Ela não anda, ela desfila.
Ela para a academia quando passa, todos os olhares se fixam naquele corpo moreno. Hipnotizando tanto os homens (que a desejam) quanto as mulheres (que desejam ter aquele corpo).
Ela flutua no chão emborrachado.
Muito reservada, tímida talvez, conversa com poucos, apenas o suficiente para saber que gosta de ser chamada pelo sobrenome, Maia.
Talvez a reencarnação de uma deusa da civilização colombiana. Cabelos compridos e negros (como a crina de um puro sangue) corpo encrustado de pelinhos dourados, espalhados nos braços, nas pernas e descendo a barriga fazendo um caminho que leva a pura imaginação em um terreno sem volta. O da luxúria!
Boca pequena, lábios finos, coxas grossas, seios pequenos, ancas que hipnotizam, principalmente quando ela está nas aulas de ritmos. Ali ela se transforma. Parece que sai de si, parece que entra em transe. Entrega seu corpo à dança. Não é à toa que saí pingando suor, cabelos molhados, um sorriso discreto nos lábios… então a minha imaginação fervilha por aquele corpo nu, o sabor daquele suor, o cheiro daquela mulher deliciosa. Eu até sei o horário preferido dela frequentar a academia. Depois disso, sou uma aluna assídua, não falto, apenas para alimentar a minha imaginação.
Ela é aquele tipo de mulher que inibe alguns homens, intimida mesmo. Linda, inteligente, independente, dona de si… sei disso porque já visitei (nem sei quantas vezes) as redes sociais da deusa. Depois de ‘stalkear’ os seus perfis, verifiquei que ela é estudante universitária, tem 21 aninhos, independente… que mulherão da porra, bumbum na nuca!!!
Durante os treinos eu consigo tocá-la com os olhos. Percorro com meu desejo cada centímetro daquele corpo, fico imaginando minhas mãos despindo e deixando à mostra aquela nudez que tanto imagino. Que visão magnífica. Quase a perfeição. Ao executar os exercícios, imagino-a em cada posição. No agachamento, em frente ao espelho, imagino-a toda nua e suada. Impossível não ficar molhadinha e excitada.
Na cadeira abdutora, ela executa o movimento abrindo as pernas, postura ereta… eu me imagino ali, entre aquelas pernas, sugando seu sexo, ao som do seu gemido de puro prazer, olhando o seu rosto com uma expressão de puro desejo e tesão.
(…)
Que fêmea…
Após sua série de exercícios, não cansa de se olhar no espelho, com cara de satisfação com o resultado da lapidação em seu corpo. Eu também!
Porém bruscamente sou interrompida por uma mão tocando meu ombro… Estava ocupando o aparelho, e o marombado pediu delicadamente para eu revezar o aparelho!
