Naquela manhã, ela contava com a ausência de todos os vizinhos dos andares de cima que pudessem vê-la da janela. Afinal, tinham todos viajado no feriadão.
No entanto, eu estava lá e, por acaso, cheguei até à janela e vi aquela gostosa toda peladinha.
Confesso que o pau subiu na hora. Até então só tinha visto Receca tomando sol de biquíni e muitas vezes na companhia dos pais. Agora aquela novinha safada estava ali sozinha com sua linda buceta diante do céu azul.
Olhando discretamente da janela, abaixei a cueca e comecei a acariciar meu pau. Peguei também um binóculo para olhar cada detalhe daquele corpo.
Não sei se em algum momento Rebeca percebeu que eu pudesse estar em casa observando-a. Embora nunca tivéssemos nos relacionado, ela me olhava na rua mostrando simpatia. Só nunca nos aproximamos.
Num certo momento, ela começou a se acariciar, tocando em cada parte do seu corpo desde os seios até sua xoxota já úmida. Eu, com minhas mãos, mexia no meu pau duro admirando cada momento.
Para minha surpresa, ela olhou na direção da minha janela. Depois botou o indicador na boca, molhou na saliva e meteu na xoxota. Tocou uma siririca bem safada até gozar deliciosamente.
Da janela fui batendo minha punheta e gozei enquanto ela também estava num dos momentos mais intensos do seu orgasmo. Minha porra sujou o carpete e logo depois pensei em limpar.
Tomei um banho e depois passei novamente pela sala. Olhei na janela e Rebeca estava ainda no terraço. Porém, estava em pé e pude ver toda aquela beleza voltada pra minha janela. Uma novinha que conheço desde sua adolescência como estudante do fundamental e que se tornou mulherão.




