Meu primeiro "namorido" continuação.

    Aquela mão no meu peito e outra na xoxotinha… Uau! Me Escangalhou todinha!

       Sou uma estudante do ensino médio, já disse no conto anterior, se você não leu, melhor ir ler logo e voltar aqui depois. Soujovem, pele escura, mas não sou descendente de africanos, sou mesmo de descendência asiática, da Indonésia, suspeito. Tenho cabelos longos, lisos e quase negros; seios firmes médios, cheios; pernas longas e coxas grossas, sem exageros; meu bumbum é arrebitado.Tenho olhos levemente amendoados, como uma oriental, de tom castanho; boca de tamanho médio, lábios cheios, mas não grossos demais, riso convidativo.
       Meu namorado é moreno, mais alto que eu um pouco, preciso ficar nas pontas dos pés para beijá-lo. Esteve no serviço militar faz pouco tempo.É músico, toca violão, baixo, bateria, teclado... tem voz linda, mas diz que não gosta de ouvir a própria voz cantando.Tem um par de pernas lindos, anda muito a pé e de bicicleta... e uma bunda! Ulalá! Dou cada beliscão nele, que sinto pena depois!
    Já disse antes que o ano letivo acabou-se. Pois bem, acabei por matricular-me em outro colégio, mas continuei a visitar meu antigo colégio, sentia saudades... dele, principalmente, vou chama-o de João Pedro...
             Foi num dia em que resolvi visitar o colégio que ele me disse que ia ter uma exibição de um filme de ficção científica e fiquei pra assistir. Havia uma sala para projeção de filmes e fomos pra lá.Luzes apagadas, cada um em seu assento, sabem como é isto, né. Ele do meu lado.Havia umas salas dos lados daquela, eram os bastidores daquele teatro, pois era isso o que era aquela sala. Ficamos assistindo o filme, que eramesmointeressante, “Admirável Mundo Novo”, eu não conhecia...quando terminou o filme, me preparei para sair com ele, mas senti que me puxava pro lado e entramos em uma daquelas salas laterais. Estava tudo escuro ali, mas eleseguiu me levando pela mão até um canto levemente iluminado pelas luzes do teatro. Me amassou todinha, me beijou com vontade e eu nem reclamei.Foi quando minhas mãos, sem que eu percebesse, começaram a retirar seu uniforme escolar... vi aquele peitoral que ele tinha, era peludo meu namorado, passei o rosto por aqueles pelos, pelo peito másculo, era tãobom sentir aquele garoto daquele jeito! Já disse, eu era virgem então e ele sempre respeitou meu estado, no máximo acariciava meus peitos por cima da roupa e não se insinuava mais que isso.
    Mas ali, naquele escurinho gostoso, tive umas vontades, sabe...
            Você entende... eu queria aquele garoto todo pra mim, acariciei a bunda arrebitada, os braços, beijei com volúpia mesmo, beijei aquela boca bonita!Eu usava um vestidinho curto, tecido fino, um voil rosa, sem sutiã, meus peitos ficavam quase furando o tecido do vestido, os bicos ficaram duros com aqueles apertos... resolvi mostrar pra ele o que eu pensava de seu respeito. Virei-me de costas pra ele, coloquei suas mãos sobre meus peitos e apertei com vontade, amassando meuspeitinhos duros por cima do vestido.Primeiro, ele tentou afastar as mãos dali, mas continuei a segurar e passar cada uma sobre meus peitos, com os bicos duros feito pedra.Ele entendeu e começou a acariciar cada um, os biquinhos, que apertava alternadamente, acariciava minha barriga e, devagar ainda, levou uma das mãos mais abaixo, no baixo-ventre e acariciou ali... como eu não reclamei, ele introduziu uns dedos por baixo do vestido e apalpou minha vulva, que começava a ficar esquentadinha de vontade.Meu vestido foi posto na altura de meu umbigo, fiquei com a calcinha exposta, ele dedilhou minha xaninha por dentro do tecido e me deixou sem fala!Nunca tinha experimentado aquilo e estava descobrindo como era bom!Sentia as pernas dobrarem, estava difícil continuar em pé, procurei um apoio e encontrei uma mesa baixa, escorei-me nela, ele veio de frente pra mim e baixou as alças de meu vestido, expondo meus peitos durinhos, onde ele ficou a mamar gostoso por uns instantes. Aquilo foi o paraíso! Uma simples boca, uma língua levada e eu me derretia toda em seus braços!
    - Ai, amorzinho, ai, querido, ui... ui... ui... ui... isso é tão bom!
    Ele olhou-me com atenção.
    - Você sabe o que pode acontecer se a gente continuar, não sabe? – ele perguntou.
    Acenei com a cabeça que sim, entendia onde a gente poderia chegar, justo no que eu queria mais naquele momento.
    Mas... que droga! Deu não!
    Ouvimos vozes que se aproximavam pelo escuro, eram alunos que iam treinar uma peça para apresentação outro dia.
    Nos ajeitamos correndo e, sem que percebessem nossa presença, saímos dali para o pátio do colégio. Eu suava e ria de nervoso, mas tinha gostado da adrenalina daquilo.
               Mas eu ia dar praquele garoto gostoso, ia.Naquele ano, as aulas eram noturnas pra ele. O pátio estava vazio, havia uns cantos mais escondidos e fomos pra lá.Euarrastei o danado pela rola! Foi assim mesmo. É que, na hora de pegar em sua mão, encontrei algo duro e grande e segurei ali... só depois... é... só depois percebi onde tinha segurado... e já era tarde... continuei segurando ali, acariciando de leve e percebi que ele ficava maior, mais grosso, parecia que não ia mais parar... a saída foi abrir a calça dele... não ria... foi o melhor mesmo... a calça era justa e o pinto estava crescendo muito, podia feri-lo, coitadinho, devia incomodar muito o pinto crescer tanto e ficar apertado ali, comprimido pela calça. Kkkkkk. Acredite, foi assim mesmo, nem pense maldade!Mas ali só era bom mesmo pra uns amassos, umas mamadas, que eu não sabia fazer direito ainda, mas me esforcei por aprender e sou muito boa aluna!Kkkkkkk!Ele mordiscava os bicos de meus peitos, uma mãono meio de minha privacidade, um dedinho dentro já, assanhado ele, não!?Me descobria aos poucos, eu mesmo nem me conhecia, mas já arfava baixinho, ãf ãf ãf ãf... apertava aquele pinto duro, maravilhada com o tamanho e a grossura... claro, pelas conversas das colegas, esperava uns... dezesseis centímetros, algo como... menos de dois dedos de grossura... por aí... mas fiquei espantada quando ele parou de crescer! Aquilo tinha, ao menos, uns vinte centímetros! E bem grossinho mesmo, não dava pra segurar ele todo com os dedos.Claro, tenho mãos pequenas, mas mesmo assim...ele me encostou numa parede e abaixou-se entre minhas pernas colou a boca na minha periquita e me sugou. A língua entrou direitinho como se já conhecesse o caminho de casa. Eu só faltava urrar com aquela chupada na minha vulva. Aquele garoto era mais esperto do que eu imaginava. Devia ter comido umas coleguinhas por ai, o safado!
    - Sou, virgem, amor, você é minha segunda namorada, nunca fiz isso com ninguém...
             É, parece queo instintoéum professor excelente mesmo!O que ele fazia comigo ali era algo sensacional!Apertava meus peitos e sugava meu grelo, enfiava a língua bem fundo... ele tem uma língua que acho absurda. Consegue tocar a ponta do nariz com a língua!Aquilo era bom demais!Depois de uns minutos naquela brincadeira, claro que fiquei toda lambuzada de líquidos que escorriam de minha periquita.Havia gozado um bocado com ele ali me chupando. As pernas estavam fracas, eu respirava pesado, quando ele ergueu-se e nos beijamos. Uns grupos de pessoas estavam se formando junto dos muros do colégio e podíamos ouvir uns murmúrios e gemidos fraquinhos... aquilo me acendeu ainda mais, o perigo de sermos descobertos e o prazer de saber que partilhávamos com outros os prazeres de uma noite gostosa.
            E então foi minha vez de mostrar o que podia fazer com a língua. Certo, ia ser minha primeira tentativa, mas acho que seria bom, eu queria dar prazer praquele garoto gostoso. Me abaixei na sua frente e coloquei aquela coisa grande pra fora da calça e... vi que realmente... era até um pouco maior do que imaginava. Ao abrir a calça, ele pulou na minha cara, bateu no meu nariz e ficamos rindo daquilo.Com vontade, acariciei aquilo e coloquei a língua a trabalhar. Lambia da cabeça grossa ao saco, com vontade procurava chupar aquela coisa, mas era fácil não pela grossura...colocava as bolas na boca, sugava com gosto...,mas quero crer que ele gostou do meu primeiro boquete numa rola.Fomos pra trás de uma coluna larga que sustentava parte da laje do prédio, conseguindo com isso ficar longe dos olhares dos outros, embora eu confesse que até estava gostando de saber que me viam ali mamando aquela tora!Mas foi mesmo melhor assim, apareceram umas pessoas ali e o pessoal dos muros saiucorrendo. Era gente da vigilância. Não nos perceberam e foram embora.
    Rindo muito do susto, nos ajeitamos e fomos embora também, sem ninguém perceber.

