No entanto, ela queria testar se seria verídico o meu relato no dia em que foi à sua casa ainda no nosso segundo mês de namoro. Até então, nunca tínhamos desfrutado de um momento de intimidade juntos.
Enquanto conversávamos, ela foi tirando as roupas aos poucos até ficar completamente nua naninha frente.
Logicamente que vê-la tirando a roupa me deixou excitado. Porém, já estou acostumado a me conter e ela achava que eu fosse querer comer sua buceta.
A vontade era tirar a roupa e homenagear aquela mulher, mas até pra isso seria cedo. Faria caso ela pedisse ou consentisse.
Para me provocar, ela começou a se tocar passando a se masturbar. E aquilo é justamente o que mais aprecio numa mulher, embora não houvesse ainda lhe falado.
Ela continuou e foi falando de sua buceta toda molhada me chamando para meter.
- Tira essa calça e bem comer minha bucetinha
Tirei a calça.
Ela enfiando o dedo na xoxota me implorou:
- Quero você dentro de mim.
Respondi:
- Você é linda demais. Vou te homenagear com uma punhetinha.
Enquanto ela pedia a minha pica toca do siririca, eu continuava batendo punheta honrando meus seis anos de virgindade
Ela gemia e eu também até que gozei mantendo meu pau fora de qualquer orifício vendo aquela mulher numa na frente se fodendo com os dedos enfiados na buceta.
Finalmente ela gozou dando um abraço em si mesma. Achei lindo e a abracei suprindo com afeto aquilo que neguei que foi a penetração.
Nosso namoro durou ainda muitos meses e ela aprendeu muito comigo a ser feliz gozando sem um pênis dentro de si. E foi a namorada que mais curtia se masturbar. Quando menos imaginava, ela tirava a roupa e partia pra siririca, quer fosse dentro de casa, na sala, deitada na cama ao meu lado, no carro e até em lugares públicos.
Nos muitos encontros que tivemos, ela se mostrava impulsiva sempre subindo pelas paredes e aquilo muito me excitava. Aliás, era maravilhoso tocar uma escutando a mulher pedindo pra ganhar pau na buceta.
