Conversamos um pouco e logo percebi que ela estava com má intensão. Entretanto, não tinha coragem de ousar nada com ela. Afinal, eu era virgem e tinha gente em casa.
Fui até à cozinha pegar algo para comermos e , quando retornei pro quarto, encontrei a gata toda peladinha sentada na cadeira se masturbando.
Ela não se incomodou com a minha presença, mas continuou se tocando e mexendo naquela buceta molhadinha.
Embora soubesse que poderia transar com ela se quisesse, preferi deixa-la a vontade se tocando até gozar. E fiquei assistindo-a com o pau duro até ela ter um orgasmo delicioso bem na minha frente.
Assim que ela gozou, eu a beijei carinhosamente. Mantive-me de roupa o tempo todo, respeitando o seu corpo, os seus desejos, a casa da minha família e a nossa condição de namorados virgens. Por mais que me provocasse, eu sempre resistia.



