Pelada no meio do lago da barragem do Alqueva com o padrinho de casamento.



Pelada no meio do lago com o padrinho de casamento.
Um conto erótico de Paula778

Categoria: Heterossexual

Data: 24/09/2026 14:29:04

Assuntos: Esposa, Exibicionismo, Heterossexual.

Vou contar mais um episódio de exibicionismo. Me chamo Paula casada com Júlio. Tudo ocorreu num sábado à tarde num passeio de lancha no lago da Barragem do Alqueva em Moura. Júlio chamou nosso amigo e padrinho de casamento, Tufão, para passar a tarde connosco. Ele havia se separado da esposa e estava muito mal com o término. Os dois tinham sido nossos padrinhos, e a separação foi um choque para todos. Tufão chegou na hora do almoço no Vermelhudo, meio cabisbaixo. Estávamos esperando mais um casal de amigos, mas eles foram de jet-ski e seguiram em frente. Eu e Júlio temos a lancha, e Tufão embarcou connosco. Júlio pilotou até bem no meio do lago. Ancoramos ali mesmo, abrimos a caixa térmica, tiramos as cervejas e o whisky, e ficamos bebendo e conversando. Tufão estava quieto, realmente. Respondia só o necessário, olhava pro horizonte a maior parte do tempo. O término com a esposa ainda pesava nele. De vez em quando forçava um sorriso quando alguém falava alguma coisa, mas logo voltava a ficar sério e cabisbaixo.

Eu estava de biquíni, o de duas peças que marcava bem o corpo. Sentei no banco de trás e fui observando. Tufão me secava. Não era um olhar rápido. Era demorado. Quando eu me inclinava pra pegar a cerveja, os olhos dele desciam pelo meu decote, demoravam no peito, desciam pela barriga, paravam na curva do meu quadril. Quando eu cruzava as pernas, ele olhava a coxa. E toda vez que eu o pegava no flagra, ele desviava o olhar rápido, como se tivesse sido pego. Aquilo me deixava estranha. Incomodada e molhada ao mesmo tempo. Eu sentia o tecido do biquíni colando entre as pernas e na buceta. Cada vez que ele me olhava daquele jeito, meu corpo reagia. Júlio não percebia nada. Estava entretido conversando com o outro casal, rindo, sem notar os olhares de Tufão em mim.

No meio da tarde o casal de amigos precisou ir embora. Ficamos só eu, Júlio e Tufão no meio do Lago. O silêncio ficou mais pesado. Jonas bebia devagar, olhando pra água. Eu me levantei pra ir ao banheiro da lancha. Ao passar por Júlio, puxei ele pelo braço e falei baixo, bem perto do ouvido:

— Amor… preciso te contar uma coisa.

Ele me olhou e perguntou:

— O que foi?

Esperei a porta do banheiro se fechar atrás de nós e falei, quase tremendo de nervoso e excitação:

— O Tufão está me secando o tempo todo. Desde que chegou. Olha pro meu peito, prás minhas pernas… toda vez que eu me mexo.

Júlio ficou parado por um segundo. Vi a expressão dele mudar, ele olhou pra baixo, pro meu biquíni, e depois de volta pra mim. A respiração dele ficou mais pesada e tensa.

— Ele tá te desejando… — disse ele. — E você está gostando.

Não era pergunta. Era afirmação. O volume do pau dele cresceu na bermuda dele. Júlio estava excitado. Excitado com a ideia de eu estar sendo desejada por outro homem.

Ele se aproximou mais passando o dedo na minha buceta por dentro do biquíni:

— Vamos provocar ele, amor. Eu tiro umas fotos suas. Deixa ele ver. Deixa ele ficar louco.

No começo fiquei incomodada, desta vez não era um estranho, era nosso padrinho de casamento. A ideia me deixou com o rosto quente e o coração batendo forte. Ser exposta assim, de propósito, parecia demais. Mas o olhar de Júlio, o volume na bermuda dele e a excitação que eu já sentia entre as pernas me fizeram ceder. Respirei fundo e acenei com a cabeça, ainda um pouco tímida.