    Espero que tenham gostado desta aventura, foi simples em comparação a outras que li por aqui, mas foi boa, eu acho, ainda terei mais coisas a contar no futuro, aguardem.

Foto 1 do Conto erotico: Meu primeiro

Foto 2 do Conto erotico: Meu primeiro

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Foto 5 do Conto erotico: Meu primeiro


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Comentários


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ari-santos Comentou em 28/08/2026

Eu adorei muito ler mais esse seu conto erótico e vc escreve muito bem e explicou tudinho em detalhes eu adorei muito as suas fotos vc é muito linda demais

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thadeu41 Comentou em 27/08/2026

Elogio ao Texto, onde explica sobre suas raízes..... A argumentação final — onde você questiona o porquê de se adotar conceitos que geram sofrimento — é de um impacto filosófico exemplar. O texto cumpre perfeitamente o papel de ponte cultural desmistifica, educa e convida o leitor à reflexão sem agressividade. ET Votadíssimo. Abraços Marcelo Thadeu

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baiatsifata Comentou em 27/08/2026

Para aqueles que procuram "amizade" ou entrar em¹ contato, recomendamos que leiam "sobre nós" e "interesses e intimidades" em contoseroticos/baiatsifata, depois, se realmente desejarem, nos procurem, poderão ser muito bem vindos.

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nikos5 Comentou em 25/08/2026

votado fotos cheias de tesão parabéns pelo conto




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Ficha do conto

Foto Perfil baiatsifata
baiatsifata

Nome do conto:
Meu primeiro "namorido" continuação.

Codigo do conto:
270669

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
25/08/2026

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
5