A vida sempre nos traz surpresas e revelações inesperadas. Algumas são ruins, ou desagradáveis, mas tem muitas que são boas, alegres e excitantes, mexem com a gente.
Me chamo Vicente e no conto anterior eu narrei como eu e meu amigo Pedro, fodemos um moleque novinho, chamado Guga, que morava no Flat em frente a obra onde nós estávamos trabalhando. Se quiser entender melhor pode dar uma lida no conto anterior, será bem mais excitante.
Depois que fodemos o moleque fiquei preocupado, imaginando se ele contaria ao pai o que aconteceu. Meu amigo Pedro me falou que o problema era dele. Que esses veadinhos gostam mesmo de levar rola no cu e que dificilmente contaria para o pai.
Nos dois dias seguintes ao da foda, o moleque passava rapidamente pela porta do depósito e não olhava pra dentro, como sempre fazia, antes do ocorrido.
Tentei até espera-lo na calçada, para puxar assunto, mas me distraí e ele entrou rapidamente no Flat.
No terceiro dia ele desceu com o pai, como fazia quase todos os dias, se despediu na porta do depósito e eu e o Pedro ficamos observando. O pai desceu em direção a avenida, ele deu uma paradinha na porta do depósito e olhou pra gente com uma carinha de sonso.
— E aí moleque, tá tudo bem contigo? Sumiu, não falou mais com a gente. Ficou com raiva do que aconteceu? – Perguntei me aproximando dele.
— Tá tudo bem sim! Fiquei com raiva de nada não. É que estava fazendo provas e tinha que focar no estudo, não podia me distrair com nada. – Ele me explicou, dando uma risadinha com aquela boquinha linda. Na hora meu pau já começou a dar sinais de vida.
— Entra aqui um rapidinho, vamos lá atrás conversar um pouquinho. – Falei piscando o olho pra ele, fazendo ele entender o que eu queria.
— Agora não dá, tenho que ir para academia, senão perco a aula de FitDance, mas na volta eu passo aí.
Fiquei bem animado, entrei para o depósito e contei para o Pedro. O puto ficou todo assanhado, apertou o pauzão por cima da calça e lambeu os lábios falando:
— Que maravilha parceiro. Não te falei que esses veadinhos são loucos por rola? Hoje nós vamos tirar a barriga da miséria, ou melhor, o pau. Vamos arregaçar o cuzinho do moleque.
— Você é muito puto, cara. Segura essa emoção aí, senão vai acabar gozando antes da hora.
— Até parece que você não é um putão também, né? Tá aí de pauzão duro só porque trocou uma ideia com o veadinho.
Nós dois demos risadas e fomos trabalhar um pouco, ansiosos pela volta do moleque.
No mesmo horário de sempre, já escurecendo, o moleque deu uma parada em frente ao depósito, olhou para os lados e entrou. Foi em direção ao banheiro, onde eu já o esperava com a calça abaixada e o pauzão pra fora. O putinho parecia estar com fome de rola.
— Mama aqui moleque, engole o pauzão do macho. – Ele obedeceu rapidamente. Engoliu meu pau inteiro e foi mamando, passando a língua pelas bolas. Me pareceu bem experiente na mamada. Ele já tinha feito aquilo antes, pois engolia com muita facilidade. Acho que estava mais acostumado a mamar do que a dar o cuzinho. Já que era bem apertado.
O Pedro se aproximou e colocou seu pauzão pra fora também. O moleque abocanhou o pau dele, deu uma bela mamada e ficou alternando entre os dois. Tentava até colocar os dois na boca ao mesmo tempo, mas as cabeças eram muito grandes e ele se engasgava.
Depois de mamar um pouco, nós o colocamos em pé, encostado na pilha de tijolos, na mesma posição da vez anterior e metemos rola no cuzinho dele.
O moleque tinha lubrificado o cuzinho com óleo, quando saiu da academia. As picas entraram com mais facilidade. Fomos nos revezando no cuzinho dele, enquanto ele gemia e se contorcia de dor e prazer, recebendo os caralhões no cuzinho.
Estouramos o cuzinho do moleque e fizemos ele gozar gostoso com o pauzão enterrado no cu. A partir daquele dia ele viciou e passava no depósito dia sim, dia não, era só o tempo de descansar o cuzinho. Levava rola com um sorriso no rosto, já estava até com o cuzinho laceado e se entregava gostoso.
