Eu, porém, já havia passado por várias transformações e me assumi um punheteiro durante a pandemia. Foi quando resolvi mudar a minha maneira de me relacionar com as mulheres.
Nosso reencontro não foi nada programado. Era sexta-feira e eu tinha terminado meus trabalhos enquanto ela apenas curtia férias na cidade onde eu estava morando. Foi aí que nos vimos quando fomos fazer nossos pedidos no balcão do estabelecimento.
- Rô, quanto tempo?
- Oi, Pris. Que surpresa! Como você tá?
Ela me chamou para sentarmos juntos na mesma mesa e começamos a papear, atualizando nossas vidas.
Almoçamos um delicioso prato de carne com arroz a Pia Montese regado a um vinho tinto importado.
O.palo.foi esquentando, romanos outra garrafa de vinho e fomos nos sentindo cada vez mais atraídos até que nos sentimos levemente tomados pelo álcool.
- Rô, acho que preciso ir.
- Consegue dirigir nesse estado?
- Acho que não. Você me leva pra casa?
- Também não tô legal pra dirigir. Mas aqui não tem problema em deixar o carro na rua pois o lugar é seguro. Moro aqui perto.
- Então tudo bem. Confio em você.
Ela foi chamar o UBER mas o celular descarregou e o restaurante estava já fechando.
- Que merda! E agora?
- Vamos lá em casa e você carrega. Terminamos de tomar esse vinho lá. Ei, garçom!
Fomos juntos até lá e quando entramos no elevador, ela me agarrou e começamos a nos beijar..
Entramos no apartamento e ela estava louca de tesão. Continuou me beijando e foi tirando tanto a sua roupa quanto a minha. Ficou peladinha.
Assim que arrancou minha cueca, Pris se surpreendeu com a tatuagem e o piercing que eu havia colocado na ponta do pênis.
- Caralho! Você é corajoso. Quando te conheci na faculdade, você não curtia nada disso. Nem tatuagem e nem piercing tinha.
- Muita coisa mudou. Estou há seis anos virgem novamente e coloquei esse piercing em comemoração à castidade recuperada.
- Estou toda molhadinha e cheia de tesão doida pra ter você dentro de mim. Não tô me aguentando.
- Você pode se tocar. É muito mais prazeroso e seguro do que qualquer penetração. Lembra como fazíamos no início do nosso namoro?
Ela começou a se masturbar do meu lado, acariciando aquele clitóris e aquela buceta raspada.
Ver minha ex cheia de tesão e batendo siririca foi uma experiência deliciosa. Comecei a bater punheta.
- Seu viado, tô louca pra te dar, sentir essa piroca dura aqui dentro e você fica tocando punheta ao invés de me comer? Tira esse piercing e mete!
Continuei me tocando.
- Não posso. Agora quero ser virgem pra sempre. Nada de meter mais. Só masturbação.
Ela puxou tocar no meu pau e resolveu me punhetar. Permiti que fizesse uma masturbação em mim.
Depois de alguns minutos, gozei em suas mãos e ela delirou enquanto tocava uma siririca ao mesmo tempo, passando a gozar em seguida com as próprias mãos. Ela gemia de prazer e se contorcia.
Aquele reencontro só terminou na madrugada depois que Priscila deu a si mesma dois maravilhosos orgasmos.
Sua segunda vez aconteceu quando logo após o intervalo ela tirou da sua bolsa um vibrador e resolveu bater uma siririca com um ar de vingança. Meu pau já estava até mole e todo gozado, mas sua energia estava totalmente fora de controle.
- Já que você não quer comer, eu mesma faço. Não preciso de pau.
Vê-la introduzindo em si mesma um brinquedo em sua buceta quente me deixou novamente excitado. Quase consegui gozar outra vez em menos de meia hora, mas a porra não saiu.
Assim foi meu reencontro com a ex depois de anos. E ela espalhou pra todas as suas amigas sobre a minha opção de homem punheteiro depois dos trinta e o piercing que coloquei no pênis. Dias depois, recebi várias ligações de curiosas...




