Apocalipse 2193: Kiara se submete à Roberta

Durante a primeira noite em que esteve na casa de Roberta, em meio ao vilarejo, no princípio da noite. Kiara pode conversar com alguém depois de muito tempo. E desta vez Roberta parecia amigável demais.


- O que espera que aconteça depois de lhe satisfazer? - perguntou com uma curiosidade legítima.

- Espero me surpreender e te surpreender. - respondeu Roberta.

- A que ponto?

- A um ponto em que possa perceber que o destino conspirou para que seja minha. De uma forma que jamais imaginou ser.

O tom usado por Roberta, embora atrevido e presunçoso, carregado de múltiplos interesses, despertou um novo sentimento em Kiara. Ela nunca tinha pensado em algo assim. Ao menos não ainda.

- E quando pretende fazer com que lhe pague essa dívida? - perguntou mais interessada e excitada do que antes.

- Quando você puder. Pode ser hoje, amanhã, daqui uma semana. Não quero que seja algo forçado. Mas preciso dizer alguns detalhes que possam lhe soar estranhos enquanto estiver aqui na minha humilde casa.

Kiara percebeu que tudo estava bom demais pra ser verdade. Respirando fundo, ia perguntar o que seria, mas Roberta interrompeu o momento de chateação de sua visitante.

- Os costumes são do vilarejo. Recebo outros Donos e Donas. Converso com submissos e submissas. Acredite, sou referência para muitos. Mas não posso permitir que te percebam aqui. Como já falei, é linda demais para ser notada aqui. Proporiam empréstimos, trocas e esse tipo de coisa aqui garante a paz. Mas iriam acabar com você. Por isso, de dia, teria que ficar no meu porão. Ele foi adaptado para... er, submissas. E não entenda mal, não quero te forçar a ser minha submissa, mas precisará ficar por lá.

Kiara percebeu que mesmo a conversa sendo totalmente suspeita, a reação de Roberta com sua clareza e tentativa de tornar tudo consensual, revelava algo incomum que não tinha visto nem entre Falesianos, nem entre Comerciantes e nem muito menos entre os Astros, se antigo grupo. Por isso, resolveu não criar problemas ou questionamentos demasiados.

- Posso ver como é esse lugar?

Roberta sorriu demonstrando satisfação por não precisar ficar se explicando e então a convidou para o porão. Embora a casa fosse muito simples, a porta da parte subterrânea da casa revelava altos investimentos. Ela destrancou e empurrou revelando o que havia lá dentro.

O quarto tinha várias algemas de pulsos presas a correntes pesadas no chão e nas paredes. Havia uma cama mais macia no centro cercada de cadeiras exóticas em que podiam expor quem nelas se sentasse. Uma espécie de guilhotina para prender mãos e cabeça. Itens com corrente elétrica, água, prendedores, pinças, cordas e chicotes diversos.

Ao lado havia um armário com várias mordaças, capuzes, dildos, plugs e até fantasias eroticas. Coisas das quais era extremamente difícil de achar. Estava tudo bem limpo, organizado e cheiroso.

- É um lugar bem diferente do que poderia pensar. Porque deveria ficar aqui?

- Para lhe esconder. Uso esse lugar muito raramente. Inclusive muitas noites prefiro descer aqui para dormir nessa cama. Só entram pessoas especiais aqui.

- Submissos e submissas, imagino.

- Submissas apenas. Gosto de homens para tarefas físicas e mentais. Para sexo, apenas mulheres.

- E enquanto eu estiver aqui vai dormir comigo?

- Não. Só irei ter contato a esse ponto quando estiver disposta e pronta para "pagar" meu salvamento. Até lá podemos conversar sobre o que quiser.

Kiara seguia com receios. Cada vez mais parecia bom demais pra ser verdade. Mas enquanto estivesse ali, estaria segura, já que Roberta era uma excelente anfitriã.

O primeiro dia foi repleto de conversas. Todas no porão. Roberta explicou o local e o que Kiara deveria evitar. Afirmou não se responsabilizar por atitudes dela se ela optasse por sair da casa, mas que não iria mais ajuda-la se assim escolhesse.

Roberta também falou sobre seu interesse em ajudar na saga de Kiara, se optasse ir até os Soberanos, no litoral por Lisboa. Que pensaria em um plano e até a levaria para atravessar alguns vilarejos em segurança.

No segundo dia, Kiara ficou observando os detalhes do porão sozinha, sem supervisão de Roberta. Ficou impressionada com a quantidade absurda de brinquedos sexuais. Quando Roberta desceu, ela quis saber sobre suas experiências naquele lugar.

- Muitas mulheres conseguiram se conhecer plenamente aqui. Tive duas submissas que guardo em meu coração.

