Será que isso vai dar certo?

Oi pessoas, tudo bem? Cá estou eu novamente depois de tanto tempo sem acessar. Muito serviço e correria por aqui, ainda bem, sinal de que o caixa está bom, hahaha. Durante esse tempo aconteceu outra coisa chata também, que cheguei a compartilhar parte da história aqui pra vocês, o meu caso com a Tauane, que desenvolveu rápido mas no final acabei me decepcionando. Eu acabei ficando com ela na cabeça também e meio que curti uma fossa lembrando dela, eu fiquei perdidamente apaixonada mesmo tendo sido algo tão rápido. Fiquei inclusive bem chateada com minhas reações. Isso, somado ao volume de trabalhos, me impossibilitou de vir postar algum conto, alguma fantasia, tara ou ideia durante o tempo, até porque meio que meu fogo ficou contido, aí não sai nada mesmo.


Ainda assim acessei para conversar com meu boizinho, o Luís. Meu submisso virtual aqui do site que é tão gadinho, mas também preocupado, gentil, um fofo. Deu diversas ideias de como superar essa fossa e em parte delas ele foi importante e agradeço a ele por fazer mais que sua obrigação. Mas não quero falar disso hoje, acho que nem vocês querem saber disso, hahahaha. E ele não se importa, é corno, então tem mais que ficar quieto.

O que quero falar com vocês e que comecei com o título sobre será que isso vai dar certo é que depois de Tauane e de um tempo eu resolvi fazer o que Luiz sugeriu, de sair mais, me dedicar a mim, cuidar mais de mim e passar a demonstrar um pouco mais do que ele me conhece aqui para pessoas reais, sempre com cuidado e cautela. Além dele, algumas amigas do meu convívio aproveitaram que eu fiquei mais animada e passaram a me acompanhar pra dar uma volta pela cidade e a curtir mesmo, mas não as pessoas, me curtir, me cultivar e me florescer. Essas amigas são a Ytala e a Fernanda ou Nanda, que conheço do serviço e sempre foram muito legais comigo. Ytala é casada, mais velha e é a voz da experiência, soube do meu lance com a Tauane e foi mega conselheira, a Nanda tem minha idade e é mais porra louca, não falei pra ela sobre a Tauane.

Enquanto Ytala me convidava pra sair e caminhar - coisa que amo fazer - e correr, além de trocar ideias em praça e em ambientes mais serenos, a Nanda me levava pro mal caminho, hahahaha. E assim, eu não sou de sair, sou mega caseira, não gosto de boate e nem de agito porque não vejo muito sentido nos ambientes. Mas a Nanda aproveitou que eu sinalizei interesse e passou em casa um dia e simplesmente me sequestrou pra uma festinha na casa de uma conhecida dela. Algo controlado, não muitas pessoas, mas refinado, sem tanto barulho. Ela me apresentou a alguns amigos e amigas e logo fiquei de papo com um rapaz super amigável e também uma mulher. A Nanda tinha sumido por um tempo.

Passado um tempo, Nanda reapareceu e me levou para um segundo ambiente, esse mais barulhento, similar a de boate, que logo não gostei. Fora que fiquei com vontade de conversar com o casal de amigos que trocavam uma ideia bem mais tranquila. Eu falei que ia voltar, mas Nanda pediu pra ficar um pouco mais, que iria curtir um pouco, que devia abrir a mente para superar os bloqueios e só dançar feito maluca. Então dei uma olhada em volta e vi que ninguém tava preocupado com ninguém e resolvi fazer o que ela disse, eu nunca dancei publicamente e me acho péssima nisso, mas daí veio aquela ideia de "e porque não?". Me soltei, não estava bebendo mesmo ela insistindo, e fui curtindo de leve, desajeitada, pensava eu. Mas aos poucos, vendo que ninguém me julgava, fui me curtindo, foi um momento muito gostoso pra mim.

Não sei por quanto tempo isso durou, mas a Nanda me deixou um pouco sozinha e ficava saindo e voltando pra dançar comigo, sorria, falava pra me divertir, sumia e voltava. De tanto fazer isso, resolvi ir atrás dela num momento e eis que algo que não estava pronta pra ver me foi revelado. Nanda saía de perto de mim pra dar um amasso em outra mulher, uma mulher bem linda, magrinha feito eu, mas bem mais linda. A vi beijando de tirar o fôlego e então dei meia volta antes dela perceber que tinha ido atrás dela. A cena ficou na cabeça e um turbilhão de pensamentos: ela beija bem, hein? Nunca imaginei que Nanda era lésbica. Nanda é bem gata. Ah se eu soubesse. Meu lado lésbico logo se apossou de mim e quando ela voltou, a vi com outros olhos, era impossível imaginar que era só a amiga que mesmo sendo porra louca era super sensata, nunca deu em cima, mega discreta. Mas depois de ver aquele beijo e pegada, mesmo que em recorte de milésimos de segundo, ao vê-la, senti minha boca salivar, queria ser eu aquela magrinha, será que elas namoram?