— Tá… mas devagar...nunca fizemos isso com alguém tão próximo — falei baixo.

Saímos do banheiro. Tufão ainda estava no convés, quieto, olhando a água e bebendo uma Super Bock. Júlio pegou o telemóvel e começou a falar naturalmente pra mim:

— Amor, vira de lado aí. Quero tirar umas fotos suas com o sol batendo.

Eu obedeci. No começo fiquei rígida, os braços meio cruzados, o rosto quente de vergonha. Mas Júlio ia guiando e me deixando a vontade.

“Abaixa um pouco o biquíni… isso… agora vira de costas… levanta o quadril.”

A cada foto ele mostrava pra mim o resultado, e eu via o quanto o biquíni já marcava tudo e meus bicos do peitos endurecer. Tufão não conseguia disfarçar. Os olhos dele iam e vinham, e a bermuda dele começou a estufar. O pau dele estava estourando ali dentro apertando o tecido.

Júlio percebeu e sorriu de canto. Falou mais alto, proposital:

— Tira o de baixo também, amor. Quero a bucetinha aparecendo.

Hesitei um segundo e a timidez foi embora. Meu coração disparou. Mas a excitação já era maior que o constrangimento. Desci o biquíni devagar, senti o ar frio na pele molhada, e fiquei nua da cintura pra baixo. Júlio tirou várias fotos: eu de pernas abertas no banco, com a buceta brilhante exposta, o clitóris inchado, os lábios entreabertos. Em uma delas ele pediu pra eu abrir mais com os dedos. Eu fiz. A câmera clicava e Tufão não tirava os olhos. O pau dele estava rasgando a bermuda e ele começou a massagear por cima.

Júlio olhou pra ele e falou direto, sem enrolação:

— Pode bater uma, compadre. Não precisa disfarçar. Ela tá gostando de ser olhada e desejada.

Tufão engoliu em seco. A mão dele desceu e tirou o pau grosso e duro. Ele começou a punhetar devagar com os olhos fixos em mim. Júlio continuava tirando fotos, disse para eu tirar a parte de cima do biquíni também, agora eu estava completamente nua, com as tetas também a mostra, foi o único momento que Tufão conseguiu falar algo, elogiando meus piercings. Eu estava com a buceta encharcada. O líquido brilhava na luz do sol, escorrendo pelas coxas e molhando o banco.

— Olha pra ele, amor — mandou Júlio. — Mostra como você tá molhada.

Eu abri as pernas mais, segurei os lábios e mostrei. Jonas gemeu baixo, com a mão acelerando naquele pau dele. Os olhos dele não saíam da minha buceta escorrendo. Em poucos segundos ele gozou. O gozo saiu forte, espirrando na própria mão e caindo no convés, enquanto ele gemia contido, com o corpo tremendo, ainda me olhando.

Júlio tirou mais uma foto naquele momento: eu completamente exposta, a buceta pingando, e Tufão ainda com o pau latejando na mão, sujo de porra.

Eu estava com o coração batendo na boca, com o rosto quente e o corpo inteiro latejando. O constrangimento inicial tinha virado pura excitação. Júlio se aproximou, beijou meu pescoço e falou que estava tudo bem. Tufão foi se limpar no banheiro, evitou meu olhar por um instante, depois sorriu de canto, constrangido e excitado ao mesmo tempo. Bebemos mais um pouco. Ninguém falou sobre o que tinha acontecido, mas o ar entre nós três tinha mudado. Naquela noite, de volta para casa, Júlio me fodeu, me fazendo contar cada detalhe do que eu tinha sentido sendo olhada e desejada pelo nosso padrinho de casamento. E eu contei. Com a buceta ainda latejando e a lembrança daquela tarde proibida.

Por Tuga069
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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
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Nome do conto:
Pelada no meio do lago da barragem do Alqueva com o padrinho de casamento.

Codigo do conto:
273172

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
25/09/2026

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