O Detetive Sebastião: Segredos, Raiva e Prazer

Me chamo Sebastião. Ano de 1952. Sou negro, alto, forte, com a pele retinta e mãos grandes que sabem trabalhar. Mas trabalhar direito, com carteira assinada e respeito, está difícil. O mundo naquela época é cruel. A cada esquina, um olhar de nojo, um "saia da frente, preto". Eu queria ser detetive de verdade, resolver assassinatos, mas para mim só restava o "trabalho sujo" de seguir marido e mulher, descobrir traição.

Montei um escritório minúsculo, num fundo de quintal. Mesa de madeira gasta, cadeira que range e uma janela que deixa entrar pouco sol. Cobrava barato, muito barato, porque era a única forma de conseguir cliente. "Preto é barato", pensam eles. Mas eles não sabem o tamanho da minha vontade de vencer... e nem o tamanho da minha principal arma. Um pau grande, de respeito, grosso, com veias expostas, que faz qualquer mulher branca de boca aberta e perna tremendo.

Um dia, a porta se abriu e entrou ela: Dona Elisabeth.

A Patroa

Ela era a cara da riqueza. Vestido de seda, chapéu elegante, joias de ouro. Mas os olhos dela estavam tristes. Ela olhou para mim, meio desconfiada, sentindo o cheiro de café barato e cigarro, mas sentou.

— Ouvi dizer que o senhor é discreto, Sebastião. E que cobra um preço que... É justo pra voce— disse ela, com aquela voz educada, mas distante.

— O mundo não facilita para mim, Dona Elisabeth. Então eu faço o serviço bem feito por um preço justo. O que a senhora precisa?

Ela contou tudo. Era casada com um homem importante, que ficou influente na cidade por causa dela, ela quem tinha o dinheiro. Todo mundo achava que ele era um cavalheiro, mas ela desconfiava. Queria saber se ele a amava ou se estava só esperando o dinheiro dela morrer. E se ele tinha outras mulheres.

— Não posso contratar ninguém famoso. Se ele descobrir, é escândalo na certa. Você, por ser... bom, por ser quem é, passa despercebido.

Aquela frase doeu. "Por ser quem é". Mas engoli o orgulho. O trabalho era esse.

— Deixa comigo, senhora. Eu descubro cada passo desse homem. Ninguém nota o preto quieto, observando de canto.

Trabalhei uma semana. Segui o marido dela de perto. Vi ele entrar em hotéis de quinta categoria com mulheres diferentes, gastando o dinheiro que era dela. Ouvi ele rindo com os amigos, dizendo que "a velha é só um meio de ficar rico", que na cama ela era um "gelo" e ele tinha que procurar calor fora.

Quando voltei ao escritório e mostrei as fotos, as anotações, a Dona Elisabeth desabou. Chorou de raiva, de dor.

— Ele me usa! Ele só quer meu dinheiro! E ainda me trai como se eu não fosse nada! — gritava ela, com o rosto vermelho. — E na cama... ah, Sebastião, ele é tão frio, tão rápido... tão pequeno. Eu achava que era normal, que eu que era difícil de satisfazer...

Ela olhou para mim. Olhou para o meu peito largo, para os meus braços fortes, para a minha estrutura de homem que trabalha, que tem força. O ódio dela se transformou em desejo.

— E agora? O que eu faço com toda essa vontade de quebrar tudo? — sussurrou ela, chegando perto.

— A senhora merece mais, Dona Elisabeth. Merece um homem de verdade, não uma pasta que a senhora carrega e que só sabe gastar dinheiro. Eu sou homem, sou preto, tenho sangue quente... e tenho algo aqui que vai fazer a senhora esquecer tudo isso.

Ela estava perto demais nessa hora e não esperou. Puxou-me para um beijo. Um beijo desesperado, com língua, com vontade. Suas mãos brancas e delicadas desceram para minha calça, abrindo o botão depressa.

Quando minha cueca desceu, aquele pau gigante saltou para fora, duro como pedra, latejando. Os olhos dela arregalaram, a boca abriu de espanto.

— Meu Deus... Sebastião! É... é enorme! — ela falou, passando a mão devagar, sentindo a grossura. — Comparado com você, o meu marido é nada... é um pirulito!

— É, patroa. Agora abaixa essa cabecinha linda e mostra que sabe chupar gostoso. Chupa esse pau preto que vai te dar muito prazer.

Ela não pensou duas vezes. Ajoelhou-se no chão, na minha frente. Com aquela boca carnuda e vermelha, engoliu a cabecinha primeiro, fazendo biquinho. Depois foi descendo, devagar, tentando tomar todo o tamanho.

— Hummm... que delícia! — gemia ela, chupando com som molhado, passando a língua na veia grossa, sugando com força. — Que pau gostoso, cheiroso...

