- Amiga? O que foi isso? - V falou cortando o assunto, com certo pânico na voz
- V, aqui é o R! - A cara de N ficou branca, pálida. - Acho que a N viu uma barata aqui.
Voltei a meter com força na buceta de N, diferente dela, não tinha tanto talento para fingir que não estava acontecendo nada, V começou a reclamar no telefone:
- Ah tá… Tem como devolver o celular a ela, rapidinho? - Falou com a voz de princesinha mimada de sempre.
- V, me diz, lá no começo da chamada, ela não falou que estava comigo?
Enfiei o pau com força no fundo da buceta e deixei descansar lá, joguei meu peso em cima do seu corpo para poder explorar cada centímetro daquela buceta molhada.
- Ela falou, mas… Tem como você devolver? É rapidinho! Cadê ela?! - Reparei no som da festa no fundo da ligação, acredito que ela estava no gramado.
- Mas? Mas o que? Fala ué!
Passei a meter no automático, pois reparei que a buceta de N me apertava mais toda vez que eu respondia. Ela ficava com mais tesão pelo proibido e pelo perigo da amiga descobrir o que estava acontecendo, então tratei de meter enquanto conversava, um desafio a minha concentração, mas olhar as caras que ela fazia pagava o sacrifício.
- Mas vocês estão onde?
- A gente tá junto aqui, ela foi matar a barata! - Apertei o peito dela novamente, com força.
- Ela tá matando?... Por que não é você matando a barata?
- Por que ela foi matar ué! Tu nunca matou uma barata não?
- Eu não! Isso aí era problema do X ou do meu irmão, meu pai…
- kkkkkkk, eu sempre soube que tu era mimada, mas não tanto assim! Olha, do meu ponto de vista, a N aguenta muita coisa, viu? - O rosto de V abriu um sorriso safado e malicioso, ela aproveitou que já não estava mais com o telefone para voltar a gemer baixinho.
- Eu sei! Ela é ótima. Mas isso não importa, tu que deveria fazer essas coisas, não tem vergonha não?
- Não kkkkkkk, não é como se ela fizesse tudo, eu faço algumas coisas, e ela adora quando eu ajudo ela.
- Tipo o que? - Percebi certa revolta na sua voz.
- Eu cuido dos pratos quando ela cozinha, cuido de limpar a casa quando ela limpa o banheiro… - Aproveitei que já estava encima dela e joguei o peso do meu corpo na mão enquanto apertava seu pescoço, fiz questão de chegar perto dela nessa parte - E eu acho que eu cuido muito bem dela!
Seu rosto passou por um tom de roxo enquanto seus olhos rolavam para trás, ela segurou meu braço e apertou com as unhas, e então gozou bem ali, minha mão sentiu como ela queria gritar, senti ela tentando gritar, e teria conseguido se não fosse a asfixia, e tive a impressão que isso só dava mais tesão, a tirar da forma como a sua buceta estava apertando meu pau como se quisesse arrancá-lo, um orgasmo longo, até eu sentir ela folgar, e assim, deixei de apertar seu pescoço. A cor natural voltava ao seu rosto, ao passo que eu terminava a ligação.
- Acho que ela terminou, vou passar o celular para ela.
Aproveitei a pausa para dar um beijo na sua boca, que ela respondeu na medida do possível, ainda meio cansada e ofegante, após o beijo, ela me olhou com um olhar divertido e pegou o celular.
- Meu bem, voltei! - Mordeu o lábio e voltou a massagear a buceta recém vazia. - Ai, desculpa, é que barata é uma coisa muito nojenta, ainda mais essa que é enorme!
Bem quando eu ia saindo de cima dela, achando que ela ia falar mais com a amiga, ela me segurou pelo pulso:
- V, me desculpa, mas tô meio cansada, e o R coitado tá precisando de uma namorada, vou dar uma atenção, tá? Mais tarde a gente se fala...Tá bem, meu amor, me conta tudo tá?... Xau!
Desligou o celular e jogou de volta na cama, ela parecia cansadíssima, suada, com cabelo desgrenhado, ainda assim, me puxou para a cama e sentou encima de mim:
- Você não acha que vou deixar você sem gozar né, meu gostoso?!? - Puxou minha mão em direção a sua cintura.
- Achei que você preferia sua amiguinha à pica, não? - Segurei firme na sintura da vagabunda que tanto amava.
- Com o tesão que eu tô? Eu ainda preciso levar leitinho bem fundo, e não tem ninguém que me impeça!
Ela começou a rebolar e quicar na minha pica, sem jeito, pois estava cansada e ofegante, mas cheia de desejo, ela ainda gemia baixo, pois apesar de não estar mais em uma ligação, a cama ficava bem no meio do quarto, não queríamos chamar atenção com o barulho, eu aproveitei e voltei a provocar, perguntando como ela conseguia gozar sabendo que a amiga podia ouvir, ela voltava aos sentidos aos poucos, e começou a intercalar as sentadas e os beijos.
- Goza dentro de mim, meu macho gostoso!
- Eu vou mesmo! Eu nem acredito que a minha cadela é tão safada assim!
- Eu sou mesmo! Só por que eu sou a SUA cadela! - A palavra em destaque ela praticamente gritou em uma sentada mais forte.
- Você é o que? - ri em deboche - Uma cadela ou safada?
- Eu sou a SUA cadela! A SUA safada! E eu quero muito levar LEITE bem FUNDO na minha buceta gozada!
- E quem vai limpar? Quando eu gozar bem fundo nessa buceta?
- Eu! Eu limpo! Eu faço o que você quiser por você meu dono! - E botou a língua pra fora.
A imagem era muito safada e não resisti, gozei, gozei como não gozava a tempos, uma gozada farta, sentia os jatos saírem e a sua buceta apertar, a safada gozou sentindo minha leitada, o mundo parou por alguns instantes, e eu fiquei ali, deitado já sem forças, ela caiu encima de mim, seus peitos serviram como uma almofada, ficamos abraçados até eu voltar a pensar direito.
Conversamos um pouco sobre a loucura que aconteceu, até que meu pau já mole saiu da sua buceta, e a lembrei que agora era papel dela cuidar de não sujar nada! Ela fez como uma boa safada, colocou a mão ao passo que um fio de porra escapava, colocou a parte de baixo do biquini e lambeu a porra dos dedos, um de cada vez, devagar, saboreando cada gota, o que me matou de tesão e lhe rendeu um tapa forte na bunda, eu fiquei olhando ela limpar e ajeitar a cama, e juntar os lenços de papel em uma sacola que colocamos na mala.
Como estava suado e ia levantar suspeitas, aproveitei e tomei um banho enquanto isso, ao voltar, ela já estava arrumada, com um short por cima da parte de baixo do biquini, perguntei por que, ela disse que ajudava a não escorrer, eu então perguntei por que ela não se limpa, e ela falou que faz questão de não perder nenhuma gota da minha porra, uma resposta muito safada, que não passou em vão, foi motivo para mais um beijo, dentre os tantos que dava a ela de tempos em tempos por esse tipo de safadeza. A noite voltou a ser uma festa, e voltamos a parecer um casal normal, e não um belo par de depravados.