Loja de Conveniência, por volta das 4 da manhã
Eu ainda estava morrendo de tesão, mas senti fome. Entrei em uma loja de conveniência iluminada por luzes fluorescentes brancas. O chão de cerâmica branca era gélido contra a minha pele.
O atendente, um jovem com olheiras profundas, nem sequer levantou a cabeça do celular no início. Quando percebeu que eu estava parada ali, totalmente pelada, exceto pelos óculos e sandálias e tornozeleira, ele apenas suspirou.
— O que você quer, peladona? — perguntou, com um tédio absoluto.
— Quero uma água. E não repare, minha roupa é cor da pele. Esse zíper da minha calça aqui está aberto porque quebrou, parece até que estou pelada, não parece? — respondi, apontando para a minha buceta, rindo de vergonha da minha própria audácia.
Ele soltou um riso irônico e saiu de trás do balcão. Passou a mão na minha bunda como se fosse a coisa mais normal do mundo eu estar ali pelada e ele passar a mão.
— Essa roupa engana mesmo... — ele sussurrou, enquanto me virava de frente e começava a masturbar meu clitóris com movimentos rítmicos.
O som do tchec, tchec, tchec da minha buceta ecoava no silêncio da loja. Era um som escandaloso, vultar, indecente e vergonhoso. Não levou muito tempo e eu já estava gozando. Meu orgasmo veio com um gemido que reverberou pelas paredes brancas. Ele retirou a mão com a mesma indiferença com que começou, entregou a água e voltou para o celular.
Depois de alguns minutos, fiquei com vontade de gozar novamente. Aproveitei a solidão do local para me masturbar contra a quina fria de um balcão. Dessa vez demorei um pouco mais, lutando contra a demora do meu corpo para conseguir gozar, até alcançar mais um orgasmo.
Ao Nascer do Sol
Quando os primeiros raios de sol começaram a tingir o céu, eu já estava em um bairro residencial. O chão era de asfalto irregular. Comecei a encontrar pessoas acordando, abrindo janelas, levando cachorros para passear.
Um senhor que limpava a calçada me viu e comentou, com um cinismo seco:
— A senhora esqueceu de se vestir para o café da manhã?
— Não esqueci, não. Estou usando minha roupa cor da pele, senhor. Você não percebeu porque não olhou direito, olha mais um pouco que você vai ver como estou vestida — respondi, sentindo meu rosto arder de vergonha enquanto caminhava com as pernas trêmulas.
Ele riu e se aproximou. Passou a mão suavemente em minhas tetas e a ponta dos dedos em meus bicos:
— Nossa, essa parte da roupa... parece até que estou passando a mão nas suas tetas de verdade! Essa parte durinha, pontuda e enrugada parece até os bicos de suas tetas — Ele então desceu a mão para a minha buceta. — E essa calça com zíper quebrado... é tão macia... parece até que estou tocando a sua buceta!
Desta vez demorei um pouco mais para gozar, pois meu corpo já estava exigindo mais tempo, mas foi muito gostoso. A cada passo, a vergonha se acumulava. Eu via pessoas nos jardins, vizinhos conversando, e ali estava eu: pelada, com óculos sandálias e tornozeleira, expondo minha intimidade ao mundo.
Tive mais três orgasmos espalhados por essas ruas. O quinto e o sexto foram lentos, acho que cada um demorou meia hora para ser alcançado, enquanto eu me esfregava próxima aos muros das casas ou sentia o toque cínico de algum passante.
Após gozar tantas vezes, a fisiologia do meu prazer mudou. Sentei-me em um meio-fio, sentindo o asfalto áspero contra minhas nádegas.
O tempo passou. Já estava difícil gozar, estava demorando muito.
A espera era agoniante. Eu via as pessoas passando, me olhando com indiferença, e eu sabia que elas percebiam que eu estava ali, pelada, batendo siririca igual a uma louca, querendo gozar. A percepção de que eu estava insistindo no prazer, lutando contra a demora do meu corpo para conseguir gozar, me deixava tarada de um jeito novo.
Levei quase uma hora. Eu balançava propositalmente minhas tetas para sentir mais vergonha, meus dedos trabalhavam, minha respiração estava pesada, e a vergonha de ser vista "tentando" gozar por tanto tempo tornou o orgasmo final, foi algo visceral. Foi um gozo lento e profundo, vultar, indecente, imoral e vergonhoso, que me deixou assustadoramente culpada e arrependida.
Agora, com o sol já alto, olhei para o horizonte. Eu estava a quilômetros de casa, irremediavelmente pelada. Por um momento, tive vontade de tentar voltar, mas logo percebi que ir contra a minha própria vontade, ignorar o instinto de me cobrir e permanecer mais tempo pelada, indo para mais longe ainda, era a coisa mais excitante que eu poderia fazer. Rindo da minha própria depravação, virei as costas para o caminho de casa e continuei caminhando para o desconhecido.
esses contos seus pelada no meio da rua sao mto bons pqp vc da mto tesao