A notícia de que o "menino do canto" guardava um segredo capaz de desarmar os caras mais marrentos da cidade corria em um submundo de sussurros e olhares pesados. Eu estava criando uma quantidade enorme de homens que se rendiam à firmeza da minha bunda, homens que mudavam o tom de voz e me chamavam de "amor" enquanto me comiam entre quatro paredes. O mormaço de Minas parecia carregar esse cheiro de testosterona e segredo por onde quer que eu passasse. O Gabriel, capitão do time, já não se contentava mais com os vinte minutos contados nas cabines abafadas do banheiro da escola. Ele precisava de espaço, de tempo para me ter como queria. A oportunidade perfeita surgiu em uma tarde de quinta-feira, quando os pais dele viajaram para a capital. Ele me mandou apenas uma mensagem curta: "Minha casa tá vazia. Vem logo." Caminhei até lá sentindo o sol queimar minha nuca, o coração batendo naquele ritmo acelerado que já tinha virado minha rotina. Quando cheguei, ele abriu a porta e me puxou para dentro com uma urgência que quase me fez derrubar os óculos. A casa era fresca, bem arrumada, mas o quarto dele tinha aquele cheiro típico de rapaz jovem: desodorante, roupas de treino e colônia forte. — Demorou, Igor — ele disse,, já puxando a minha camiseta por cima da cabeça antes mesmo que eu pudesse falar qualquer coisa. Dessa vez, não tinha a pressa do sinal da escola. O Gabriel me jogou na cama de casal dele e subiu logo em seguida, me encurralando sob o peso do seu corpo bronzeado e forte. O sexo com ele ali ganhou uma dinâmica diferente, mais íntima, embora mantivesse a pegada firme de atleta. Ele começou a me comer de frente, me puxando pelas coxas brancas para que eu envolvesse a cintura dele. Gabriel gostava muito de me beijar enquanto me comia. Ele colava a boca na minha com vontade, um beijo quente, demorado, abafando os meus gemidos agudos enquanto a pica dele entrava fundo, estocando com força. — Você é minha mulherzinha aqui dentro, ouviu? — ele sussurrava entre um beijo e outro, a respiração colada no meu ouvido, os dedos grossos cravados na minha cintura, deixando marcas que combinavam com o vermelho das marcas anteriores. Depois de me morder o pescoço e me fazer rebolar no colo dele por um tempo, ele mudou a estratégia. Me virou de ladinho na cama, puxando uma das minhas pernas para cima, deixando a minha bunda totalmente exposta e vulnerável. Nessa posição, a penetração era ainda mais profunda. A cada investida dele, meu corpo escorregava pelo lençol, e eu precisava me agarrar na cabeceira da cama para não perder o apoio. O som das estocadas preenchia o quarto vazio, um ritmo frenético que me deixava completamente fora de mim. — Olha pra mim, Igor — ele mandava, e eu virava o rosto de lado, os óculos tortos na cara, vendo o suor brilhar no peito dele enquanto ele metia sem piedade, me quebrando ao meio. O Gabriel estava no limite, o ritmo dele ficando cada vez mais bruto, os tapas estalados na minha pele branca ecoando alto. Ele deu as últimas estocadas, fundas e violentas, e despejou uma quantidade enorme de porra dentro de mim. Eu senti aquele calor líquido me inundar, um jato atrás do outro, me enchendo por completo enquanto ele dava um último grunhido de esforço e desabava com o peito arfando contra as minhas costas. Ficamos ali por alguns minutos, o ventilador de teto girando no máximo, tentando espantar o calor do quarto. Quando ele se recuperou, o tom mudou de volta para a crueza do capitão. Ele se afastou, limpou o suor da testa com o braço e apontou para o banheiro. — Agora vai lá e se limpa. Deixa tudo limpinho antes dos meus pais chegarem — ele ordenou, com um sorriso de canto, me dando um tapa de despedida na bunda melada de leite. Levantei com as pernas trêmulas, sentindo o líquido dele escorrer pelas minhas coxas. Enquanto caminhava até o banheiro para me lavar, me olhei no espelho. Minha pele estava toda marcada, vermelha e roxa pelos apertos e pelas mordidas do Gabriel, mas no fundo dos meus olhos, por trás das lentes, havia a certeza de que o menino tímido de antes tinha descoberto o seu verdadeiro poder.
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