André e Denise moravam juntos e levavam uma vida sexual bem apimentada. Sendo uma mulher quente, ela costumava se excitar fácil sempre que o companheiro queria transar e muitas das vezes tomava a iniciativa. Num certo sábado, os dois estavam juntos em casa. Denise o instigava desde cedinho não escondendo interesse em ir pra cama. Seus beijos e toques carinhosos demonstravam o que ela queria. No entanto, André sentiu uma vontade diferente. Queria se tocar e punhetar como costumava fazer quando estava sozinho antes de viver com uma mulher. Foi para o quarto, tirou a roupa e começou a bater sua deliciosa punhetinha. Seu desejo era incontrolável. Naquele momento, André não queria meter, nem chupar ou ser chupado. Desejava que suas próprias mãos o fizessem gozar. Sem imaginar que o companheiro estivesse se masturbando, Denise foi para o quarto e, ao se aproximar do cômodo, viu André se tocando. Ela não sentiu ciúmes e nem ficou procurando explicação. Sentiu-se curiosa, interessada e excitada. Enquanto ele punhetava, Denise foi tocando em seu corpo, passando as mãos nos mamilos e acariciando a calcinha até que sentiu o desejo de tirar toda a roupa. Sua buceta estava toda molhadinha. André não percebeu de imediato a presença da companheira e continuou tocando, aumentando a força e a velocidade. A essa altura, Denise já tocava se clitóris em pé já imaginando o momento de meter o dedo na buceta. Tentou não ser notada, porém num certo momento deixou escapar um gemido. André percebeu que a companheira poderia estar ali, mas estava adorando a punheta. Se fosse flagrado, ficaria melhor ainda. Sem nenhuma vergonha, André virou-dr para a direção de Denise na entrada da porta e continuou se masturbando. Ela também não parou a siririca, o que aumentava ainda mais o desejo. Para instigar o companheiro, Denise passou em sua boca o melzinho da buceta na expectativa do que pudesse acontecer. Será que ele a comeria? Chuparia? Ou continuaria se tocando? André preferiu se masturbar aumentando ainda mais a velocidade enquanto Denise água com reciprocidade se penetrando com os dedos até que o companheiro gozou numa prazerosa ejaculacao. Denise prosseguiu e logo ao alcançou um orgasmo bem intenso que André jamais tinha presenciado. Pela primeira vez, ele assistia diante de seus olhos o poder da loba que dormia ao seu lado, conhecedora de cada detalhe do próprio corpo. Foram horas de prazer naquele quarto exclusivamente proporcionado por ela. Depois daquele dia, os dois passaram a incluir a masturbação nos seus relacionamentos sexuais, aumentando o grau de intimidade que já tinham. Um tocar para o outro ou se tocar para o outro passou a ser cada vez mais frequente. Aquela experiência foi fascinante e se tornou também viciante para o casal.
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