Dando atenção para meu corninho

Finalmente pude conhecer Luiz, meu corninho virtual do site, assim que trocamos mais ideias e acertamos algumas questões pragmáticas para viabilizar o encontro, ele deu um jeito e veio me visitar. Chegou no aeroporto e falou que iria onde eu quisesse que ele fosse, então mandei ele ir até uma praça bem movimentada de minha cidade, para estar lá às 16h, eram 13h ainda. Mas a ideia era deixar ele esperando mesmo, a praça é próxima de minha casa e se ele fosse diferente fisicamente do que tinha me falado, eu nem mesmo surgiria lá.


A hora chegou e eu estava levemente excitada, ele sempre foi muito obediente, mesmo demonstrando interesse, atitude e desejo por mim, sabia dos limites e inclusive passou o tempo todo dando ideias, mostrando sites, filmes e fotos sobre a temática BDSM e passou a me instigar coisas que jamais pensaria só. E que achei interessantes.

Apareci na praça às 16h em ponto, pensei em atrasar para sacanea-lo, mas seria feio de minha parte desrespeitar sem motivo. Ele estava exatamente como descreveu pra mim dias antes: tênis branco, calça jeans, camiseta pólo verde e... de castidade. Eu não vi seu pinto na gaiola no meio da praça, mas ele me entregou a chave avisando que estava como combinado. Peguei meu colar de prata e coloquei sua chave ali, sabia que ao apontar para ela, teria ele sob controle.

Fisicamente não é um homem atraente, já tinha avisado e demonstrou muita sinceridade, mas estava bem cheiroso, com um olhar de seriedade e firmeza, mas que atenderia a qualquer comando. Fiz o teste, mandei que beijasse meu pé ali na praça, levemente movimentada. Ele se surpreendeu, mas sem recusar, abaixou-se de joelhos com bastante lentidão, beijou meus pés sobre meus tênis, com carinho e sem nenhum medo da humilhação, depois se levantou e agradeceu pela oportunidade. Peguei em sua bochecha beliscando de leve como se faz em uma criança e falei que ele era um bom garoto, ele sorriu envergonhado.

Perguntei onde iríamos e ele sugeriu um restaurante de alto nível, sinal que pesquisou bem a cidade e queria impressionar. Entramos em seu carro alugado e fomos. Lá se comportou como um verdadeiro cavalheiro, pediu vinho e me deixou a vontade para escolher absolutamente tudo, não quis contar nada de si ou querer ser bajulador ou foi egocêntrico, pelo contrário, me paparicou, me fez rir e deixou que me sentisse no topo, levemente senti como se estivesse em uma balança colocando-o na porção mais submissa possível, tudo naturalmente.

Quis saber sobre o BDSM, o que lhe faz sentir ao ser submisso, sobre o universo cuckold e ele demonstrou saber muito bem o que era aquilo. Resolvi flertar com outro homem de outra mesa, meia idade, negro, jeito executivo, que não brinca em serviço, ele logo me notou e deu uma piscada, percebi que Luiz ficou inquieto, mas muito maravilhado com o instante. Resolvi então ser bem comunicativa com os garçons e distribuir sorrisos, comportamentos que deixam homens inseguros e ele simplesmente demonstrando que aceita tudo aquilo e era exatamente o que queria. Fiquei mais surpresa quando notei que ele estava parecendo se esforçar, perguntei o que era e ele dizia estar incomodado com o cinto, que lhe limitava as ereções e incomodava. Eu então tirei o colar pra fora, pra lhe mostrar a chave em meu pescoço e quando bati com o dedo falando que aquele pau só sairia dali quando e se eu quisesse, ele se contorceu. Não parei de provoca-lo com isso.

Um tempo depois, o executivo que me mandou uma piscada surge perguntando se podia nos acompanhar. Antes mesmo que eu falasse algo, meu corninho simplesmente se controlou e foi uma espécie de anfitrião em dizer que sim, eu me excitei na hora e fiquei maravilhada. Conversaram um pouco e ele fez questão de dizer que eu era sua namorada, o executivo, de nome Carlos, me elogiou e o parabenizou. Mais um pouco e ele voltou a dizer sobre minha roupa e sorriso, galanteando e eu, demonstrando ser santa de pau oco apenas agradecia sorridente.

