meu amigo se aproveitou de mim enquanto eu dormia, mas depois eu dei o troco



Olá, meu nome é Maxwell e tenho 35 anos. O que vou contar aqui foi uma experiência extremamente pessoal.
Eu ainda estava na faculdade quando recebi em casa a visita do Carlos, um amigo do interior. Ele era muito bonito, tinha um corpo bem sarado e sempre foi o tipo de pessoa que me passava total confiança. Mas havia um detalhe sobre mim que ele não sabia: eu era sonâmbulo. Por segurança, acabei instalando algumas câmeras pelo apartamento, já que não era raro eu acordar de manhã deitado no sofá ou no chão do quarto. Só que esqueci completamente de avisá-lo sobre isso — afinal, vai que ele se assustasse comigo andando pelado pela sala? Sim, eu sempre durmo nu; gosto dessa liberdade.
Pois bem, ele chegou superanimado e me deu um abraço forte e demorado, bem típico de grandes amigos. Ele tinha um cheiro gostoso, uma mistura adocicada e cítrica com leves notas de tabaco. Deixei o Carlos à vontade no segundo quarto e saímos para comer fora; depois, fomos ao shopping assistir a um filme. Um programa a dois superamigável, sem intenção alguma. Lembro que nossas pernas ficaram coladas o tempo todo no cinema, mas isso não causou qualquer estranheza ou desconforto. Afinal, era o Carlos, o cara com quem cresci e brinquei nas ruas da minha cidade natal.
Toda a minha tranquilidade caiu por terra no momento em que o vi vestindo apenas cueca, caminhando em direção ao banheiro antes de dormir. O corpo moreno-claro, todo sarado, e o bumbum bem farto me deixaram instantaneamente aceso. Voltei para o quarto com aquela imagem fixa na cabeça. Fiquei me massageando até me aliviar, imaginando aquela cena em detalhes. Depois, finalmente relaxei e caí num sono profundo.
Quando acordei, estava totalmente descoberto e havia marcas de sêmen nos pelos perto do meu umbigo. Não era da noite anterior, já que costumo usar papel-toalha para limpar tudo. Foi então que me lembrei de ter sonhado com o Carlos me mamando — uma delícia de sonho. Deduzi que devia ter sido apenas uma ejaculação noturna.
O café da manhã correu em paz. Notei o Carlos bem-humorado; ele sairia à tarde para resolver os assuntos que o trouxeram à capital, e como eu teria a tarde livre, pensei em olhar as gravações das câmeras para me ver me masturbando e aproveitar para tocar mais uma.
Ao checar as filmagens, lá estava eu: bastante excitado, me contorcendo na cama enquanto me masturbava dormindo. Em seguida, me levanto e saio do quarto de pau duro. Na sala, fico perto da parede, me esfregando. É nesse momento que a porta do outro quarto se abre e ouço a voz dele:
— Max, tudo bem? Ei, Max, o que foi?
Ele toca no meu ombro e percebe que estou dormindo. Ficou visivelmente desorientado, sem saber como agir naquela situação. Por fim, me puxa suavemente pelo braço, me leva de volta ao meu quarto e me faz sentar na cama. Já na cama, caio de costas enquanto murmuro coisas desconexas:
— Chupa... vem, assim, bem gostoso... chupa com essa boca... isso...
Ele parece confuso a princípio. Chega perto, toca a minha coxa e, enquanto continuo no delírio e soltando provocações, ele se aproxima ainda mais. Segura meu pau ereto, começa a se movimentar e dá uma primeira lambida na cabeça. Em seguida, engole tudo. Ele se move com uma habilidade que deixa transparecer o quanto é experiente.
Assistindo a tudo aquilo de frente para a tela do notebook, fico completamente aceso de novo. Fico duro feito pedra ao vê-lo de quatro, me mamando enquanto rebola aquele bumbum como se fosse uma verdadeira vadia. Fico imaginando estar atrás dele, socando com força, até que não aguento e chego ao alívio rápido.
À noite, ele chega tarde. Ficamos na sala assistindo a um filme aleatório na TV só para passar o tempo, bem próximos um do outro. Nossos joelhos se tocam e me arrepio todo com o calor da pele dele. Começo a ficar excitado, mas tento disfarçar. Não quero que perceba o meu estado, nem que desconfie que sei exatamente o que ele aprontou na noite anterior. Observo de canto de olho que ele também está com um volume bem evidente no short preto, mas nenhum dos dois toca no assunto.
