Eu sempre fui muito levada.
Mas sempre fui ingênua, brincalhona e muito amiga das pessoas que viviam ao meu redor.
Quando digo “levada”, quero apenas dizer uma pivetinha que sai pulando cerca e correndo atrás dos meninos pra tacar pedras neles, por que ficavam me molestando, quebrando meus brinquedos e essa era a minha forma de vingança e defesa, claro.
Mas eu cresci.
Não muito, quase só de idade, devo dizer: um metro e pouco mais de cincoenta centímetros, um corpo de boneca cheio de curvas lindas, muita gente gostaria de se perder nas estradas cheias de curvas de meu corpo, um riso levadinho, um olhar quente de menina travessa. Minhas roupas sempre foram comportadas, confortáveis, eu nunca liguei pra o modo de sentar, recebia reprimendas de mãe, que dizia pra eu fechar as pernas, tinha de ter modos de mocinha, não devia ficar parecendo com as raparigas da rua. Bem, eu nunca soube o que fosse uma “rapariga de rua”, daí isto não me ajudava a mudar meus modos. Mas gostava de me vestir bem, queria estar bem arrumada quando fosse vista pelas pessoas, claro, não pretendia me parecer uma “maria-joão” da esquina... huuuumm, isto é que era uma rapariga? Eu queria me parecer com elas não, não, tudo faria pra evitar aquilo.
Como disse, cresci, continuei a ser a ternurinha das pessoas, uma bem espevitada, mas todos gostavam de mim assim, quando eu tentava mudar todo mundo reclamava, dizendo que já não me reconheciam, que eu estava mudada... “Está doente, filha, sente alguma coisa?”, todos perguntavam. Eu não via saída a não ser continuar a ser a espoletinha de todo mundo,
Meu corpinho de menina-moça já chamava a atenção. Uns meninos mais afoitos achavam que podiam me tratar como as garotas que eles conheciam, que deixava passar a mão boba onde não deviam, levantar uma saia, apertar um peitinho. Comigo ninguém brincava não, eu, hein! Quando eu quiser algo assim, vai ser com meu namorado e marido, não será com gaiatos aproveitadores e sem futuro algum!
Bem, vou me apresentar. Como pode ver, sou ainda espevitada, até pra fazer contos eróticos.
Uma garota de pele queimada, mas não do sol, já nasci assim. Não sou negra, sou asiática, da tribo maew, ou povo hmong, do sudeste da China, mas que vivia na Tailândia havia muito tempo. Um corpo de boneca, pequeno, maleável e leve.
Cabelos longos, bem escuros e lisos, com franjinhas sobre os olhos, que são bem amendoados, de cor escura, embora às vezes não pareça! Boca pequena, lábios sensuais, do tipo de menina que leva um dedinho ao canto da boca e olha enviesado... mas por pura coqueteria, sem saliência, sem malícia. Sou penas travessa, mas ingênua, já disse. Tenho seios firmes, entre pequenos e médios, bicudinhos, acho que é a parte de meu corpo que mais me dá gosto, viu! As pernas são bonitas, firmes e grossinhas, coxas bem bonitas e firmes, por que tem garota com pernas que balançam tudo quando andam, tudo mole, caído...
Bom, já me apresentei.
Vai rolar o conto agora.
Perdi minha virgindade, foi por causa de meus dedos e das brincadeiras que fazia com bonecos. Pois é, gostava de roçar a cabeça dos bonecos de madeira que tinha pra brincar bem na entradinha da xana, aquilo me fazia sentir mais leve, mais... mais... satisfeita! Brincava com os bonecos na cama, gostava das bonecas não. Eram parecidas demais comigo. Até que um dia, vi minha mãe brincando com um amassador de alho. Ela parecia gostar daquilo. Levava o amassador de alho no meio das pernas, ele sumia por uns tempos, ela suspendia a cabeça, como se estivesse... doendo... sei lá... era estranho... e curioso... e eu quis descobrir aquilo também. Nada de malícia, lembrem, eu era mesmo uma tolinha curiosa, só isso! Daí, uma noite, levei o amassador de alho pra cama e fiz como mamãe fazia, esfregava ele na coninha e sentia que era bom, bem bom, como era com a cabeça dos bonecos... mas podia ser melhor... aquilo podia ir mais fundo... e foi... uma noite, eu estava brincando com ele e vi um pouco de sangue, mas pensei que tinha me ferido em algum lugar. Não doía nada, não percebi onde tinha me ferido e acabei esquecendo o fato. Isso mudou nada em minha forma de ser na vida, continuava a ser serelepe, jogava pedra nos meninos e sentava no colo dos parentes, dos irmãos também, mas era pura meninice. Nunca fui abusada por nenhum deles até então.
Continuei o xodó da família.
