Robert era treinador de Michele, uma brasileira que estava em pleno vigor se preparando para as Olimpíadas. Tinham uma diferença de mais de 20 anos de idade, sendo ele separado de uma americana da Califórnia, coincidentemente chamada Michele. Ambos recebiam em dólares de um patrocinador e havia diversas cláusulas éticas e outras antiéticas regrando a vida e a relação dos dois. A atleta não poderia ficar acima do peso, nem engravidar e recomendava-se não ter relacionamentos afetivos durante a vigência do contrato. Já o treinador não poderia de modo algum se relacionar socialmente com ela nem namora-la. No entanto, foi pintando um clima. Ele a desejava desde as primeiras semanas e ela, ao perceber seu interesse, foi provocando mais e mais. Um dia estavam os dois juntos assistindo pela TV as competições da Europa e ela estava louca de tesão por seu treinador. Sabia que não poderiam se relacionar mas ela queria fazer algo e se sentir livre. Robert sugeriu que ela fizesse um exercício na intensão de que sublimassem aquele desejo. Enquanto fazia tudo disciplinadamente, Michele foi aos poucos se despindo em sua frente e, corajosamente, tirou a calcinha, passando a se tocar. Robert olhava para ela se contendo mas não deixou o local. - Não precisa me tocar. Apenas me observe. Suas mãos foram de encontro ao prazer, acariciando aquela grutinha úmida e exalando toda a sua feminilidade: uma jovem mais forte que muitos homens, dona de um corpo saudável, sem uso de medicamentos, e que refletia na sua disposição. O primeiro orgasmo chegou com gemidos, gritos e muitas vibrações de um corpo que se contorcia de prazer. Se alguém estivesse perto da casa certamente ouviria. Robert sentia-se impressionado como que aquela jovem brasileira conhecia de verdade o próprio corpo. Era fenomenal. Embora devesse se conter, Robert degustava cada momento de prazer de Michele e ficou impressionado como que, após a primeira gozada, ela se levantou, ligou o som e se pôs a dançar. Novamente a dança a conduziu a um novo momento de prazer. Michele parecia estar em transe e tomada pela excitação, tirou da bolsa um consolo com o qual pôde se penetrar. A essa altura, Robert não se aguentou. Colocou para fora seu pênis e se masturbou também. Diferente da ampla maioria dos homens brasileiros, ele já experimentava a masturbação a dois desde a juventude, o que é mais comum na cultura de seu país. Ele gozou, mas ela continuou e teve sucessivos orgasmos diante do seu treinador que, tranquilamente, só a observava com o pênis agora mole. As horas passaram rápido e ambos foram se lavar evitando qualquer laço de afeto para além do profissional. Embora Michele se sentisse admirada e respeitada pelo seu treinador, Robert sentia ter fracassado quanto às suas obrigações contratuais. Para ele, aquilo significava uma forma de se relacionar sexualmente. Quebrou um limite e não mais repetiria.
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