040 - Kevin em: a festa de "arromba".

Passado algumas semanas do episódio com o amigo do meu tio, eu e Madá resolvemos dar um fim em nosso realcionamento após conversar muito. O rompimento se deu com paz e tranquilidade, já que não foi por nenhum motivo que desabonasse nossa bonita relação até aquela data. Naquela mesma semana, mais específicamente dois dias depois, chega em meu celular uma mensagem: Era mais uma vez o rico empresário, dessa vez me convidando para participar de um "evento" de sua empresa. Seria uma confraternização só com convidados especiais de seu mundo corporativo. Dentre as informações passadas a mim, constava a presença de aproximadamente 15 amigos, além de 10 convidados "extras" (o qual eu fazia parte), sendo que o local seria uma das várias propriedades que o sujeito tinha no litoral. Então, após aceitar a vantajosa proposta tanto financeiramente quanto prazerosa já que seria um fim de semana em um lugar perfeito também para relaxar, recebi as passagens e ao chegar no local um dia antes encontrei com o restante de meus "colegas". Eram realmente dez pessoas, sendo que dois eram meninos (contando comigo) e o restante eram belas meninas. Fomos instruídos a acessar os quartos em duplas e assim fomos para nossos aposentos eu e o outro menino. Conversando antes de dormir, descobri que Guilherme era gay e já havia participado de alguns eventos naquele mesmo imóvel, portanto, fiquei sabendo tudo que aconteceria no dia seguinte.
Acordamos no outro dia e já haviam deixado os "uniformes" que vestiríamos naquela noite. Os primeiros convidados foram chegando e logo o andar subsolo da casa abrigava todos os convidados do evento. Foram algumas horas servindo o pessoal até que reparei uma das meninas trancando as portas de acesso.
De um dos grandes sofás, um senhor entre 40 e 50 anos gesticulou me chamando, fazendo com que eu caminhasse até sua presença, acreditando em um primeiro momento que atenderia alguma solicitação de bebida ou algo assim. Segundos antes de obedecer seu pedido que era sentar ao seu lado, notei ao redor que algo estava diferente, já que as meninas estavam sendo abordadas pelos convidados. Após se apresentarmos, ele aproximou seu rosto do meu e enquanto beijava meu pescoço, senti sua mão acariciando meu pau por dentro da calça que eu vestia. A língua no meu ouvido só aumentava meu tesão, fazendo com que eu retribuisse o carinho enchendo minha mão com sua piroca já dura. Depois de toda troca de carícias (incluindo chupadas em minha língua e dedo no meu cuzinho) o safado revelou sua bela rola e sem que precisasse me pedir, comecei a tratar bem seu grande "instrumento". Cada vez mais experiente, comecei sentindo seu gosto lambendo da base até a cabecinha, antes de abocanha-lo com vontade. Enquanto eu o mamava, ele molestava meu cú com o dedo todo cuspido. Mal havia começado e eu já me controlava para não acelerar as coisas enquanto meu pau latejava. Me puxando pelos cabelos, o filho da puta me fez sentar no seu colo de frente de depois de me desnudar por inteiro. Apoiei as duas mãos no encosto do sofá e enquanto ele lambia meus mamilos eu esfregava meu pau no dele. Uma de suas mãos segurou na minha bunda com força, enquanto a outra direcionou seu pau pra entrada do meu cuzinho. Passei alguns minutos naquela posição, o sujeito que me fodia mostrava sua força me segurando pela cintura enquanto dava as estocavas. Querendo mais conforto, sai de cima dele e me pus de quatro no sofá, apoiando as mãos em um dos descansa-braços do sofá. O barulho dad minhas nádegas batendo em sua pélvis se misturavam com os sons de seus tapas.
De repente, enquanto um fodia meu cuzinho no pelo e sem dó, surge outra piroca em minha frente. Olhei para seu rosto desconhecido por alguns milésimos de segundo antes de ter a boca invadida pela segunda piroca. De um lado meu cuzinho era literalmente arrombado, enquanto do outro, mais um desconhecido me fazia sentir ânsia socando fundo na minha garganta. Após alguns minutos, os dois resolveram trocar suas posições e me direcionando o que antes fodia minha boca, agora sentou no sofá para que eu sentasse na sua piroca de costas. O primeiro, que machucava meu cuzinho, resolveu me presentear me pagando um boquete enquanto eu "cavalgava" na rola que chegou depois. A deliciosa sensação de ser chupado enquanto dava a bunda dificultava a capacidade de me segurar para não gozar, e quando avisei que não conseguiria mais suportar, o sujeito parou de me mamar e com uma das mãos "ordenhou" meu leite, que se espalhou pelo chão. O segundo a gozar foi o que agora me fodia, fazendo com que eu sentisse meu cuzinho cheio de porra. Mamei o outro, que havia aproximado a pica do meu rosto, até que engolisse a última gota de seu "leite", chupando-o como se fosse um canudo. Antes de me deixarem daquele jeito jogado no sofá, o que me abordou primeiro lambeu todo vestígio de sêmen que existia no meu rosto. Aos poucos, os grupos de "sexo" espalhados pela casa foram dissipando e todos já estavam recolhidos aos seus aposentos. Quando cheguei ao meu quarto para lavar-me meu companheiro também se preparava para dormir, então conversamos um pouco antes de "apagar".
No outro dia, despertei com alguém chupando meu cuzinho. Demorou alguns segundos para eu perceber que agora estava na presença do anfitrião da festa e não mais do garoto do dia anterior. Não posso reclamar, pois foi a melhor chupada que havia recebido até aquela data. Eu sentia sua língua lambendo-me como se lambe um sorvete, em um movimento que vinha de baixo pra cima, além de várias "mordidinhas" gostosas no meu bumbum. Em um determinado momento, milésimos de segundos após degustar meu cú, percebi o gel, que ele havia tirado do bolso do roupão que usava, escorrendo pelo meu rabo. Primeiro ele bateu com o pau nas minhas nádegas, depois esfregou o pau por entre elas, para enfim me penetrar. No começo, ele me fodia devagar enquanto eu permanecia na mesma posição, deitado de bruços. Ajoelhado e sentado por cima das minhas pernas, eu sentia a piroca dele rasgando minhas pregas que nem haviam se recuperado ainda da noite anterior e tudo o que eu podia fazer era segurar com força na capa do colchão durante o tempo que tinha o corpo sendo usado novamente. Durante todo o tempo que me fodeu, ele não demonstrou nenhuma reação em relação a trocar a posição ou mudar o ritmo. O sinal antes de gozar, foi a cravada de unha na minha bunda com o pau todo dentro de mim, que pulsante, me encheu de "leite". Antes de se desencaixar e tirar o roupão para se lavar, ele puxou minha cabeça pelos cabelos e disse que minha bunda era uma delícia antes de morder meus lábios, enquanto eu permanecia deitado sentindo sua porra escorrendo para fora do meu cuzinho. Antes de sair do quarto após banhar-se ele me convidou para tomar o café da manhã em sua compania, então após me recompor, fui até seu encontro. Na mesa, estávamos eu, ele e a única menina que tem permaneceu na casa.
Fim.
Será?

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Ficha do conto

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Nome do conto:
040 - Kevin em: a festa de "arromba".

Codigo do conto:
262132

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
15/05/2026

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