Carlos centralizou a conversa, mas demonstrando interesse em mim junto a conversas distintas com Luiz e uma ou outra pergunta pra mim. Ele então pergunta se tínhamos planos para mais tarde e disse que estaria sozinho em casa, afirmou ser separado ao longo da conversa e ter dois filhos, da minha idade e que moravam sozinhos. Luiz falou que seria interessante ir, mas que melhor seria se deixasse um contato, ao passo que Carlos imediatamente escreveu seu contato e entregou pra mim, piscando novamente e depois olhando para Luiz, que apenas sorriu.

Quando Carlos saiu eu falei: "Eu quero dar pra ele na sua frente, corno!" Havia muita tensão e desejo ali. E o Carlos foi muito perspicaz, inteligente e discreto. A verdade é que só de me imaginar me entregar para outro na frente de Luiz com aquele olhar e tamanho desejo que tinha, já tinha me feito inundar a calcinha.

Mas Luiz já tinha sido corno de relações do passado e demonstrou muita habilidade em fazer com que me preocupasse com a segurança e ir com calma. Esperamos Carlos ir embora e ficamos conversando sobre outros assuntos até que voltamos a nos questionar se valeria mesmo a pena.

Nesse momento Luiz demonstrou interesse em algo só entre eu e ele, nem nos conhecíamos ainda, mas logo afirmou que via segurança em Carlos e que ficaria nas minhas mãos. Se optasse pelo outro, me daria segurança e me estimularia a ser putinha daquele gostoso, mas por ele seria só a gente.

Resolvi fazer o que eu queria, falei para ligar para Carlos, que queria ele e que assim que chegasse, ficaria mais soltinha com ele. Eu e Luiz sabíamos que Carlos faria o resto naturalmente. Um pouco chateado, Luiz pagou a conta sem reclamar e saímos. No carro, ligou no viva voz e perguntou o endereço do seu novo amigo, meu futuro comedor. A voz daquele homem ficou eloquente com a confirmação de nossa ida. Instruiu detalhadamente onde deixar o veículo e como subir até seu apartamento, uma cobertura.

Ao chegar, no elevador, falei para Luiz simplesmente ser o mais submisso e obediente possível, ele apenas acenou e agora vendo que não tinha alternativas, sorriu. Fomos ao apartamento de Carlos, que nos recebeu com um largo sorriso, o abracei de uma forma mais assanhada após ele cumprimentar meu corninho. Ele aproveitou e passou a mão em minha bunda, por baixo do vestido, revelando que estava disposto.

Carlos nos chamou até sua sacada para tomar um drink e quando se sentou, me sentei ao seu lado, deixando Luís em uma poltrona. Nesse momento Carlos viu a chave e perguntou o que ela significava, sem saber o que era. Eu retirei e falei que simbolizava meu domínio. Ele perguntou domínio sobre o que e eu apontei pro meu corno. Carlos olhou, fez cara de quem estivesse tentando entender tudo e só então veio me beijar, um beijo gostoso, profundo, que me desarmou. Sua mão grande procurou meus seios pequenos enquanto o outro se enroscava em minha cintura para me colocar em seu colo, de frente pra ele.

Sem tirar os lábios de minha boca, tirou sua camisa revelando um físico relativamente forte, de quem já teve seu auge uns anos atrás, mas que também não era de se jogar fora, o achei mais atraente que Luiz. Ele então se ajeitou para tirar meu vestido me deixando de sutiã e calcinha. Logo em seguida tirou o sutiã e me deixou apenas com a calcinha. Me esqueci de Luiz.

Comecei a apalpar seu pau sobre a calça e me impressionei com o tamanho, não parecia estar totalmente ereto, e já era enorme. Ele me colocou mais perto dos joelhos e abriu espaço para tirar aquele pedaço de carne. Era disparado o maior pau que tinha visto, pensei em desistir, mas ao mesmo tempo quis saber como era.

Me levantei e fui chupar seu pau de joelhos. A cabeça era tão grande que mal conseguia por em volta da circunferência, Carlos só me observava. De repente sinto a presença de Luiz, ele se deita para colocar o rosto embaixo do meu corpo, tira a calcinha de lado e começa a me chupar, uma linguada lenta, gostosa, que me fez incendiar. Passei a chupar Carlos feito cadela.