Num desses dias em que ele estava dando o cu para nós dois, ao sair ele deu de cara com um ajudante de pedreiro que já trabalhava com a gente há muito tempo, o Robinho, um molecão nordestino como a gente, trinta anos de idade, moreno, entroncado, parrudo e muito safado, que morava numa pensão ali perto, na rua Santo Antônio.
O Robinho, malandrão da noite paulistana, sacou na hora que alguma coisa tinha acontecido ali e logo quis saber:
— O que esse veadinho tava fazendo aqui dentro? – O Pedro logo se agitou e respondeu:
— Nada não cara. Só veio fazer uma pergunta. Como tu sabe que o moleque é veadinho, malandro?
— Conheço boiolinha de longe, parceiro. Esse aí vive olhando pra dentro da obra lá da janela do apartamento dele. Esse aí é veadinho sim. Ele veio só pedir uma informação e vocês estão com as calças abertas por quê? – Falou o Robinho, apontando para nossa braguilha.
Nessa hora a gente não se conteve e caímos na risada, fomos pegos com as calças na mão, como diz o ditado.
— A gente tava dando leite para o bezerrinho. Demos na boca e no cuzinho. – Eu falei.
— Porra! Nem pra chamar o amigo aqui, que está na seca. Moleque filezinho, eu quero também. Me põe nessa fita. Quero estourar aquele cuzinho também.
— Será que o moleque aguenta essa lata de coca que tu tens no meio das pernas? Teu pauzão parece uma marreta, vai estourar as pregas do moleque. – O Pedro falou sorrindo.
— Aguenta sim. Mulher reclama, mas veadinho aguenta coisa que até Deus duvida. E ainda saem sorridentes. – O Robinho falou, mostrando que já tinha experiência em foder uns veadinhos, como ele mesmo falava. Não era falta de respeito, era apenas o jeito de um homem simples se expressar.
— Tá bom, macho! Vou dar um jeito de te colocar na jogada. O moleque tá viciado em rola, tenho certeza que vai topar levar tua marreta no cuzinho. – Eu falei.
Como eu falei no início do conto, a vida sempre nos surpreende e nos causa espanto. Dessa vez não foi diferente. Eu e o Pedro já tínhamos percebido que o moleque estava viciado em rola, e que já aguentava levar muito no cuzinho, mas nada me preparou para o que aconteceu dias depois.
Era véspera de feriado prolongado, a obra ia dar uma pausa para receber materiais específicos de acabamento.
O Pedro aproveitou a folga e viajou para a praia com uns amigos. Eu fiquei de plantão, juntamente com o Manoel, o negão que trabalhava no depósito pela manhã, para recebermos o material que chegaria na madrugada. O Robinho se ofereceu para fazer extra e ficou com a gente, para nos ajudar com o recebimento do material.
Quem conhece São Paulo, sabe como a cidade fica tranquila quando tem feriadão, todo mundo viaja para o litoral ou interior.
A entrega ocorreria na madrugada, quase amanhecendo o dia e nós estávamos lá dentro do depósito, jogando dominó e tomando café, para nos mantermos alertas. Já era quase meia-noite quando eu vi, pela porta entreaberta, o moleque e o pai na frente do depósito. Notei que eles olhavam atentamente para dentro.
— Quem está lá fora olhando aqui pra dentro? – O Manoel perguntou.
— Tem perigo não. É o moleque que mora aí no Flat ao lado e o pai dele. – Falei, sem saber o porquê de eles estarem ali, olhando para dentro.
— Esse é o moleque que você e o Pedro estão estourando o cuzinho? – O Manoel comentou, sorriu e deu uma apertada no pauzão. O filho da puta sabia da história toda e sempre reclamava, brincando, de o moleque só aparecer quando ele não estava por lá.
— Vai ver que ele veio atrás de rola na madrugada. – O Robinho disse, sorrindo muito.
— Tá maluco macho? O Pai dele tá junto. – Comentei.
— A gente come o pai também. É um coroa bonitão, bem malhado, gente fina. – O Manoel completou, tirando onda com a minha cara.
