Eu e minha ex já tínhamos pactuado nunca mais penetrar. Um se manteria fiel ao outro e buscariamos outras formas de nos satisfazer quando o isolamento social acabasse.
Das videochamadas tínhamos retornado aos encontros presenciais distanciados em que nos masturbávamos sentados em poltronas ou sofás com alguns metros um do outro e de máscaras.
Com a vacina em dia, tornamos a nos beijar e abraçar. Foi quando fizemos uma deliciosa preliminar que finalizei com uma punhetinha na hora H ao invés de meter, apesar de tê-la feito gozar antes várias vezes com o meu dedo.
Certo que depois de reiteradas recusas em penetra-la com.meu.oenis, precisamos conversar. Tive que explicar minha vontade de continuar o relacionamento sem que tivéssemos mais penetração. Para minha felicidade, ela compreendeu, aceitou e ainda prometeu ser fiel. Se um dia nos casassemos e resolvessemos ter um filho, seria tudo por inseminação artificial.
Mas houve uma noite em que ela estava super tarada e havia tomado bebida quente. Foi quando tomou a iniciativa na cama e sua buceta ficou bem pertinho do meu pau.
Ela não ousou quebrar a regra da não penetração, porém roçava a buceta no meu saco e aquilo né deixava louco.
Em poucos instantes, gozei lançando jatos de porra sobre sua buceta peluda.
Depois que ejaculei, ela se lavou no banheiro e lá mesmo de porta aberta tocou uma deliciosa siririca até chegar ao orgasmo sozinha.
Após aquele episódio, percebi que ela ainda tinha falta de penetração mesmo que fosse uma vez ou outra. Propus comprar algo no sex shopping e os brinquedinhos passaram a fazer parte da nossa relação.
Por mais de um ano nos relacionamos sem querer a penetração fizesse falta. Havia outros ingredientes mais satisfatórios no nosso namoro que acabou terminando por outros motivos.
Se alguém quiser saber por que não faço mais sexo com penetração, digo que acho isso desnecessário e ultrapassado para o grau evolutivo que a nossa espécie precisa alcançar. Meter um pênis numa vagina é pra mim um ato violento, muitas vezes doloroso pra mulher, além arriscado.
Depois que eu e a minha ex paramos de ter sexo com penetração desde o início da COVID, em março de 2020, sua saúde ginecológica melhorou consideravelmente. Foi muito melhor do que se usássemos camisinha.
Atualmente, já coleciono dezenas de novos relacionamentos posteriores sem penetração. Por mais que confie numa namorada, não deixo sua buceta chegar tão pertinho, se eu não estiver no comando da punheta...