— Isso, puta... chupa tudo! Toma gozo na boca! — eu segurava a cabeça dela, metendo um pouco na garganta, vendo ela ficar toda vermelha, mas adorando.

Ela chupou muito tempo, me deixando louco, até que eu segurei o cabelo dela e puxei.

— Chega, agora eu quero comer a sua bucetinha. Quero ver se é gostosa igual o resto.

Levantei ela, sentei na cadeira e puxei ela para o meu colo, ou melhor, fiz ela deitar no sofá velho que tinha no canto. Abri o vestido dela, soltei os seios lindos, médios, com bico rosado. Chupei um por um, mordendo devagar, fazendo ela arrepiar.

Desci beijando a barriga lisinha, passei pela cintura fina e cheguei na calcinha de renda branca. Tirei de lado e vi: buceta depilada, cheirosa, toda melada de tesão.

— Nossa, Dona Elisabeth... toda molhada para o preto? Que buceta gostosa!

— É sua, Sebastião... só sua! Come, por favor!

Abaixei a cabeça e encaixei a boca naquele lugar quentinho. Lambi de cima para baixo, devagar, sentindo o gosto doce dela. Depois enfiei a língua dentro, chupando o grelinho, fazendo movimento de vai e vem.

— AHHH! SIM! ASSIM! — ela gritava, agarrando meu cabelo, rebolando na minha cara. — Ninguém nunca me chupou assim! Que língua boa! Seu marido de merda nunca fez isso!

Eu chupei a buceta dela por muito tempo, até ela tremer toda, gritando que ia gozar, e eu não parei até ela esguichar um pouco de leitinho na minha boca.

Ela estava louca, querendo mais.

— Coloca dentro, Sebastião! Por favor! Me fode com esse pau enorme! Quero sentir ele todo dentro de mim!

Eu levantei, deixei ela de quatro no sofá, a bunda branca e empinada para mim. Bati uma palmada forte, deixando a marca da minha mão preta na pele branca dela.

— Abre bem essas pernas, puta. Vou te arrombar!

Encaixe a cabecinha grossa, toda lambuzada de saliva e do mel dela, e fui entrando devagar. Ela era apertada, acostumada com o pouco do marido.

— Vai doendo que é gostoso, Dona Elisabeth... toma esse pau preto!

— AHHH! QUE GRANDE! ESTOUU CHEIA! — ela gritava, agarrando as almofadas. — ENTRA MAIS! ENCHE MINHA BUCETA!

Fui até o talo, encaixando tudo. Depois comecei a meter forte, socando com vontade, fazendo o sofá bater na parede. O som das estocadas era alto, misturado com o gemido dela.

— Gosta de levar o pau do detetive? Gosta de ser fodida por preto? — perguntei, puxando o cabelo dela.

— GOSTO! MUITO! SOU TODA SUA, SEBASTIÃO! ME FODE GOSTOSO!

Mudei de posição. Virei ela de frente, fiz ela sentar no meu pau, montada em mim. Ela rebolava gostoso, mexendo a bunda, olhando no meu olho. Os seios dela balançavam na minha cara.

— Olha para mim, branquinha... olha como o pau preto te deixa louca!

— Olho... ah, como é grande! Você me estica toda!

Depois eu deitei ela de novo, de barriga para cima, levantei as pernas dela no ombro e fui metendo ainda mais fundo. O pau entrava todo, desaparecendo dentro dela.

— VOU GOZAR! VOU ENCHER SUA BUCETA DE LEITE PRETO! — gritei, sentindo o calor subir.

— GOZA DENTRO! GOZA MUITO! ENCHE MESMO! — ela gritava, apertando meu corpo com as pernas, gozando de novo, apertando o meu pau com a buceta.

Eu segurei forte na cintura dela e meti a ultima vez, bem fundo, e soltei tudo. Jatos quentes e grossos de porra encheram ela por completo, fazendo ela gemer de satisfação. Ela ficou ofegante, toda molhada, suada, com o cabelo bagunçado.

Depois de muito prazer, ela se arrumou, mas o olhar dela era outro. Não havia mais diferença de cor ou de classe ali. Havia respeito e desejo.

— Obrigada, Sebastião... — disse ela, passando a mão no meu rosto. — Você me mostrou a verdade sobre ele... e me mostrou o que é ser mulher de verdade.

Ela saiu, deixando um dinheiro bom na mesa. Eu fiquei ali, sorrindo, sentindo o cheiro dela ainda no ar.

É assim, naquele tempo difícil, sendo negro e sofrendo preconceito, eu descobria que no final das contas, o tamanho do homem não está na cor da pele, e sim na vontade de dar prazer e no tamanho do seu cacete

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Foto 1 do Conto erotico: O Detetive Sebastião: Segredos, Raiva e Prazer


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Detetive Sebastião: Segredos, Raiva e Prazer

Codigo do conto:
263994

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
08/06/2026

Quant.de Votos:
2

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