Depois do intenso encontro no parque de merendas, Raquel e Rui entraram novamente no carro. Ela ainda sentia o esperma dele a escorrer lentamente pelas coxas, molhando as meias pretas com corações. O vestido leve escondia mal o que tinha acontecido, e o rosto dela ainda estava corado de prazer. Chegaram ao restaurante em frente ao mar pouco depois. Era um lugar bonito, com mesas na esplanada, o som das ondas ao fundo e uma brisa fresca que fazia o vestido dela colar ligeiramente ao corpo suado. Assim que entraram, o empregado alto, moreno, com cerca de 35 anos e uniforme justo aproximou-se. O nome no crachá era L. Os olhos verdes dele percorreram Raquel de cima a baixo sem qualquer discrição: detiveram-se nos seios marcados pelo body preto, desceram pelas pernas envoltas nas meias com corações e pararam nas botas até ao joelho. — Boa tarde... mesa para dois? — perguntou, voz rouca. Rui sorriu e apertou a cintura de Raquel. — Sim, por favor. Mesa com vista para o mar. Enquanto caminhavam, L não tirava os olhos do rabo dela. Assim que se sentaram, Rui aproximou a boca ao ouvido de Raquel e sussurrou, excitado: — Quero que vás agora à casa de banho. Deixa a porta entreaberta. Insinua-te ao L e faz com que ele te siga. Depois quero que te masturbes enquanto ele assiste. Quero-te bem molhada quando voltares. Raquel sentiu um arrepio de excitação. Levantou-se devagar, caminhando com o balançar exagerado das ancas até à casa de banho, sabendo que L a observava. Parou à entrada, virou ligeiramente a cabeça, olhou diretamente para ele, piscou o olho devagar e, com um gesto sutil da cabeça, indicou que ele a seguisse. O sorriso nos lábios dela era puro convite proibido. L hesitou apenas um segundo, olhou para os lados e, incapaz de resistir, seguiu-a. Raquel deixou a porta da casa de banho entreaberta. Quando ele se aproximou, ela encostou-se à parede, puxando ligeiramente o decote do vestido para baixo, revelando mais do body preto transparente. — Gostei da forma como me olhas desde que cheguei... — murmurou ela, voz sensual. Sem dizer mais nada, Raquel sentou-se na borda do lavatório, abriu as pernas devagar e puxou o vestido para cima. A renda do body mal cobria a rata inchada. Com os olhos fixos nos olhos verdes de L, ela afastou a tira fina para o lado e começou a masturbar-se lentamente: dois dedos esfregando o clitóris molhado em círculos, gemendo baixinho, mordendo o lábio enquanto o observava. L ficou paralisado à entrada, o pau a crescer visivelmente dentro das calças enquanto assistia aquela mulher casada, de meias com corações e botas altas, a tocar-se só para ele. — Foda-se... és uma louca — sussurrou ele, hipnotizado. Raquel acelerou os movimentos, enfiando um dedo dentro de si, gemendo mais alto, os olhos verdes dele fazendo-a ainda mais molhada. — Imagino o que esses olhos verdes fariam se pudessem me foder agora... — provocou ela baixinho. L engoliu em seco, a mão quase a tocar no próprio pau. Raquel gozou discretamente, tremendo, mantendo o contacto visual com ele. Depois lambeu os dedos devagar, sorriu com ar safado, piscou o olho novamente e arranjou o vestido. L saiu primeiro, visivelmente perturbado. Raquel voltou para a mesa pouco depois. Rui estava com um sorriso malicioso. — Ele seguiu-te? — Sim. Ficou a ver tudo. Fiquei tão molhada... o L tem uns olhos verdes lindos. Imaginei ele a me foder contra aquela parede. Durante o resto do almoço, L mal conseguia disfarçar. Voltava à mesa constantemente, corado, lançando olhares carregados de desejo a Raquel. Ela cruzava as pernas devagar, deixando-o ver o brilho húmido nas coxas. Rui riu baixinho. — Puta. Depois do almoço vou levar-te para o hotel e foder-te até não conseguires andar. Terminaram o almoço e, quando pagaram, L despediu-se com um “voltem sempre” carregado de tesão, demorando a soltar a mão de Raquel. Assim que entraram no carro, Rui já estava duro. — Vi como olhavas para o L. Queres que ele te foda também, não queres? — Talvez… — respondeu ela, provocante. — Mas agora quero é tu. Foram para um hotel discreto a cerca de vinte minutos. Assim que fecharam a porta do quarto, Rui empurrou Raquel contra a parede e beijou-a com violência. — Tira tudo menos as meias e as botas — ordenou, rouco. Raquel obedeceu. Ficou só com o body preto transparente, as meias de corações e as botas altas. Rui fotografou-a em várias poses. O telemóvel dele tocou. Era a esposa. Rui atendeu enquanto apertava os seios dela: — Sim, amor… ainda estou no trabalho. Reunião atrasou. Deve demorar mais umas horas… Depois compenso-te. Beijo. Desligou e atirou o telemóvel para o lado. — Enquanto a minha mulher pensa que estou a trabalhar, vou destruir a rata da minha puta casada. Agora conta-me tudo: como foi com o L? Rui atirou-a para a cama, abriu-lhe as pernas e enterrou a boca na rata molhada, lambendo com força. — Ai Rui… ele ficou parado a olhar com aqueles olhos verdes enquanto eu me tocava — gemeu Raquel, rebolando os quadris. — Imaginei ele a me segurar com aqueles braços fortes e a me foder ali mesmo, rápido e sujo. Rui chupou o clitóris com força e enfiou dois dedos. — Continua. Quero ouvir como o L te comeria. — Ele me viraria de costas, puxaria o body para o lado e enfiaria aquele pau grosso de uma vez… fodendo-me como uma vadia enquanto os clientes esperavam nas mesas. Queria sentir aqueles olhos verdes a me olharem enquanto ele gozava dentro. Rui levantou-se, virou-a de bruços e enfiou o pau todo de uma vez, estocadas brutais. — Assim? Mais forte que o teu marido? Imagina que é o L a te foder agora. — Sim! Mais forte… fode-me como o L me foderia! — gritou ela. Rui puxava o cabelo dela, dava palmadas no rabo e falava sem parar: — Aposto que o L tem um pau grande e grosso. Imagina ele te enchendo enquanto eu assisto. Queres ser a puta do empregado dos olhos verdes? — Quero… quero que ele me foda no carro, no restaurante, em qualquer lado. Quero chupar o pau dele enquanto tu me comes por trás. Rui acelerou, fodendo-a com violência. Depois sentou-se na cadeira e mandou-a cavalgar. Raquel subiu em cima dele, rebolando os quadris com força, as botas plantadas no chão, as mamas saltando dentro do body. — Olha para mim e diz que queres o L a gozar dentro de ti — exigiu Rui. — Quero o L a gozar dentro de mim… quero que ele me encha enquanto me olha com aqueles olhos verdes. Quero ser a puta dele também. O resto da tarde foi intenso: no duche, na cama de quatro, de frente com as pernas sobre os ombros, e novamente cavalgando. Rui não parava de trazer o L para os diálogos, fazendo Raquel descrever em pormenor as suas fantasias com o empregado atlético. Quando finalmente gozou pela última vez dentro dela, Rui segurou-a com força e murmurou: — Amanhã vamos voltar àquele restaurante… e talvez deixes o L fazer mais do que só assistir. Raquel, exausta, suada e cheia de esperma, sorriu: — Quero os dois… tu e o L a me foderem ao mesmo tempo.
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