— Eles devem estar indo para algum lugar. Vou dar uma saída como quem não quer nada, só para sondar. – Eu disse isso, saí pela portinhola e me aproximei dos dois. Dei boa noite, o moleque sorriu e foi logo perguntando:
— Tá de plantão hoje Vicente? Achei que tava de folga no feriadão. E o Pedro tá aí também? – Eu achei estranho o comportamento do moleque, ele estava perguntando pelos machos que fodiam ele, com o pai ali ao lado.
— O Pedro está de folga, mas eu fiquei de plantão para receber um material novo. Tem uns amigos comigo para me ajudar. – Eu falei e olhei para o pai dele, que até então estava nos observando calado. O moleque notou meu olhar e logo falou:
— Desculpa, nem te apresentei, esse é meu paizão, o Jorge. – O homem apertou minha mão e me deu um sorriso.
— O Guga já me falou sobre vocês. – Ele disse olhando em meus olhos e eu gelei, pensando no que aquele moleque teria falado para o pai. O moleque notou minha aflição e logo falou sorrindo.
— Fica tranquilo Vicente, só falei coisas boas. A gente pode entrar para meu pai ver o interior do depósito? Ele ficou curioso. – O moleque pediu e me olhou com um sorrisinho nos lábios, eu nada entendi, mas conduzi os dois para dentro do depósito.
Assim que entramos eu fechei a portinhola e notei a cara de espanto do Manoel negão e do Robinho. O Jorge cumprimentou os dois e eu fui levando-os para trás, para mostrar o espaço, como o moleque pediu. Assim que passamos na frente do banheiro eu entrei para passar uma água no rosto, sentia minha testa suando, preocupado com aquela visita na madrugada. Estava na frente da pia, quando o moleque entrou no banheiro e perguntou:
— Posso usar rapidinho? Tô com vontade de mijar. - O pai ficou na porta, ele foi para a cabine e fez a mesma coisa que fez da primeira vez. Abaixou a calça de moletom que usava sem cueca, e deixou a bundinha gostosa toda à mostra. Eu olhei para ele com cara de espanto e ele deu um sorrisinho safado. O filho da puta estava me provocando, com o pai ali na porta.
Eu senti meu caralho reagindo, ao mesmo tempo que tentava me controlar para não ser notado pelo paizão dele. Então ele saiu da cabine, com as calças abaixadas, veio até onde eu estava e apertou meu pau por cima da calça do uniforme que eu usava.
— Você tá louco, moleque? Teu pai tá aí na frente. – Eu sussurrei.
— Relaxa! Fica tranquilo, depois eu te explico. – Ele disse isso, abriu meu zíper e puxou meu pauzão pra fora. Logo se ajoelhou e engoliu meu caralho. Eu não sabia o que fazer. Nem tive tempo de pensar. Mas o pau estava ali reagindo, endurecendo na boquinha do putinho. Ele deu uma mamada gostosa e puxou mais minha calça pra baixo. Nessa hora meu pauzão ficou duro na sua frente e ele engoliu tudo.
O pai dele colocou a cabeça na porta e olhou para a gente. Senti meu coração parar, mas ele logo acenou com a mão e falou:
— Pode continuar. Esse moleque estava doido para vir aqui comigo junto. Quer dar o cuzinho com o paizão olhando. Pode foder esse putinho, ele só pensa em levar rola, desde que vocês foderam ele.
Minha cabeça pirou com aquilo, mas eu já tinha visto muita coisa na vida. Um pai oferecendo o filhinho para os machos não ia me assustar.
Segurei a cabeça do putinho e meti a rola em sua garganta. Fodi a boquinha dele como se fosse uma bocetinha e logo ele começou a gemer, atraindo a atenção do Manoel e do Robinho que vieram ver o que acontecia.
— Chega aí parceiros! O Paizão trouxe o filhinho pra gente foder. Hoje a madrugada vai ser animada.
Os dois putões se aproximaram já com os pauzões apontados para a cara do moleque, que olhou admirado para o tamanho das duas trolhas. Dava pra ver que ele salivou ao olhar a rola do negão e o trabuco do Robinho.
Nós ficamos ao redor dele e ele mamou gostoso a vara de todos, enquanto o pai olhava e tocava uma punheta no pauzão, que também estava duro e era grande.