E enquanto tudo isso rolava em minha mente, Nanda pareceu perceber que eu tinha descoberto algo e perguntou se tinha rolado algo comigo ou se não estava curtindo. Eu pensei em contar pra ela sobre o beijo, perguntar se curtia mulheres, mas depois dela se aproximar perguntando se eu estava bem, um impulso me fez tomar uma atitude que eu jamais imaginaria que faria, a puxei para querer provar o beijo. Como a peguei de surpresa, senti seu susto roubar meu ar e notei que ficou de olhos arregalados, mas não me empurrou, não me cortou, não fez nada que impedisse, pelo contrário, ela logo estava tirando meu oxigênio com um beijo tão intenso e profundo que me fez gemer e fechar os olhos para ir aos céus. Como precisava disso. Mas o beijo foi rápido, acho que depois do impulso positivo dela se lembrou da outra ou que eu era uma amiga de longa data e simplesmente parou e se afastou, me olhou com um tom mais sério, pediu desculpas e saiu.

Pensei em ir atrás, tentar falar algo, que a culpa era minha. Mas não conseguia me controlar e nem ser minimamente racional. Simplesmente comecei a dançar pegando nos lábios com a ponta dos dedos, fechando os olhos, como se estivesse saboreando minha amiga. E foi ótimo, mesmo sem saber o que isso poderia virar.

Não vou saber por quanto tempo, mas não mais que por meia hora talvez, sinto a mão de Nanda puxando meu braço, estava um pouco séria e dizia que precisava ir embora e assim o fizemos. Passamos pelo casal rapidamente, dei um tchauzinho e não vi a outra que ela tinha beijado antes, mas estava num ponto que toparia um trisal fácil, estava meio endiabrada, foguenta. Eu meio que perco a razão e sei lá, me coloco em risco, por isso não gosto muito de alguns tipos de festa. Alguém poderia se aproveitar disso para, vocês sabem, e depois ia me martirizar por ter facilitado.

No caminho de volta pra casa, Nanda não falava um piu e eu tentava lhe provocar com olhares, estava foguenta e irracional. Ela me olhou duas vezes e parecia ficar indignada, mas não dizia nada. Quando estava uns 10 minutos pra chegar em casa, percebendo que ela poderia ter se chateado ou estivesse pensando em romper comigo, eu decido acabar com o silêncio e peço desculpas, mas que tinha feito aquilo porque a vi com outra e senti vontade. Também assumi que era bi e que a vi com outros olhos desde o beijo. Nanda voltou a me olhar, ameaçou dizer algo num tom mais nervoso, mas respirou fundo e não disse nada.

Curiosa, perguntei se essa outra era namorada dela e que se fosse, não queria ter me metido no lance dela. Ainda falei que ela era gostosa mesmo, até eu pegaria. Novamente, Nanda fica possessa, mas não diz nada. Vejo que fica com os olhos lacrimejados, mas não de choro, parecia segurar um nervosismo tremendo no sentido de querer brigar comigo. Eu então finalmente percebo que nada vai bem e paro de me insinuar, peço desculpas e falo que entendo se ela não quisesse mais que conversasse com ela e que me afastaria, que não tinha o direito de agarrar ela.

Nanda então finalmente responde e diz que estava conhecendo a Carmem, mas que não era nada sério. Disse que não queria nada sério naquela noite, tava apenas querendo curtir, dar uns beijos e ir embora. Mas que quando a beijei, acabei com a farra dela. Ela então assumiu que sempre teve muito interesse por mim, que na verdade era louca por mim, mas que como nunca demonstrei curtir mulheres e nunca fui aberta a nada, que não tentou nada. Ainda falou que se surpreendeu mais depois que arrumou um amigo que ela nem conhece ( Luiz) que finalmente me fez falar mais e interagir mais, mas que jamais imaginaria que iria me pegar. E então, quando estava pra chegar em casa falou que pra ela, eu sou um caso de amor, não de noitada e que haviam dois caminhos agora, que era o que ela pensava no caminho: ou terminava a amizade e seguíamos cada um seu caminho ou se daria uma chance pra gente. Eu chorei na hora e quis lhe abraçar, mas ela não deixou.