Mais tarde, aviso que vou dormir e ele continua na sala.
Já no meu quarto, fico deitado na cama por um tempo ouvindo o áudio da TV até que tudo fica em silêncio. Chegara a hora de colocar meu plano em ação — dessa vez, seria eu quem tiraria proveito da situação.
No escuro, iluminado apenas pela claridade da rua que entra pela janela, fico em pé. Já estou totalmente nu e de pau duro, com a mente fervendo em intenções maliciosas só de imaginar comendo aquele anel escondido no meio daquelas nádegas fartas.
Começo a murmurar bobagens no meu fingimento:
— Vai, sua vadia... quica no meu pau, senta gostoso, rebola essa bunda...
Nisso, a porta se abre e ele entra. Continuo em pé, de costas para a entrada e de frente para a cama. Ele tira o short e se coloca de quatro, deixando o bumbum virado na minha direção. Ele me puxa e sinto aquele calor tocar a cabeça do meu membro. Fico de olhos entreabertos enquanto ele rebola o quadril de leve, esfregando a bunda em mim.
Continuo no mesmo tom, dizendo putarias enquanto me aproximo do anel, que já está bem relaxado. Solto uma cusparada no pau para lubrificar e vou direto ao centro, penetrando sem muita cerimônia. Ele solta um gemido gostoso. Seguro firme na sua cintura e meto com força. Ficamos nesse vai e vem intenso por alguns minutos, até que gozo fundo.
Caio na cama exausto, mas ele ainda me mama por mais alguns minutos até me fazer gozar novamente. Em seguida ele sai, me deixando completamente esgotado na cama, onde caio em um sono profundo.
No dia seguinte, só o vi pela manhã. Ele parecia bem satisfeito, mas notei que evitava me olhar nos olhos, meio tímido. Deixei passar e fui para a faculdade; só nos reencontraríamos à noite. Durante a tarde, aproveitei para fazer uma pequena edição das gravações das câmeras. Minha intenção era mostrar a ele — e quem sabe nos divertirmos juntos, dessa vez acordados.
E assim foi. Quando cheguei à noite, ele estava na sala só de short assistindo à TV, já jantado e bem relaxado. Assim que me viu, perguntou:
— E aí, Max? Cansado, né? Deve ir dormir logo...
Aquilo me deixou em alerta e acabei sorrindo. Pensei comigo: ele já está ficando mal-acostumado.
— Hoje estou bem animado. E nós vamos assistir a um filme bem especial — respondi.
— Que filme? — perguntou, curioso.
— Surpresa.
Tomei um banho bem gostoso, deixando tudo limpo e preparado. Voltei para a sala, me sentei ao lado dele e espelhei a tela do meu celular na TV, soltando a edição que tinha preparado. Apareceu o título: Noites de Prazer.
Ele ficou em silêncio e se mexeu no sofá, desconfortável. Mas quando o vídeo mostrou a parte em que ele entrava no meu quarto e me fazia sentar na cama, acabou soltando:
— Max, desculpa, eu não sabia... Quer dizer, eu não fiz por mal...
— Só assista... — interrompi, tranquilo.
Enquanto a cena passava, fiquei encarando ele. O Carlos parecia completamente concentrado na tela. Olhei para baixo e vi que seu short já estava bem armado, exatamente como o meu. Peguei a mão dele e a levei até a minha rola. Ele olhou para mim, sorriu e começou a me massagear. Fiz o mesmo com o dele. Ficamos ali, naquele toque mútuo, até o final do vídeo.
Já totalmente excitados e sem qualquer vergonha, ele se inclinou e começou a me mamar gostoso. Apenas relaxei e aproveitei o momento. Em seguida, encaixamos um 69 ali mesmo no sofá. Eu curto pagar um pau, mas o dele — grosso, bem marcado pelos nervos, com quase os mesmos dezoito centímetros do meu — estava uma delícia de engolir.
Depois, fomos para o quarto, onde me deitei na cama e ele veio por cima, sentando no meu pau. Nossa transa foi superquente. Em seguida, o coloquei de quatro — a minha posição favorita. Dava uns tapas estalados naquela bunda farta; que delícia de bumbum, e como ele rebolava gostoso! Para finalizar, ainda tomei o leite dele direto da fonte. Afinal, ele bem que mereceu.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
meu amigo se aproveitou de mim enquanto eu dormia, mas depois eu dei o troco

Codigo do conto:
270454

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/08/2026

Quant.de Votos:
4

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