vitor3 Comentou em 06/03/2026

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Ficha do conto

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titoprocura

Nome do conto:
Sandrinho O Filho Do Mecânico - O Nascimento De Um Putinho

Codigo do conto:
256308

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/03/2026

Quant.de Votos:
5

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3