Bucetas em Chamas.

Bucetas em Chamas.
Um conto erótico de Andreia MRS

Categoria: Lésbicas

Data: 11/08/2026 22:24:10

Assuntos: Amigas, Confissão, Esfregada, Faculdade, Lésbica, Lésbicas, Oral, Orgasmo, Suruba, Tesão, Virgem.

No apartamento que Camila dividia com Ana, no final de uma sexta-feira de faculdade, as seis amigas estavam espalhadas pela sala. O sofá grande acolhia Ana e Andrea, sentadas lado a lado, as pernas retraídas. Adriane, irmã de Andrea, ocupava a poltrona, quieta, observando. Daiane estava no chão, de pernas cruzadas sobre o tapete. Camila e Jaqueline, as mais à vontade, dividiam o sofá maior, copos de vinho na mão.

A conversa começou leve, sobre provas e professores, mas logo descambou para homens.

Camila foi a primeira a abrir o jogo, como sempre.

— Sério, eu não aguento mais esses caras da faculdade. Ontem o Lucas me comeu no carro dele. Gozou rápido pra caralho, mas o pau era grosso. Eu ainda estava molhada quando ele parou. Tive que terminar sozinha no banheiro depois.

Jaqueline riu, experiente, e completou:

— Você ainda reclama. Eu ontem fui com o professor de Matemática. Ele me fodeu de quatro na mesa do escritório. Me agarrou o cabelo e enfiou até o fundo. Eu gozei gritando, e ele ainda me chupou depois. Gosto quando me usam direito.

Adriane, quieta até então, mordeu o lábio inferior. Os olhos dela brilhavam.

— Eu gosto quando o cara me segura forte… me faz engolir tudo. Me deixa babando e depois me come sem dó.

Daiane se mexeu no chão, curiosa.

— Como é a sensação de engolir? Eu nunca consegui. Sempre engasgo.

Camila se inclinou para a frente, seios apertados no top sem sutiã.

— Você tem que relaxar a garganta. Eu deixo o cara me segurar a cabeça e enfiar. A primeira vez eu quase vomitei, mas depois vicia. O gosto do porra quente descendo…

Ana e Andrea trocaram um olhar rápido. As duas virgens estavam vermelhas. Ana cruzou as pernas com força. Andrea apertou as coxas uma contra a outra. O tesão já estava alto nelas, mas nenhuma falava muito.

A conversa se alongou. Camila e Jaqueline descreviam detalhes: como um pau grosso esticava a buceta, o cheiro de sexo, o barulho molhado quando o cara batia forte, o gosto de porra na boca, o jeito que o corpo treme quando se goza com alguém dentro. Adriane ouvia em silêncio, mas de vez em quando soltava frases baixas e safadas:

— Eu gosto quando o pau está tão duro que lateja dentro… e quando ele goza fundo, sinto cada jato quente batendo lá no fundo. Fico com a buceta latejando horas depois, aberta e sensível.

Camila riu baixo e continuou sem nenhum pudor:

— Ontem o Lucas me comeu de quatro no banco de trás. O pau dele era grosso pra caralho, esticava tanto que eu sentia as paredes da buceta queimando de prazer. Cada estocada fazia um barulho molhado, aquele “tchac-tchac” gostoso de buceta encharcada. Eu estava tão molhada que escorria pela coxa. Quando ele gozou, senti o porra quente jorrar fundo, me enchendo. Tirei o pau ainda pingando e chupei o resto. O gosto era salgado, grosso, e escorria pelos cantos da boca. Eu engoli tudo e ainda lambi os lábios.

Jaqueline cruzou as pernas, a voz já rouca:

— Eu prefiro quando me fodem de frente, com as pernas abertas no ombro. O professor ontem me abriu toda, enfiou até o fundo e ficou batendo forte. O cheiro de sexo subia forte, aquele cheiro quente de buceta e porra misturado. Cada vez que ele entrava, eu sentia o pau latejar e as bolas baterem na minha bunda. Quando gozei, o corpo inteiro tremeu, a buceta apertou ele com tanta força que ele quase gozou junto. Depois ele tirou e eu chupei o pau sujo de mim. O gosto da minha própria buceta misturado com o dele… delicioso.

A conversa continuou por um bom tempo. Camila descreveu com detalhes minuciosos a sensação de ser penetrada fundo, o esticar das paredes internas, o calor do pau latejando, o barulho molhado de pele batendo em pele, o cheiro forte de sexo que ficava no ar. Ela falou como o pau grosso empurrava as paredes da buceta para os lados, criando uma pressão gostosa que fazia a respiração falhar. Contou como, em certas posições, sentia a cabeça do pau bater num ponto profundo que a fazia tremer inteira, as pernas fraquejando. Descreveu o barulho úmido e obsceno de cada estocada, o som de pele molhada se chocando, o jeito que o lubrificante escorria pela coxa e pingava no sofá ou no colchão. Falou do cheiro quente e pesado que pairava no ar depois de uma foda intensa — uma mistura de suor, buceta e porra — e como esse cheiro a deixava imediatamente molhada de novo só de lembrar.