Um dia, conheci um homem perto da escola em que estudava e ele me ofereceu uns presentes, disse pra eu guardar segredo daquilo e fiz assim, não vi maldade nenhuma. não sabia porque tinha de guardar segredo, mas aquilo não me afetava. Ele voltou a me presentear mais vezes, sem pedir nada. Só pra tirar fotos. Até aí, vi nada de ruim. Eram duas, cinco, sei lá quantas, ele voltava de tempos em tempos e pedia mais fotos. Eu, toda alegrinha, deixava. Todas as fotos eram nada sexy, apenas umas poses simples, com carinha de sapequinha, que ele dizia que eu tinha e que era uma ótima coisa, que eu ia conseguir muito com aquele meu jeito brejeiro de ser. As fotos foram ficando diferentes..., claro..., mas eu não percebia... só gostava dos presentes... e dos abraços que ele me dava..., beijos no rosto e no pescoço...
Quando os seios estavam maiores (nem tanto, não sou peituda), ele perguntou se podia tirar fotos de mim em uma cachoeira... concordei... havia algumas onde a gente morava e fomos pra uma delas, que nem era a mais próxima, mas nem me preocupou, eu gostava de caminhar e chegamos logo lá. Acabei de roupa molhada e ele disse que se eu quisesse poderia retirar e deixar secando ali na grama. Fiquei de calcinha apenas e ele fotografando. Eu gostei. Ao final de cada sessão, ele se despedia, todo alegre e me presenteava.
Uma vez, ele disse que tinha presente nenhum não, mas ofereceu me pagar pelas fotos... “É pra você comprar coisas, vai ser melhor assim.” E eu vi que ele tinha razão. Passei a ganhar dinheiro pelas sessões de fotos, mas elas foram ficando mais... ousadas... depois que ele viu meus peitos em crescimento, ele ficou mais generoso, oferecendo mais dinheiro pra deixar fotografar com eles em poses ousadas. “Você já tirou fotos sem blusa, não foi? Que tal agora mostrar este belo corpo por inteiro? Não tem muita diferença das outras fotos, tem? Aquilo parecia claro na minha cabeça, se já mostrei os seios, o que custava mostrar mais...
Chegou a dizer, certa vez: “Menina, você é maravilhosa! Que tetas lindas! Ah, se eu pudesse...” e não terminou a frase. Eu perguntei o que ele desejava fazer e ele riu: “... coisa boba, é que você tem as tetas tão lindas que dá vontade... vontade de... beijar os biquinhos...” Eu deixei. Ele era bonzinho comigo, o que custava ser boazinha com ele?! Mas ele beijou muito ali, mamou, sabe, e senti na coninha a mesma sensação boa que sentia quando enfiava o amassador de alho. Era muito bom. Fiquei molhadinha com aquelas mamadas. E com vontade de alguma coisa... passava nada na minha cabeça, apenas sensações, aquela que sentia era das melhores! Ele viu quando joguei a cabeça pra tras e dei um gemidinho suave... “Você gostou da brincadeira que fiz nos peitos, foi? Quer mais?” ... eu queria mais, claro. Ele mamou mais uns tempos.
E aquilo voltou a acontecer mais vezes. Ele fotografava, mamava e eu me derretia. Corria pra casa e enfiava o machucar de alho da cozinha, que já havia sido substituído por um mais grosso. Mãe, aparentemente, estava gostando muito dele, mas achou melhor conseguir um mais grosso. E de cada vez que eu enfiava aquilo em mim por uns minutos, a cabeça rodava, minha respiração ficava doida e minhas pernas encharcavam com o que saia da boceta. Durante as novas sessões, fui ficando mais espevitada e mais solta. Queria que ele beijasse mais, mordiscasse os bicos, percorresse meu corpo com sua língua, era bom demais! Ele dizia o quanto eu era deliciosa, bonita, que ia causar sensação nas redes sociais... eu não sabia do que ele falava, mas o que fazia com meu corpo era muito bom. Uma mão chegou a se introduzir entre minhas pernas, fazia carinho na testinha de minha bichinha, ela se descontrolava toda, minha respiração também . eu estava sempre ofegante quando ele parava. Notava que ele tinha uma coisa grande entre as pernas e parecia que ficava maior do que quando a gente começava a sessão de fotos. Um dia, ele ficou com a calça toda molhada e eu quis saber se tinha feito xixi.
- Não, minha boneca, isso ée leite... leite de pica...
Aquilo me deixou curiosa. Nunca tinha ouvido falar de leite de pica...
- Posso ver, tio, quando sair de novo?