- O que ocorreu com elas?

- Ambas pediram a liberdade, achavam que podiam ser Donas. Mas acabaram morrendo. Uma na fazenda ao lado e outra em um vilarejo vizinho. Foram para os piores lugares que alguém poderia ir. São as regiões, inclusive, que você passaria, se não fosse pega por minha armadilha.

Kiara ficou triste com a informação. Especialmente porque Roberta demonstrou profunda chateação com o ocorrido. Mas elas logo trocaram de assunto e quanto mais conversavam, mais Kiara sentia confiança em Roberta.

Uma coisa que deixava Kiara impressionada é que a Roberta nunca lhe cobrava a dívida. Encontros entre Donos foram realizados na casa de Roberta. Roberta saia para comprar ou trazer mantimentos, e Kiara seguia suas orientações.

Aos poucos, Kiara se encaixava perfeitamente ao cotidiano de Roberta. Isso durou três semanas até que Kiara avisou à anfitriã que seria aquela noite. No fundo ela tinha se apaixonado por ela.

Roberta também tinha se apaixonado, desde que a viu presa na armadilha e não iria permitir que ela seguisse a viagem dela. Por isso optou por mostrar o seu melhor lado, com o intuito de faze-la se apaixonar.

De noite, Roberta entrou em seu porão e encontrou Kiara totalmente nua. O contato dos olhos em sua pele cintilante, fofa e lisa fez Roberta ficar tensa sexualmente. Sua boca ficou molhada fazendo-a engolir o excesso de sua saliva.

- O que aquilo pode fazer? - apontou Kiara para um plug.

- Pode te levar ao céu... Ou ao inferno.

- E aquilo? - apontou para os chicotes, com um tom de voz angelical e provocante.

- Pode lhe deixar marcas na alma, de uma forma que nem após a morte podem sair.

- E aquilo? - apontou para as algemas na parede.

- Me faz excitar bastante.

Roberta pouco a pouco caminhava e se aproximava de Kiara enquanto o jogo de cena acontecia.

- E se eu pedir para você mostrar como trata uma submissa para que lhe pague por ter me salvado da armadilha?

- Fará exatamente o que esperei todo este tempo para dizer.

Kiara se assustou com a franqueza ríspida de Roberta. Mas seguiu com o jogo.

- Então seu plano sempre foi esse? Me aprisionar e ser sua submissa?

- Não. Meu plano foi te fazer minha mulher para todo o sempre. Cabe à você escolher se será da forma mais fácil ou mais difícil.

Kiara, apaixonada, sentindo algo mais intenso por Roberta e demonstrando que aquele seria o melhor lugar para se estar depois de tudo, se ajoelhou e falou:

- Me ofereço para ser sua submissa de forma consensual, sabendo o que pode fazer comigo. Confio a você meu corpo para seu deleite e espero lhe satisfazer como mulher e minha Dona.

Com os olhos brilhando, Roberta pegou Kiara pelo queixo, de forma delicada, e a ergueu até sua boca. Tocou seus lábios na boca angelical daquela jovem que tinha beijado outra pessoa apenas uma vez e juntas, com os olhos fechados, se entregaram ao beijo mais apaixonante e excitante que podiam proporcionar uma à outra.

Nele, Roberta notou que Kiara não tinha nenhuma experiência e poderia ser moldada ao seu jeito. Teria tido o tempo do mundo pra isso.

Roberta colocou Kiara na parede, algemou as mãos dela para cima e os pés de modo que ficasse com todos os membros bem separados. Se dirigiu à cadeira mais próxima e se despiu totalmente. Encarou Kiara e começou a se masturbar de forma provocante. Gemia deixando Kiara perplexa e excitada.

- Quer me provar, cadela?

- Sim, quero, Senhora!

Roberta se levantou e com os dedos bem melados, esfregou-os na boca de sua submissa. Também fez isso nas narinas, para que seu cheiro habitasse o pulmão de Kiara.

Depois foi até seus itens e pegou um plug metálico médio. Levou até a boca de Kiara e colocou.

- Deixe ele bem lubrificado, vais senti-lo em seu cuzinho.

Kiara, com a boca tapada, arregalou os olhos. Seria a primeira vez que algo assim lhe ocorreria. Roberta tirou e mandou que ela curtisse. O fez sem questionar.

Então ela abriu a algema direita e a virou de costas, ainda em pé e presa com a mão esquerda pra cima.

- Arrebita essa bundinha vai!

Kiara obedeceu e então o plug foi lentamente apertado contra seu ânus lhe causando um pouco de incômodo. Firme, Roberta não recuou e devido ao formato, uma vez que a ponta passou, o encaixe foi automático fazendo sua submissa respirar fundo assustada. Voltou à posição original.