Ela disse que no dia seguinte conversaríamos sobre aquilo, porque não queria terminar na cama comigo e tomar uma decisão tão séria no calor de uma transa. Eu fiquei louca na hora, mas respeitei e achei correto da parte dela, até porque ela também tinha bebido um pouco e eu não estava plenamente lúcida pra pensar em algo assim. Garantiu que nos falaríamos na manhã seguinte, com sobriedade e responsabilidade e veríamos o que fazer. Peguei sua mão, dei um beijinho e falei que tudo bem, que lhe aguardaria.

Em casa, acho que nunca me siririquei tanto. E gozei horrores. Dormi seminua, com as pernas meladas e os dedos encharcados. No dia seguinte acordei mais lúcida e com vergonha do que fiz na noite anterior, tomei um banho e não queria ver Nanda. Ela era muito mais louca que eu, da farra, da noitada, eu não iria conseguir ficar com ela assim. Uma coisa era sair uma vez outra era ser assim todo dia.

Como o combinado, Nanda me ligou falando que chegaria em casa para conversarmos. Me arrumei bem linda, ela deixou o carro em casa e fomos a pé para uma praça próxima. Muito mais amigável que na noite anterior, trocamos mais olhares e sorrisos que falamos. Num dado momento ela pegou minha mão como namoradas públicas e eu senti um afeto tão amoroso nisso que esqueci o mundo por um tempo. Na praça ela falou que era obsecada por mim e eu falei que não imaginava que ela gostaria de mulheres, especialmente eu. Rimos, falamos muito sobre um namoro lésbico, contei de Tauane e então ficamos muito mais íntimas, terminamos nosso papo querendo dar uma chance pra gente.

Voltamos pra minha casa e transamos três vezes. Foi maravilhoso e depois conto sobre isso. Me senti mulher grande pela primeira vez, realizada, satisfeita, tão segura, tão amada e tão fã de uma mulher que uau. Passamos a ir juntas para o trabalho e evitar exposições desnecessárias. Ela logo passou a morar comigo e tivemos um primeiro momento bem natural. Uma que cuida da outra, que ama a outra e transa bastante. Demonstrações públicas de afeto em lugares seguros, provocações em casa, olhares, desejos, taras.

Na segunda semana ela passou a sair e eu ir junto, mas como imaginei, logo parei de querer sair e não achei justo impedir que ela saísse. Isso me fez ficar insegura, e se ela arruma uma Carmem ou tem um momento com alguém. É boate, é lugar em que todo mundo é de todo mundo, mas ela sempre passou segurança e me deixou ter confiança. Logo isso meio que não afetou em nada porque o fogo dela seguia igualzinho antes.

Na terceira semana, acho que no final do primeiro mês, Nanda passou a dizer que eu era muito tímida, mas que sentia que eu tinha algumas taras e desejos. Começou a contar que ela sempre gostaria de fazer uma coisa diferente vez ou outra a duas. Então passei a contar sobre desejos de submissa e questões leves do BDSM, assunto que ela já tinha ouvido falar, mas que não tinha feito. Assumiu que já viu e gostou da ideia de comandar ou ter posse sobre outra mulher. Lógico que transamos com ela mandando e eu obedecendo tudo.

Foi então que depois da nossa lua de mel, Nanda resolveu voltar pra antiga casa e disse que o objetivo era "fazer aumentar nosso desejo", "gerar saudade". e porque fica mais perto da família dela, que é algo que super entendo. A gente continuou a transar, mas em menor frequência, e se vê todo o dia no trabalho ou eu na casa dela e vice-versa. Também oscilamos para uma transa mais normal e outra com alguma tara ou fantasia, não só sobre dominação e submissão, mas com outros assuntos. Ela nunca envolveu outra ou outro no meio e não parece gostar de algo a três ou grupal.

Será que isso vai dar certo? Um relacionamento é assim mesmo?

Não contei nada mais erótico porque estou, na verdade, mais curiosa e preocupada com nossos passos que qualquer outra coisa. Sejam sinceros na análise. Ytala sabe da gente e não quis se meter. Além disso, é complicado tocar nesse assunto com ela, embora ela tenha abertura pra isso.


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Comentários


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medeiros61 Comentou em 06/04/2026

Muito show esse conto, sensual e excitante, aguardando a continuação dessa maravilha de história, parabéns e votado.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Será que isso vai dar certo?

Codigo do conto:
258743

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
06/04/2026

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