Depois de muito mamar, o moleque se levantou e arrancou a calça fora, ficando peladinho. Foi até a pilha de tijolos e se encostou com a bunda bem empinada, abrindo as bandas com as duas mãos. O Manoel e o Robinho olharam na direção do pai que se apressou a ordenar:
— Podem meter! Podem arrombar o cu desse putinho. Ele já veio prontinho para levar rola. Colocou uma bolinha de lubrificante dentro do cu. A gente ia numa sauna, mas ele viu vocês aqui dentro e me deu a ideia. Podem arregaçar esse cuzinho.
Depois dessa ordem a gente se aproximou e o primeiro a encostar a rola na portinha do moleque foi o Robinho. Depois daquela trolha ele estaria pronto para levar qualquer tipo de rola. O Robinho encaixou o rolão e foi empurrando. O moleque jogou o cu para trás e gemeu alto:
— Caralho que pau grosso! Tá rasgando meu cu.
— É pra rasgar mesmo filhinho. Você queria levar rola e agora os machos vão te dar. Empina o cuzinho que o paizão que ver você sendo arrombado.
Eu fiquei surpreso com aquilo que ouvi, mas meu pau queria diversão e eu fui o próximo a meter.
O moleque gemeu muito e se contorceu cada vez que a gente trocava de lugar, mas era sempre com a rola do negão e do Robinho que ele mais gemia.
Dava pra ver a pele do cuzinho voltando, sempre que os machos puxavam a rola de dentro. Nós metemos muito no cuzinho dele, até ver que estava vermelho e bem aberto.
— Tô quase gozando, só de olhar vocês arrebentando meu moleque. - O pai falou, com as calças abaixadas e a rola pingando na punheta.
— Também tô quase gozando, mas quero ver a cara desse putinho sendo arrombado. Traz ele aqui, vamos meter nele de franguinho. – O Negão falou, jogando uma lona em cima de uma pilha de sacos de cimento. Jogamos o moleque em cima, abrimos as pernas dele e dois seguravam, enquanto o outro arrombava aquele cuzinho quentinho e gostoso.
— Ai meu cu, porra! Tô todo arrombado. Vocês estão me rasgando. - O moleque gemia, quase gritando.
— Deixa de manha, moleque! Era isso que você queria. Engole o pau do paizão e para de barulho. – Falou o pai dele, metendo a rola na boca do moleque.
— Vou gozar, porra! Vou leitar o cu desse moleque. – Gemeu alto o negão, ao ver o bezerrinho mamando o pai, enquanto era fodido pelos machos.
— Enche o cuzinho dele. Ele gosta de levar leitada no rabo. – O pai falou e eu vi o negão se tremer todo, soltando muito leite no cuzinho do putinho.
Em seguida nós fomos metendo a rola, que deslizava macia no leite do negão, dentro do cuzinho. Tudo espumava, estávamos batendo o leite dentro do rabo dele.
O Robinho foi o seguinte. Segurou na cintura do moleque e deu um tranco fundo, arrancando um gritinho dele. Aquela rola monstruosa de grossa inundou o buraco do moleque e logo eu me preparei para leitar ele também.
Soquei o meu pauzão e, para minha surpresa, senti o corpinho dele se tremer todo. Ele estava jorrando leite do pintinho, enquanto o meu pauzão enchia o buraquinho dele.
O paizão viu a cena e gemeu fundo, quase dolorido, enchendo a garganta do moleque de leite. Ele não deixou cair nenhuma gota. Engoliu tudo.
Contando assim parece cena de filme pornô, e era assim mesmo que a gente se sentia. Dentro de um filme pornô intenso e real.
Nos recompomos e, ao notar o olhar de todos, o Jorge começou a nos contar que, de verdade, ele era padrasto do moleque.
A mãe do moleque traiu ele com um traficante da cidade e ele foi ameaçado de morte. Então fugiu de Santa Catarina, o moleque veio com ele e, com o tempo, se entregou a ele e os dois viviam como pai e filho, mas na verdade eram amantes e pretendiam se casar.
O cara trocou a mãe vagabunda pelo filhinho veadinho e gostoso.
Nós ficamos admirados com a história e os dois apenas sorriram e falaram ao sair:
Outro dia a gente volta. Se vocês quiserem repetir, claro.
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Espero que gostem.
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