Ele concordou e continuamos as fotos, as carícias, eu me derretendo, ele me mamando, abusando de minha boceta, quando avisou: “Vou dar leitinho pra minha bonequinha ver...” e retirou aquela coisa grande de dentro da roupa. Eu me aproximei pra olhar melhor e vi saírem jatos de esperma da cabeça do pau dele. Ele gemia, o pau se sacudia e o leite esguichava. Era lindo ver aquilo. Me apaixonei na hora!
- Tio, você pode fazer sair leite sempre que a gente brincar juntos?
- Claro que sim... mas... vamos fazer uma troca. Eu deixo até você segurar nele, ficar brincando com ele, fazer o que desejar, até colocar na boca...
- Posso ficar tomando leite de pica, tio?! - Eu estava extasiada, queria sentir o gosto daquele leitinho diferente. E ele me pedia apenas pra chupar o pau dele e deixar ele chupar minha bocetinha. Concordei na hora! Uma troca mais do que justa! Eu o chupava, ele me chupava. E ainda ganhava dinheiro nessa brincadeira, cada vez mais dinheiro! Ele fotografava tudo, a gente gemendo, ele enfiando a língua em mim, eu mamando o pau dele, tudo, até enfiando dedos dentro de mim. Descobri aí que não era mais virgem e ele se empolgou. Eu já adorava quando ele me chupava, gozava feito cadela na sua boca, gemia gostoso na boca do fotógrafo safado. Ele chegou a gozar várias vezes na minha boca e eu engolia o leite todo, não deixava nenhuma gota naquele pau bonito. Era bonito mesmo, um mastro lindo, duro, teso, vermelho, brilhando. Eu adorava ver, manusear, fazer o safado me dar leite, esguichando forte na minha boca. Às vezes, era tanta gala que eu não conseguia engolir tudo e acabava melada de leite de pica.
E dei pra ele minha boceta.
Foi num dia especial em que eu estava especialmente agitada, sentindo mais calor do que de costume, uma vontade terrível de sentir aquela boca faminta mne explorando, me sugando, me atormentando a cabeça!
- Tio, passa ele na minha pepeca, passa... – eu pedi aquilo porque lembrei que fazia aquilo com o amassador de algo da cozinha e, se ele me dava prazer, por se parecer muito com auilo, pensei que podia ser boa ideia se ele enterrasse aquele monstro em mim... sendo que aquele pau lindo era bem mais grosso que o amassador de alho lá de casa.
Ele ficou contente demais, foi se chegando, me colocou de quatro na grama, abaixou todo o meu corpo, deixando apenas a bunda pra cima. Passou várias vezes a cabeça da rola na entrada de minha boceta e foi entrando, entrando, de forma gostosa, não senti qualquer incômodo, apenas prazer, um prazer muito mais intenso do que sentia em casa na cama. Era de uma qualidade diferente, mais gostoso, mais intenso, mais transformador! Eu vibrava com aquilo! Ele socava, socava, socava, eu pedia mais, mais, para não, está bom demais, continua, mais forte, mais... eu gritava, gemia, chorava na pica, rebolava... acho que isso é natural de toda mulher, rebolar na pica! É algo instintivo, não precisa de ninguém ensinando, a gente rebola por que é a coisa adequada a fazer na hora.
Ele me comeu diversas vezes, eu aprendendo a gritar, o choro vinha sozinho, o prazer era intenso, era mais do que eu suportava, só chorando mesmo! “Me mata, tio, me mata! Eu quero morrer assim, você me comendo, tio! Isso é bom demais, meu Deus!”, eu dizia a ele.
Ele sorria, satisfeito.
Como disse, ganhei muito dinheiro tirando fotos com o tio fotógrafo. Com ele, mudei a vida de minha família. Eles nunca precisaram saber a origem de tanto dinheiro, era um serviço que eu prestava e a explicação era suficiente, era bom para todos e ninguém reclamava.
Até que as fotos foram parar mesmo nas redes sociais!
Lógico, eu já havia descoberto que o que eu fazia com o tio era transar, muito bem, e era aquilo que pessoas pediam de mim. O fotógrafo me mostrava seu telefone cheio de pedidos, oferecendo fortunas pelo privilégio de estar comigo apenas. Aquilo me empolgou. Como pessoas podiam oferecer tanto dinheiro apenas para me verem, me tocarem, me darem leite fresco e quente! Aquilo estava saindo de meus pensamentos, eu não conseguia gerenciar aquilo. E foi o tio que me ajudou, tornando-se meu agendador, meu gerente comercial.
E, de repente, me peguei transformada de pirralha linda e espevitada da família a !Ternurinha da Tailândia”, esse era o nome-código para me comerem. Só pra quem pudesse pagar o preço!
Eu era agora, oficialmente, a PBF das redes sociais – a Pequena Boneca de Foda pra quem pudesse pagar pra me comer do mundo da internet
Agora, eu não passava de uma “maria-joão”, só não era da esquina, mas das redes sociais.