Jaqueline falou sobre chupar até o fundo, engasgar de propósito, sentir as lágrimas escorrerem enquanto o cara segurava a cabeça e gozava direto na garganta. Ela descreveu a sensação de ter a boca completamente preenchida, a dificuldade de respirar pelo nariz, o reflexo de engasgo que apertava a garganta em volta do pau e fazia o cara gemer mais alto. Contou como gostava de olhar para cima, com os olhos marejados, enquanto o homem segurava seu cabelo e empurrava mais fundo. Falou do gosto forte e salgado quando o porra jorrava direto na garganta, quente e espesso, e da necessidade de engolir rápido para não deixar escorrer. Disse que depois ficava com a voz rouca e o queixo sujo, e que isso a excitava quase tanto quanto o próprio ato.

Adriane, sempre quieta, soltava frases curtas e sujas sobre gostar de ficar de quatro sendo usada, de sentir a buceta latejar depois de gozar várias vezes, de gostar do gosto de porra misturado com o próprio lubrificante. Ela falou baixo, quase sem levantar a voz:

— Gosto quando me põem de quatro e usam com força… sinto a buceta abrir e fechar sozinha depois. Fica latejando, sensível, molhada por horas. E quando misturo o gosto da porra com o da minha própria buceta na língua… fica ainda melhor.

Camila retomou, os olhos brilhando de tesão só de relembrar:

— Tem hora que o pau está tão duro que parece que vai rasgar. Você sente cada veia, cada latejada. Quando ele goza fundo, o jato quente bate lá dentro e escorre devagar quando ele tira. Eu adoro apertar a buceta na hora, ordenhando até a última gota.

Jaqueline completou, passando a língua nos lábios:

— E quando o cara goza na boca e ainda deixa um pouco escorrer pelo queixo… eu lambisco tudo. Às vezes peço para ele gozar na língua e ficar olhando enquanto eu engulo bem devagar. O gosto fica na boca o resto do dia.

Daiane perguntava cada vez mais, a voz já embargada de tesão. Queria saber como era a sensação exata do pau esticando, se doía no começo, se o cheiro de sexo era realmente tão forte, se engolir porra enjoava ou viciava. Cada resposta de Camila e Jaqueline fazia ela se mexer mais no chão, as coxas se apertando com força.

Ana e Andrea só observavam, as coxas se mexendo sem controle, o calor subindo entre as pernas, a calcinha de ambas já completamente encharcada. Ana tinha o short levemente manchado na parte da frente. Andrea respirava pela boca, os dedos cravados no tecido do sofá, o olhar vidrado fixo nas amigas que falavam.

Foi Camila quem notou primeiro o estado das duas.

— Olha a Ana… está se contorcendo. E a Andrea também. Vocês duas estão pingando só de ouvir a gente falar, não estão?

Jaqueline sorriu, provocadora:

— A Daiane também. Olha como ela aperta as pernas. Está uma putinha molhada só de imaginação.

As provocações foram ficando mais diretas. Camila se aproximou de Ana, ajoelhou na frente dela e passou a mão pela coxa interna.

— Abre um pouco… deixa eu ver.

Ana, vermelha e tremendo, abriu as pernas. O short foi puxado de lado. A calcinha fina estava colada, transparente de tanto líquido. Camila passou o dedo por cima do tecido, sentindo o calor e a umidade.

— Caralho… está encharcada.

Jaqueline fez o mesmo com Daiane, deslizando a mão por dentro do short e encontrando a buceta quente e escorregadia. Não penetrou, apenas esfregou os lábios inchados e o clitóris já duro.

Adriane se levantou e foi até Daiane, ajoelhando do outro lado, sem se aproximar de Andrea. As duas — Adriane e Jaqueline — começaram a tocar Daiane juntas, dedos deslizando pelos lábios molhados, esfregando o clitóris em círculos lentos.

Camila puxou Ana para mais perto e beijou sua boca com vontade. A mão desceu e abriu os lábios da buceta de Ana por cima da calcinha, esfregando o clitóris inchado com o polegar. Ana gemeu alto pela primeira vez, o corpo inteiro tremendo.

Andrea, ainda no sofá, se masturbava por cima da roupa, os dedos apertando o próprio clitóris por cima do short, os olhos fixos nas amigas. Ninguém a tocava ainda.

