Na cama, por outro lado, sempre assumiu um perfil mais submisso e eu curtia isso. Me relacionei com ele sabendo disso. E no começo era maravilhoso fazer ele me chupar com a missão impossível de me deixar com a bucetinha seca. Ficava horas e horas perdido entre minhas pernas enquanto alcançava orgasmos maravilhosos. Passei a gostar de provocar bastante, criar situações em que ele imaginaria que terminaria o dia me comendo, mas eu negaria. Dava pra sentir ele louco pra sair do personagem, mas eu sempre lembrava que ele merecia aquilo porque ele tinha pedido por aquilo. E tudo estava maravilhosamente bem. Obviamente que às vezes tínhamos nossas transas casuais normais em que ele se libertava e mostrava ser um excelente macho, safado, tarado e gostoso.
O tempo passou e falávamos a torto e a direito sobre taras, desejos e pensamentos que qualquer outro casal tradicional ficaria em transe. Tínhamos o hábito de discretamente falar sobre as pessoas bonitas próximas de nós e acabava rolando de comentarmos sobre o desejo de nos juntar a elas sós ou em casal. Tudo sem a pessoa saber disso, claro. Era quase um ritual que alimentava dezenas de outras vontades que sentíamos. E ele sempre soube que tenho queda por mulheres também e eu que ele gostaria de provar rola. E isso nunca foi tabu.
Depois passei a ter encontros com outros homens a sós. Tudo com apoio, supervisão e auxílio do meu agora corninho. Chegar dos encontros e ver ele empolgado de pau duro foi algo que me pegou em cheio. O tesão em provocar seu namorado com outro e ver que ele realmente ficava fissurado nisso e te come até de uma forma mais animalesca e profunda me fez viciar nesse tipo de situação. Que não acontecia sempre, mas quando rolava... Era uma delícia!
Em meio a tudo isso, me revelou seus desejos de inversão. Algo que inicialmente achei diferente, não estranho. Mas que era algo que avisei que seria possível experimentar. Sempre achei sua bunda redondinha e durinha uma tentação. Mas daí a comê-la era algo... diferente. Busquei informações a respeito e passei a provocá-lo com isso também. A fazer o jogo. Fazia fio terra durante o boquete e ele enlouquecia, sentia que ele estava louco pra ser arrombado por mim e isso passou a ser interessante. Mordia os lábios pensando nisso.
E estiquei o máximo de tempo a respeito disso. Nessa mesma época, conheci o Flávio, um moreno bem bonito que logo passou a ser meu amante. Diferente dos demais ele se tornou fixo por entender muito bem a dinâmica que tinha com Luís. Mas não invadia espaço e aparecia para ser usado e me dar muito prazer. Também diferente dos outros, notei que eles passaram a compartilhar algumas conversas e vivência, nada que me tirava o sono, eu até achei melhor, porque assim ficaria mais fácil de lidar com meus dois homens.
Acontece que um dia, retornando do trabalho, ouço Luís gemendo assim que entro em casa. Por não saber do que poderia estar ocorrendo, corri até o quarto pensando que pudesse ter sido algo mais grave, ao abrir a porta, Flávio está comendo Luís no nosso quarto. A cena me causou incredulidade porque não imaginaria que eles dois seriam capazes de combinar algo assim sem eu ficar sabendo. Entrei com os olhos arregalados, ele de quatro com meu amante pegando ele de jeito e falei:
- Não acredito!
Os dois olharam pra mim surpresos com a minha chegada, mas reagiram de um modo totalmente fora do que poderia imaginar. Luís seguiu tentando aguentar o pau de Flávio enquanto meu amante apenas sorriu e falou que meu namorado estava com muito tesão no rabo e que eu tava torturando ele de desejo. Então resolveu dar um jeito naquilo.
Eles sabiam que, na nossa relação, da forma que tinha sido construído, um flagra desses era, na verdade, um convite ao prazer. Eu ainda não tinha transado a três com meu namorado. Mas depois que Flávio falou que estava "resolvendo" a situação. Eu simplesmente tirei minha roupa ficando totalmente nua e fiquei sentada na frente de Luís.
- Chupa minha bucetinha, corno viado! Hoje vou aprender como come um cu de macho pra não precisar usar meu amante!
Luís arregalou o olho com minha iniciativa e atolou sua cara em minha buceta me causando um frio gostoso na barriga enquanto Flávio se ajeitou e começou a meter com mais força estourando o cú de Luís. Não demorou muito para meu namorado gemer pedindo pra pegar leve e eu apenas olhava para meu amante e dizia:
- Nada disso, quero ele arrombado, estourado e fudido, ele não tava querendo pau?
Flávio não diminuiu, apenas parecia se preocupar em não causar danos profundos em Luís que ficava com a cara em minha buceta e me fazia sentir sua respiração ficar mais forte a cada bombada. Assistir aquilo era curiosamente sexy, excitante e o contato olho no olho com Flávio me deixava louca para tirar Luís dali e provar de seu pinto.
Quando notei que Luís realmente não estava aguentando, pedi pra ele sair da posição e me arreganhei na frente de Flávio que apenas tirou a camisinha usada e colocou direto em mim, no pelo e veio me abraçar, dar beijos e me segurar com um jeito de pegador gostoso. Aquele homem cheiroso e forte do pinto grande. Senti ele entrar com facilidade e logo suas mãos pegaram por baixo do meu bumbum para me erguer. De pé, com as pernas entrelaçadas nele, ele foi me usando para ir me penetrando enquanto eu lhe beijava loucamente. Seu condicionamento físico sempre me deixava perplexa, mas nesse dia superou.
Fiquei arreganhada com ele metendo em mim por um bom tempo. Nem sei o que Luís fazia enquanto aquilo, porque seus beijos me faziam gerar um formigamento tão gostoso que gozei uma, duas, três vezes quase que seguidas, respirando forte, louca de desejo e num cio que nunca imaginei poder ter. Trocamos juras de amor, daquelas que deixa qualquer namorado corno enciumado e então senti seu pau pulsar em mim. Foi o desfecho daquele momento.
Depois de usufruir de minha bucetinha, me colocou de volta na cama enquanto mandava Luís limpar o pau do meu amante para depois comer o que tinha guardado pra ele no fundo de minha xota. Obediente, Luís chupou o pau de Flávio, uma cena que me deixou novamente excitada e enquanto veio me chupar para tirar o leite do amigo lhe avisei que aquele cuzinho seria só meu e só iria dar pra algum macho sob meu consentimento. Seus olhos brilharam. Antes de tirar ele de cena mandei que fosse pesquisar uma cintaralho pra eu poder usar nele.
Terminado o serviço, pedi para que se retirasse do quarto e fosse cuidar do nosso alimento. Enquanto isso, foi a vez de poder namorar com mais tranquilidade meu amante. Que já mostrava ter sinal de vida vindo de seu pinto. Como chupei aquele macho e dei bastante naquela noite. O corninho, claro, adorou, especialmente porque enquanto lanchava com meu amante, ele ficou embaixo da mesa se alimentando do que tinha preparado pra ele no quarto.
Mais tarde Flávio se foi e provoquei muito meu corninho, que estava para explodir de tesão. Deixei que me comesse pra fazer isso, algo que ele aproveitou por alguns instantes. Prometi que coisas assim voltariam a se repetir, mas que nas próximas, eu iria organizar cada detalhe.