Roberta buscou um consolo pequeno e então se deitou para se masturbar. Kiara seguia assistindo a tudo.

- Quer um destes em sua buceta?

Enquanto não respondia, Kiara sentia o plug lhe apertando atrás, incomodando um pouco e via Roberta gemer e sentir um prazer indescritível.

- Quero!

- Já usou algo nessa buceta antes?

- Não, apenas dedos.

Roberta retirou o consolo de sua buceta e mandou Kiara abrir a boca. Por ser pequeno, o colocou dentro dos lábios de Kiara, como uma chupeta de tamanho maior.

- Não deixe cair. Se o fizer, vou lhe dar uma surra de chicotes.

Kiara acenou que sim com a cabeça indicando que se esforçaria em não deixar cair. Roberta se abaixou e sentiu o cheiro da buceta de sua submissa. Ficou mais excitada ainda e colocou uma cadeira perto para se sentar.

Colocou um dedo na testinha de sua buceta e outros dois para abrir. Dedilhou por um tempo fazendo Kiara ter leves espasmos. Roberta então aproximou sua boca e beijou de língua sua buceta. Kiara afastou pra trás com tamanha intensidade dos lábios tocando sua vulva.

- Não se mexa! - ordenou Roberta dando um tapinha na sua bunda.

Roberta repetiu o movimento e Kiara suspirou fundo. Nunca tinham lhe chupado a buceta. E Roberta fez questão de lamber com toda a extensão de sua língua relando em seus lábios vaginais enquanto lhe tocava uma siririca intensa. Kiara gemia abafado com o consolo na boca e Roberta soprava e respirava perto da buceta de sua submissa. Também lambia feito bicho, até que o inevitável aconteceu.

Kiara gritou, um urro profundo, como se viesse do além fazendo-a cuspir o consolo longe. Sua buceta esguichou em seguida com ela se debatendo presa às correntes. Roberta olhava pra ela sorrindo.

- Isso mesmo! Boa garota!

Seu cuzinho piscava tentando expulsar o plug que não saia. E então, entre gritos e respiração funda. Roberta diz:

- Sua dívida está paga!

Se levantou, retirou as algemas de Kiara. Tirou o plug de seu cuzinho e recolheu o consolo caído ao chão.

- Pode tomar banho e descansar. Amanhã será um longo dia!

Roberta saiu, pegou suas roupas e se dirigiu para a parte de cima. Estava com um sorriso de orelha a orelha, satisfeita por levar Kiara ao seu primeiro orgasmo em sua primeira experiência.

Kiara ficou atônita, tentando entender o que tinha acontecido. Quando ia ao banheiro, porém, aproveitando estar de noite, ela saiu do porão como uma leoa no cio e foi até o quarto de Roberta, que organizava seus itens.

Como quem já sabia que aquilo estava por vir, Roberta apenas olhou para trás e, sorrindo, viu Kiara lhe abraçar para beijar de um jeito muito mais intenso, profundo, carinhoso e submisso que antes.

As duas ficaram nos amassos por vários minutos até que Kiara quis saber como era chupar outra mulher. Roberta se abriu na cama colocando uma coleira em Kiara e apenas orientou sua cadela que, com dedicação e atenção, desvendou o caminho secreto para sentir o gosto do mel da buceta de Roberta em sua boca.

Vendo Kiara insaciável, pegou uma cinta peniana, vestiu e colocou-a de quatro para lhe comer e romper sua virgindade de forma brutal. Também não deixou o selo de seu cuzinho passar ileso e, entre gemidos abafados e orgasmos, Kiara aguentou tudo com desejo, querendo ser levada aos seus limites.

Elas transaram e se esfregaram durante toda a noite. Exausta, Kiara dormiu do lado de Roberta arrombada na bucetinha e rabinho. Elas dormiram um pouco de conchinha, mas Roberta acordou pouco depois, deu carinho mexendo em seus cabelos e rosto e depois a carregou para o porão antes de o Sol reaparecer.

Nada seria como antes. E Roberta sabia que Kiara era sua, mas não sabia até que ponto ela estaria desistindo de seus planos. Assunto sempre recorrente, que Kiara nunca tinha abandonado.

- Ou a torno minha para jamais sair e apago seus planos, ou me incluo nos planos dela e mudo minha vida! - pensou Roberta ao sair do porão vendo sua amante sorridente e em sono profundo.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: Apocalipse 2193: Kiara se submete à Roberta

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Apocalipse 2193: Kiara se submete à Roberta

Codigo do conto:
266997

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
12/07/2026

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