Erámos jovens, imaturos... mas com muito tesão!
Amigos de trabalho, uma amizade que virou paixão e amor!
Mas o tesão estava acima de qualquer sentimento.
Entre tantas fantasias gostosas que tínhamos, a que nos deixava mais excitados, era quando falávamos de nossas experiências anteriores e durante o nosso sexo (que era maravilhoso) relatávamos nossas vontades e desejos naquele momento. No início estranhei, pois era muito recatada. No entanto, fui entrando naquela deliciosa onda.
Começava com uns beijos bem molhados; uns toques safados; eu molhadinha, ele de pau babando... aí ele começava a falar sacanagens no meu ouvido (coisa que adoro).
- imagina agora a Gracinha aqui com a gente? Eu tô te comendo... Você tá de quatro, rabo bem empinado. Ela olhando, se tocando, bucetinha escorrendo...
Depois de algumas socadas ele tira a pica latejante da minha buceta. O pau dele pulsante, brilha contra a luz, pois está todo melado do meu tesão. Eu imploro por aquele pau de volta dentro de mim!
- Vem olhar de perto, olha como tá duro. Sente o gosto da bucetinha da minha esposinha. Falava Alexandre com a voz rouca.
Então ele dizia para eu imaginar as nossas bocas se tocando... e o gosto de saliva doce, mel de buceta!!
Gracinha era uma madura que trabalhava conosco. Gostava de treinar, malhada... acho que tiveram um lance antes de casarmos, pois ela sempre estava presente em nossas fantasias
Minha bucetinha babava de tesão com aquela putaria. Ele urrava socando o pau em mim. Suados no quarto, os som do nosso sexo a Gracinha olhando... eu dizia me come, não pára, soca em mim...
Ela se tocando, dedilhando a buceta... chupa a buceta dela amor... e eu ia na fantasia... eu sentia o pau dele latejante dentro de mim. Ele puxava meu cabelo, que ficava todo bagunçado, ele segurava com firmeza na minha cintura, como se estivesse segurando a rédea de uma égua.
Eu já não aguentava de tanto gozar naquele pau gostoso... estava com as pernas trêmulas, ofegante...
- Gracinha vem, vem mamar que eu vou gozar, quero gozar na tua boca.
Então ele gozou... sentia cada jatada dentro mim... então ofegantes desmaiávamos cansados!


