Com pouco mais de um ano de casamento, Cláudio dava uma espiadinha em vídeos eroticos no celular e sua mente se interessava mais por conteúdos envolvendo masturbação, quer fossem mulheres se tocando e homens se masturbando (ou sendo punhetados) na presença de mulheres. Também curtia ver duas mulheres juntas se pegando.
Quando ele ia pra cama, seus pensamentos já imaginavam Sandra batendo siririca. Pensava na esposa se tocando e gozando com as próprias mãos.
Vez ou outra, ele acabava não resistindo e se masturbava, quer fosse assistindo um vídeo, na cama enquanto Sandra dormia ou sozinho no banho. Sentia muita vontade de poder tocar uma punheta na frente dela, mas reprimia o desejo.
Em sua cabeça, o homem se masturbar seria erado apesar da Bíblia nunca ter expresso algum mandamento explícito. Pensava em passagens como a de Onan, filho de Judá, que gozava fora da cunhada viúva Tamar quando ia pra cama com ela. Segundo o texto, o personagem foi punido de leite por Deus, mas ele tinha o maior tesão em tocar punheta até gozar na frente de Sandra.
Ao mesmo tempo, Cláudio tinha umas idealizações também baseadas na Bíblia. Lembrava de uma carta do apóstolo Paulo recomendando que seria bom o homem não tocar em mulher. Também recordava de um trecho de Apocalipse dos homens virgens dos últimos tempos e sentia um tesão danado imaginando um mundo onde não se praticasse mais a penetração.
Quando se afastou da igreja, resolveu um dia raspar toda a sua região genital e tirou todas os pêlos pubianos. Depois ficou uma deliciosa punheta no chuveiro até gozar.
Naquele dia, sua esposa chegou da rua cheia de tesão e Cláudio não saberia como explicar para ela o pênis todo raspado. No entanto, Sandra foi tomando a iniciativa de atacar o marido. Chegou a ficar peladinha na sua frente doida para trepar, mas ele não tirou a calça. Sentindo vergonha do pau careca e que havia se acabado na punheta, inventou que estava fazendo jejum.
Compreensiva, Sandra não insistiu e mostrou estar até contente com a conduta de Cláudio pois dava a entender que ele pretendia retornar à igreja.
Até que os pêlos pubianos de Cláudio voltassem a crescer, o casal não transou. Ela sentia tesão, tinha sonhos eroticos e um dia acabou se tocando silenciosamente enquanto o esposo dormia. Nos últimos dias, tinha vezes que ela não resistia e se masturbava durante o banho.
Diferente de Cláudio, Sandra encarava a masturbação com naturalidade. Não se sentia em pecado desde que não pensasse em outra pessoa a não ser no esposo ou no seu prazer solitário. Aliás, ela nem tinha o mesmo conhecimento teológico que o marido.
Por várias vezes isso passou a se repetir. Cláudio não se controlava e resolvia depilar o pau. Um dia, ele até escutou a esposa gemendo no banheiro e ficou atrás da porta se masturbando.
Certo dia, Cláudio conheceu o nosso grupo de homens punheteiros após acessar o Blogspot de um amigo na internet que é praticante exclusivo da punheta. Fez contato conosco e conversamos a respeito. Já fazia um tempo que ele não se relacionava mais na cama com Sandra e da última vez, broxou não conseguindo meter, porém o pau ficava duro só de pensar na esposa batendo siririca.
Corajosamente, após muito conversarmos, Cláudio decidiu abrir o jogo para Sandra e lhe contou o que tanto queria fazer. Sua mulher que naquela altura já se resolvia sozinha com uns brinquedinhos comprados secretamente no sexo shopping, ficou curiosa.
Excitado, Cláudio tirou a roupa, mostrou a pica toda raspada para Sandra começou a tocar uma punheta na sua frente. Ela só observava casa ato do marido até vê-lo gozar e lhe deu um beijo mostrando ser compreensiva.
- Amor, adorei ver você na punheta, seu safado.
- Ficou excitada?
- Sim. Mas ainda falta um pouco mais pra eu entrar no clima.
- Mulher, estou louco de vontade de assistir você gozando na siririca.
- Humm...
- Quero ver você mesma se dando prazer.
Sandra se sentiu meio envergonhada e ao mesmo tempo aberta a fazer algo diferente.
- Mostra pra mim como você goza.
A esposa topou e tirou todas a roupa. Foi se acariciando, passando as mãos nos seios, até que começou a mexer na xoxota.
Sem que Cláudio fizesse qualquer coisa, ela mesma foi conduzindo até o final, gozando em sua frente com gemidos, espasmos e gritos.
A partir de então, Cláudio passou a abrir o jogo sobre suas fantasias. Assumiu que seu desejo não era mais fazer sexo com penetração e sim se masturbar e ver sua esposa também se masturbando.
Por um tempo casal se entendeu até que foi a vez da esposa abrir o jogo. Afinal, ela também queria ser tocada e não apenas ficar se tocando. Chegaram a um consenso e o casal passou a experimentar a masturbação mútua, com um fazendo no outro, além do sexo oral.
Atualmente, Cláudio e Sandra não estão mais casados. Terminaram consensualmente. O motivo não era só a falta de penetração nas relações. Ele passou a curtir suas fantasias batendo punheta com outros homens do grupo vendo filmes e dava pouca atenção pra ela. Aí apareceu um funcionário novo no trabalho de modo que Sandra se interessou por ele.
Hoje Cláudio é um punheteiro assumido. Curte junto com outros caras bater punheta em grupo e vez ou outra chamam até umas meninas pra serem homenageadas nas festinhas que promovemos secretamente.
Se estivesse no seu lugar, preferiria ficar me masturbando com Sandra a vida toda. Sua esposa é uma morena clara hoje com 35 anos e parece ter um fogo danado naquela buceta.