Me sentindo mega excitada, saio da cara de Luiz e sento naquele enorme monstro, bem devagar, virada para Carlos, gemendo, quase chorando, mas pedindo pica de forma manhosa, chamo o corno pra sentar onde eu estava, ao lado. Mas ao ver ele de roupa, mando ficar nu também. Ao reaparecer com a gaiola prendendo o pau e eu com o colar, gozei inexplicavelmente surpreendendo Carlos.

Não paro de encarar aquele monstro e vou me ajeitando até entrar tudo. Parecia me partir ao meio e nem tinha quicado nele. Luiz fica admirado e mando ele se ajoelhar para beijar meus pés enquanto cavalo, ao sentir sua língua em meu pé nu, outro orgasmo. Carlos pega em minha bunda com suas enormes mãos e me faz ficar minúscula, dá alguns tapas firmes e me faz subir e descer sem eu precisar me esforçar muito, parecia brinquedo pra ele.

Carlos também começou a chupar e mordiscar meus seios, puxar meus cabelos e dar mais tapas. Eu gemia quase chorando, sorridente, cansada e querendo mais, me sentia arrombada.

Meu negro então diz que vai gozar e eu faço questão dele me encher de seu leite. Ao ouvir sinto seu pau esguichar forte, me contraindo, gritamos juntos. Me amoleço. Mas logo me recupero pra levantar e sinto sua porra escorrer pelas pernas.

Mando meu corno deitar e vou direto pra sua boca. Mando ele limpar minha buceta e se alimentar com proteínas e ele se deita desejando muito o momento. Enquanto me suga, gemo um pouco, lhe tiro o ar sentando em sua cara e pergunto se ele quer ficar livre. Luiz se desespera ao dizer que sim. Vendo o pau brilhoso de Carlos, resolvo chupar enquanto sou chupada e pergunto a Carlos se ele se importa se outro homem lhe chupa. Diz que nunca rolou, mas não veria problemas.

Então mando meu corno vir para me beijar com gosto de porra e chupar meu amante. Como viadinho, Luiz começa a me chupar sem nenhum receio e pergunto se ele quer ter o cu fodido. Ele fica manhoso e eu então vou até a cozinha de Carlos enquanto ele é chupado e procuro por um legume na geladeira encontrando um pepino japonês. Retorno e pergunto a Carlos se ele tem camisinha, ele ri e aponta pra mesinha. Tiro, coloco no pepino, mando Luiz empinar e começo a meter falando pra não tirar o pau da boca.

Luiz começa a gemer e eu vou metendo devagar, como se fosse um dildo. Me concentro em seu bumbum grande e guloso, sinto um tesão absurdo com isso e passo a me tocar simultaneamente. Carlos começa a ser mais rude com Luiz mandando chupar direito, pegando em sua cabeça, forçando. Eu meto mais e tento socar mais rápido. Isso demora... Muito.

Fico por trás de Luiz ora beijando sua nuca, ora chupando o pau com ele, sem tirar o pepino. Até que Carlos avisa que vai dar leite, eu e Luiz abrimos a boca e ele expele sua porra em enorme quantidade, Luiz fica com a cara suja e eu sinto umas gotinhas quentes. Tiro o pepino do cu de Luiz e esfrego em sua cara para se sujar com porra de Carlos e meto de volta.

Sem parar, mando ficar de quatro, no chão, enquanto Carlos me faz limpar seu pau com a boca. Ele dá a ideia de sujar a chave da gaiolinha com a porra na cara de Luiz e eu faço. Depois diz que vai querer ser padrinho do casal pra abençoar nossas alianças de porra.

Luiz fica arrombado e eu me canso da brincadeira. Vou tomar banho com Carlos e deixo Luiz de quatro na sacada. Carlos me beija e dá longos amassos, típicos de machos que querem te conquistar e não valem nada. Ele ainda me siririca e me faz gozar assim. Voltamos pra sacada e lhe chupo mais uma vez, o homem não diminuiu o fogo. Logo estava quicando em cima dele até que ele pede pra me comer de 4, eu topo e ele então manda Luiz ficar encostado no sofá da sacada e me deita sobre as costas dele. Assim que ele começa a meter e eu sinto o desconforto de Luiz, gozo. Carlos mete gostoso, paciente, tirando proveito do meu corpinho e eu não controlo mais nada. Só sinto um orgasmo atrás do outro tremendo o corpo e pernas, sorrindo, chorando, suada, querendo mais. Tocar meus seios nas costas de Luiz com Carlos me comendo foi o ápice.