A tensão quebrou de vez.

Camila tirou a própria roupa e se sentou no sofá, puxando Ana para entre suas pernas. Ana, ainda de short, abaixou a cabeça e deu a primeira lambida hesitante na buceta de Camila. O gosto era forte, salgado, viciante. Camila segurou a cabeça dela e rebolou devagar contra a boca.

— Isso… usa a língua. Lamba bem o clitóris.

Jaqueline e Adriane tiraram a roupa de Daiane. Jaqueline deitou de costas e puxou Daiane para cima dela, as duas se esfregando buceta com buceta, clitóris contra clitóris, o atrito molhado fazendo um som sujo e gostoso. Adriane ajoelhou atrás de Daiane e começou a lamber o cu e a buceta dela por trás enquanto as duas se esfregavam, a língua entrando entre os lábios inchados, chupando o que escorria.

Andrea finalmente se levantou, as pernas trêmulas, e se aproximou de Camila. Camila a puxou para o lado e enterrou o rosto entre as coxas dela, puxando o short e a calcinha para baixo. A língua de Camila encontrou a buceta virgem de Andrea, lambendo longa e lentamente os lábios, chupando o clitóris inchado com força, sem nunca penetrar. Andrea gritou baixo, as mãos no cabelo de Camila, o quadril rebolando contra a boca dela.

Ana continuava chupando Camila, agora com mais vontade, a língua entrando e saindo entre os lábios, chupando o clitóris com força. Camila gozou primeiro, o corpo se contraindo, o líquido escorrendo pela boca de Ana.

Daiane gozou esfregando-se em Jaqueline, o corpo inteiro tremendo, o líquido molhando as coxas das duas. Adriane continuou lambendo até Daiane se contorcer de sensibilidade.

Jaqueline se virou e puxou Adriane para cima dela. As duas se beijaram com gosto de buceta na língua e logo estavam se esfregando também, bucetas molhadas coladas, rebolando juntas até gozarem ao mesmo tempo.

Andrea, ainda sendo chupada por Camila, gozou com um grito agudo, as coxas apertando a cabeça da amiga, o corpo inteiro se arqueando. Camila continuou lambendo até Andrea pedir por favor, hipersensível.

Ana foi puxada por Jaqueline. As duas se deitaram de lado, pernas entrelaçadas, bucetas se esfregando. Jaqueline segurou o quadril de Ana e rebolou com força, o clitóris das duas se atritando sem parar. Ana gozou gritando, o corpo tremendo violentamente, o líquido escorrendo entre as coxas.

Adriane e Daiane se beijavam profundamente enquanto Adriane esfregava a mão na buceta de Daiane, dedos deslizando pelos lábios e no clitóris, sem penetrar. Daiane retribuía, a mão entre as pernas de Adriane, esfregando com vontade.

Camila se ajoelhou entre as pernas de Andrea de novo e voltou a chupar, desta vez mais devagar, saboreando cada gemido. Andrea, já sem nenhuma timidez, abria as pernas o máximo que conseguia e rebolava contra a boca.

A sala ficou um emaranhado de corpos. Bocas em bucetas, coxas entrelaçadas, mãos esfregando clitóris inchados, línguas lambendo lábios encharcados. O cheiro de sexo era forte e quente. O barulho molhado de línguas e de bucetas se esfregando enchia o ambiente. Gemidos altos, suspiros, o som de pele molhada.

Ninguém penetrou Ana ou Andrea. Ninguém tocou sexualmente Adriane e Andrea uma na outra. As duas irmãs permaneceram separadas em todos os momentos.

Camila chupava Andrea enquanto Jaqueline se esfregava em Ana. Adriane e Daiane se lambiam mutuamente em 69, línguas rápidas e famintas. Depois as posições mudavam: Ana sentada no rosto de Camila, Andrea sendo lambida por Jaqueline, Daiane se esfregando na coxa de Adriane até gozar de novo.

Elas gozaram várias vezes. Os corpos ficaram brilhantes de saliva e lubrificação. As bucetas latejavam, sensíveis, inchadas. Quando finalmente pararam, exaustas, estavam todas nuas, espalhadas pelo sofá e pelo tapete, respirando pesado, as coxas molhadas, os lábios vermelhos de tanto beijo e tanto sexo.

O silêncio que se seguiu foi pesado e carregado. Nenhuma se vestiu imediatamente. Só ficaram ali, olhando umas para as outras, sabendo que aquela conversa sobre sexo tinha mudado tudo entre elas.


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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
Bucetas em Chamas.

Codigo do conto:
269718

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
12/08/2026

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