Cauan e Tati eram namoradinhos de escola. Já tinham ficado muitas vezes só na ralação e, quando chegavam em suas casas cheios de tesão, partiam pra masturbação.
Não demorou já estavam querendo fazer videochamadas, porém a mãe de Tati orientava a filha sobre os riscos da exposição:
- Tati, por mais que você confie no Cauan, não acho uma boa vocês se masturbarem pelo whatsapp e nem transarem sem camisinha.
O pai de Cauan também recomendava o filho a ser precavido:
- Leve sempre a camisinha na carteira, mas não confie porque pode estourar. É preferível que você se masturbe.
Um dia, Cauan e Tati estavam juntos e conversaram.
- Minha mãe sugeriu que a gente não fizesse videochamadas de sexo.
- Meu pai prefere que eu me masturbe.
- Sempre que a gente fica juntos, não resisto quando chego em casa.
- Tenho a maior vontade de ver você nua. Prometo que não irei toca-la.
- Eu confio em você.
Tati tirou a calcinha e manteve a saia. Temos que alguém aparecesse
- Quando estou em casa, penso logo no que você faz estando sozinha.
- Quer ver mesmo?
Tati começou a se acariciar e brincar com sua bucetinha enquanto Cauan observava.
Cheio de tesão, o rapaz botou o pau pra fora e começou a se masturbar também. A namorada ficou com mais tesão ainda.
O ritimo foi aumentando e logo Cauan gozou.
- Isso é pra você, amor.
Tati adorou ver aquele homem todo másculo se masturbando para ela e ficou com mais tesão quando viu a porra jorrar.
Seus dedinhos trabalhavam brincando com o clitóris passando a gemer até gozar também.
Embora já tivesse experimentado vários orgasmos sozinha, aquele foi especial. Havia uma interação num momento de profundo respeito e de partilha da intimidade.
Os dois se limparam e o encontro terminou com deliciosos beijos.
Seria aquele o primeiro dentre muitos outros encontros que os dois namorados teriam. E ambos descobriram uma forma segura, bonita e respeitosa de se relacionar.
Nenhuma preocupação com gravidez não planejada, DSTs ou exposição na internet..