Carlos então me levanta e coloca em frango, agora virado sobre ele e em cima de Luiz. Assim que sinto meu corno gemer na primeira metida, eu gozo. Mais que das primeiras vezes, Carlos não parecia que chegaria tão cedo.

Eu então peço para Luiz se deitar no chão fico de quatro sobre ele, com o rosto perto do dele e aviso para Carlos gozar enquanto me come de quatro, mas para esporrar sobre a gaiolinha de Luiz. Carlos rejeita momentaneamente e eu então falo que se topasse, daria meu cuzinho. Ele nem respondeu, só senti a invasão, com cuidado, mas de forma bem dolorosa.

Cheguei no ouvido de meu corno e comecei a dizer: te amo, corninho. Nossa primeira vez está maravilhosa, eu gozei dezenas de vezes, você tomou no cu, bebeu porra e talvez não terá sua gaiolinha aberta depois que esse macho tesudo gozar pela terceira vez, não era isso que você queria? Falava gemendo, sentindo Carlos me dominar, me possuir, tirar meu ar, partir ao meio.

Luiz fechou os olhos como se quisesse gozar e fui eu quem gozei tomando no cu. Na sequência, Carlos tirou, apontou pro pipizinho de Luiz e encheu de porra enquanto eu dizia que macho pode gozar quantas vezes quisesse, mas meu corno não, tinha que fazer por onde.

Me levantei aos beijos com Carlos e fomos tomar banho com mais amassos e carinhos. Parecíamos namorados de séculos. Saímos e Luiz imóvel no chão, sujo no rosto e na gaiola.

Aviso que vamos ir embora e mando usar a roupa sem se limpar. Luiz fica embaraçado com minha ordem, mas não questiona. Vestidos, dou um beijinho em Carlos enquanto recebo mais tapas dele e agradeço. Não iria voltar ali mais nunca e nem precisava dizer.

Peguei minha calcinha, retirando do corpo após ter me vestido e com um pouco de porra nela, esfrego no rosto do meu corpo tirando os excessos e entrego a calcinha a Carlos como lembrança dizendo que se quisesse jogar fora ou lavar pra lembrar de mim que tudo bem. Ele sorri, não se dirige mais a Luiz, não precisava, tava claro que quem mandava era eu e saímos.

Luiz agradece no elevador e eu lhe dou um beijão sentido gosto da porra de Carlos em sua face e em meu hálito. Saímos do elevador quase transando e vamos ao carro. Sem deixar ele pensar, mando tirar a calça e cueca, que está sujo da porra de Carlos. Pego a chave e libero seu pau, misturado com porra de Carlos, caio de boca e chupo limpando toda a sujeira. Seu pau é bem menor, mas ainda interessante.

Passo por cima dele e começo a cavalgar com ele no banco de motorista, me sinto larga, estou sem calcinha. Lhe beijo com mais paixão que Carlos, chamo de corno, viadinho e arrombado. Não demoro um minuto e sinto ele gozar. Sorrio dizendo que ele tinha me deixado na mão, lógico que não, mas queria ver sua reação de fracasso e amei.

Saio e limpo chupando, não lhe prendo de volta, deixo a chave e a gaiola em suas mãos, nosso encontro iria acabar. Ele me leva perto de casa, namoro meu corno com gosto de porra do amante mais um pouco, com beijinhos e provocação. Vejo que ele se anima e provoco ao máximo, lembrando que só me comeria na próxima, aviso que vou comer muito ele também e fecho afirmando que obviamente que até a próxima iria dar bastante por aí sem ele saber, mas que fosse meu boizinho bem submisso e fiel.

Ele então se despede como um macho, mostrando que tem virilidade, mesmo sendo submisso e corno, isso me excita, gosto disso. Mas nosso tempo acabou e ele vai pro aeroporto enquanto tomo um banho excitada lembrando de tudo. Foi uma ótima noite e mal posso esperar pela próxima.

PS: o conto acima é fictício. Todo nosso contato é virtual e por questões de segurança não devo sair deste ambiente para algo real ou mesmo outro meio.

Mas que adoraria se fosse verdade e desse jeitinho, não tenha dúvidas.


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Ficha do conto

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maribaixinha

Nome do conto:
Dando atenção para meu corninho

Codigo do conto:
258754

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/04/2026

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