Aquele foi um dia em que decidi no meio da semana viajar para uma cidade turística do litoral. Simplesmente fechei um negócio comum, vi que a agenda não tinha muitos compromissos, deleguei tudo pro gerente da empresa, e fui em frente. Já no final da tarde, caminhando pelas ruas, encontrei uma jovem vendedora de doces que me atendeu de uma maneira bem calorosa, como se tivesse visto algo diferente em mim que a atraiu. Ficamos conversando sobre o lugar e percebi que ela tinha um profundo conhecimento da história, da geografia e das tradições do seu município. Assim que comi um segundo doce e havia me sujado perto da boca sem perceber, ela mesma pegou o guardanapo e me deu. Mais uma vez senti algo incomum em seu segundo gesto e decidi elevar nossa conversa para um nível mais pessoal. Quando falei da última vez que havia Estado em sua vida, ela me disse que nem havia nascido. Então brinquei que poderia ter a idade para ser seu pai. Nossos olhares foram se cruzando de uma maneira que fazia o desejo transparecer. O coração bateu um pouco mais forte e já estava sentindo sinais de excitação. Não tenho hábito de correr atrás de novinhas mas tava rolando uma emoção especial ali e era recíproco. Ainda tinham fregueses na rua mas ela resolveu parar de trabalhar. Pediu que eu a esperasse por cinco minutos e que iria me levar para mostrar os lugares do centro histórico da sua cidade. Com menos de 500 metros de caminhada, passamos por um aconchegante beco e ali rolou o nosso beijo. Senti o quanto a garota estava cheia de fogo. Logo nos beijamos e ela já me agarrava com um tesão que despertava ainda mais o meu. Fiquei mais surpreendido ainda com a sua iniciativa. Quem mais queria ir pra cama era ela e fomos discretamente para o quarto de uma pousada onde a amiga dela trabalhava de recepcionista. Entre quatro paredes, os toques evoluíram ainda mais. Foi ela quem começou a tirar a roupa a medida em que eu ia beijando cada pedacinho do seu corpo, chupando seus peitos indo até a bucetinha molhada. Incrível ver aquela linda jovem gozando diante dos meus olhos ao receber um sexo oral delicioso sempre pedindo mais. Resolvi tirar a cueca e ela viu minha pica dura. Aí ouvi seu pedido: - Amor, se não trouxe camisinha, vou te pedir pra gozar fora Respondi: - Com todo prazer irei gozar fora numa punheta bem gostosa para te homenagear. Ela me deu outro beijo prestigiando minha atitude de cuidado e respeito com o seu corpo. Uma de suas mãos tocou em meu pau em retribuição e demonstração de desejo começando a me masturbar enquanto também se masturbava. Num determinado momento, assumi o controle da punheta e ela mergulhou na siririca mostrando o quanto já conhecia bem seu próprio corpo, proporcionando a situação mesma um intenso prazer. A medida em que ela gemia, suava e se contorcia, eu acelerava meu ritimo até que gozei na sua frente jorrando jatos de porra. Assistindo a tido, ela introduziu seu dedo na buceta e teve um incrível orgasmo vaginal tão intenso quanto estivesse sendo penetrada por um pênis. Nem sei quantas vezes ela gozou, mas foi um momento super quente e ao mesmo tempo seguro, com mutuo consentimento. Ainda no início da madrugada, ela se despediu e saiu, apesar de ter desconfiado que ela e amiga da pousada ainda ficaram de conversa por uma hora. Não cheguei a revelar minha opção de punheteiro que substitui o sexo penetrativo pela masturbação, motivo pelo qual não levou preservativos na carteira. Porém, consegui naquela noite em tão pouco tempo praticar uma masturbação a dois até gozarmos.
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