- Ei! - Puxei o cabelo dela - Aqui na piscina não! Algum amiguinho seu pode ver!
- Mas eu tô querendo você, gostoso! - Apertou meu pau puxando em direção à sua virilha - E você não vai me negar pica, vai?
- Se você quer pica… - A puxei e apertei o seu peito - Só não vai ser aqui!
- Mas eu quero agora!! - Falou com algo entre um gemido e um grito.
- Eu tô mandando, cadelinha! - Afastei ela puxando pelo cabelo e levantando o rostinho dela em direção ao meu - Vai pro quarto que eu já vou apagar teu fogo!
Demos um beijo longo e, a contragosto, ela ajeitou o biquini e saiu da piscina primeiro, eu tentei me orientar e voltar à minha razão, se é que havia alguma razão em meio ao tesão, tentei disfarçar meu pau que insistia em permanecer rígido no short, e saí em direção à casa curvado, tentando disfarçar o volume, no caminho por trás da casa até a porta dos fundos, dei de cara com V, quase a atropelando, não vi ninguém na minha frente, e ela era muito pequena para eu notar!
- Ei, garoto! - Falou com uma raiva simulada como brincadeira. - Olha por onde anda, esquisito!
- Desculpa V! Você tá bem??
- Tô rsrsrs - Reparei no olhar dela indo em direção ao meu peito e antes que chegasse na linha da cintura, reagi.
- Ufa! Desculpa mesmo, tava procurando a N, você viu ela? - Despistei ela, sabia que ela foi pros fundos da propriedade.
- Acho que ela foi lá pro gramado, vamo lá? - Reparei no olhar dela indo e voltando no meu pau e entendi que disfarçar era inútil.
- Vai na frente! rsrs - Tentei um riso de nervoso me curvando, sem conseguir disfarçar nada. - Eu… vou continuar procurando ela por aqui, se eu achar eu dou um grito!
- Tá bom, esquisito! Credo!
O drama foi resolvido, consegui despistá-la, e fui direto para o quarto procurando N, chegando lá, ela estava em pé ao lado da cama, olhando para os lados e através da janela, tranquei a porta atrás de mim e agarrei minha mulher, nunca fui fã do gosto de cerveja, é especialmente irritante como o gosto não sai da boca após horas, ou mesmo após bons minutos de beijo de língua, bem quando N tira meu pau de novo e está abaixando para me mamar, o telefone que estava nas suas coisas encima da cama começa a tocar:
- Psiu, não vai atender não?
- Tô ocupada agora, não tá vendo? - Falou olhando para mim e engolindo minha pica!
N estava maluca de tesão, o celular tocou até silenciar, não que eu tenha prestado particular atenção ao momento que parou, estava ocupado levando uma das melhores mamadas que já recebi, ela estava especialmente sapeca nesta noite, N me mamou com força, em momentos, bateu meu pau na cara e olhou nos olhos com desejo, me pediu múltiplas vezes para tratar ela como uma cachorra, que ela estava morrendo de tesão. Esses momentos tórridos onde a razão perde lugar para o tesão moldaram muito do que nosso relacionamento é até hoje, bem quando eu estava prestes a gozar, o telefone começou a tocar novamente:
- Acho que minha vagabunda tá sendo solicitada! - Falei brincando e puxando o cabelo dela para longe da minha pica.
- Eu não quero saber! Eu só quero a sua pica!
Desnecessário dizer que ela estava morrendo de tesão, tentou voltar a me mamar, mas segurei pelo cabelo e impedi, ela voltou a me olhar nos olhos com desejo, mas eu estava com a maldade na cabeça e não deixei ela voltar, a levantei e joguei na cama que estava ao alcance, onde estavam nossas bolsas, já de 4, por reação natural ela já foi empinando a bunda, antes de tirar o biquini, puxei seu celular e confirmei minhas suspeitas, era V ligando, antes que pudesse reagir diferente, atendi a ligação e coloquei do lado de N.
- Alô? Meu bem, onde você está? Te procurei por toda parte!
- Eu tô com o R!!!! - Bem nesse momento enfiei o rosto na bunda e comecei a chupar com gosto.
- Ah… Eu o vi perto dos quartos no segundo piso… você tá bem?
Comecei a chupar N, enfiava o meu rosto fundo na bunda e apertava com força, afundando cada um dos dedos, o momento era excitante por si só, não sabia bem como N estava conversando, em geral, ela mais balbuciava algo que falava, enquanto estava perdido em linguadas, não prestei atenção na conversa, o foco me impedia de entender bem o que estavam “conversando”, como sempre N estava muito molhada, sentia de tempos em tempos ela rebolando na minha cara ao passo que o cheiro se tornava cada vez mais gostoso, então reparei que as respostas se tornavam gemidos disfarçados, cada vez mais altos, até um momento onde ela parou de responder, V fez uma pergunta e um silêncio preencheu bons segundos, reparei na gozada na minha boca e reparei na minha língua lutando contra a sua buceta contraindo, subi para chupar seu rabinho e ao sair da bunda, reparei que ela estava mordendo a fronha, enquanto um ruído de V perguntando pela amiga zunia, ela olhou para trás, com os olhos molhados, e eu comecei a pincelar o pau na sua buceta, nem a ligação nem a putaria pararia por agora.